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Foram encontradas 30 questões.

2363070 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR

A hostilidade, ou até mesmo o desprezo, sentido e frequentemente expresso em relação à Idade Média pela elite cultural da época dita do Renascimento, a partir do século XIV, com mais frequência durante o XV e sobretudo o XVI, foi retransmitida e agravada posteriormente, em particular pelos eruditos ditos das Luzes no século XVIII [Século das Luzes, ou Iluminismo]. Eles chegaram até a qualificar a Idade Média como época das trevas, Dark Ages, em inglês. Essa condenação da Idade Média é fundamentada antes de tudo na necessidade, para os homens do Renascimento, de voltar à Antiguidade clássica e a seus grandes mestres (Aristóteles e Platão na Grécia, Cícero e Sêneca em Roma), que o pensamento medieval teria ignorado e contra os quais se teria afirmado. [...]

Entre o século XV e XVIII, houve, entre os pensadores, o sentimento de que o mergulho nas trevas que o período medieval representava para eles era acompanhado de um forte recuo do pensamento racional, que cedia lugar ao miraculoso, ao sobrenatural, ao apaixonado. Ora, a maioria dos clérigos da Idade Média, assim como o sistema de educação em vigor nas universidades e nas escolas, referiam-se quase constantemente à razão, e mais precisamente à ratio, sob seus dois sentidos: o de pensamento organizado e o de cálculo.

Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços? Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 75-77.

Marque a alternativa que apresenta recortes do texto aos quais não se aplica a seguinte regra: “Usa-se o acento grave indicativo de crase quando o complemento de um verbo que exige a preposição A for um substantivo feminino antecedido do artigo A”.

 

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2363069 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR

A hostilidade, ou até mesmo o desprezo, sentido e frequentemente expresso em relação à Idade Média pela elite cultural da época dita do Renascimento, a partir do século XIV, com mais frequência durante o XV e sobretudo o XVI, foi retransmitida e agravada posteriormente, em particular pelos eruditos ditos das Luzes no século XVIII [Século das Luzes, ou Iluminismo]. Eles chegaram até a qualificar a Idade Média como época das trevas, Dark Ages, em inglês. Essa condenação da Idade Média é fundamentada antes de tudo na necessidade, para os homens do Renascimento, de voltar à Antiguidade clássica e a seus grandes mestres (Aristóteles e Platão na Grécia, Cícero e Sêneca em Roma), que o pensamento medieval teria ignorado e contra os quais se teria afirmado. [...]

Entre o século XV e XVIII, houve, entre os pensadores, o sentimento de que o mergulho nas trevas que o período medieval representava para eles era acompanhado de um forte recuo do pensamento racional, que cedia lugar ao miraculoso, ao sobrenatural, ao apaixonado. Ora, a maioria dos clérigos da Idade Média, assim como o sistema de educação em vigor nas universidades e nas escolas, referiam-se quase constantemente à razão, e mais precisamente à ratio, sob seus dois sentidos: o de pensamento organizado e o de cálculo.

Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços? Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 75-77.

Marque a alternativa correta com relação às classes de palavras presentes no texto e suas funções sintáticas.

 

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2363068 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR

A hostilidade, ou até mesmo o desprezo, sentido e frequentemente expresso em relação à Idade Média pela elite cultural da época dita do Renascimento, a partir do século XIV, com mais frequência durante o XV e sobretudo o XVI, foi retransmitida e agravada posteriormente, em particular pelos eruditos ditos das Luzes no século XVIII [Século das Luzes, ou Iluminismo]. Eles chegaram até a qualificar a Idade Média como época das trevas, Dark Ages, em inglês. Essa condenação da Idade Média é fundamentada antes de tudo na necessidade, para os homens do Renascimento, de voltar à Antiguidade clássica e a seus grandes mestres (Aristóteles e Platão na Grécia, Cícero e Sêneca em Roma), que o pensamento medieval teria ignorado e contra os quais se teria afirmado. [...]

Entre o século XV e XVIII, houve, entre os pensadores, o sentimento de que o mergulho nas trevas que o período medieval representava para eles era acompanhado de um forte recuo do pensamento racional, que cedia lugar ao miraculoso, ao sobrenatural, ao apaixonado. Ora, a maioria dos clérigos da Idade Média, assim como o sistema de educação em vigor nas universidades e nas escolas, referiam-se quase constantemente à razão, e mais precisamente à ratio, sob seus dois sentidos: o de pensamento organizado e o de cálculo.

Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços? Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 75-77.

Marque a alternativa correta com relação ao uso da pontuação no texto.

 

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2363067 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR

A hostilidade, ou até mesmo o desprezo, sentido e frequentemente expresso em relação à Idade Média pela elite cultural da época dita do Renascimento, a partir do século XIV, com mais frequência durante o XV e sobretudo o XVI, foi retransmitida e agravada posteriormente, em particular pelos eruditos ditos das Luzes no século XVIII [Século das Luzes, ou Iluminismo]. Eles chegaram até a qualificar a Idade Média como época das trevas, Dark Ages, em inglês. Essa condenação da Idade Média é fundamentada antes de tudo na necessidade, para os homens do Renascimento, de voltar à Antiguidade clássica e a seus grandes mestres (Aristóteles e Platão na Grécia, Cícero e Sêneca em Roma), que o pensamento medieval teria ignorado e contra os quais se teria afirmado. [...]

Entre o século XV e XVIII, houve, entre os pensadores, o sentimento de que o mergulho nas trevas que o período medieval representava para eles era acompanhado de um forte recuo do pensamento racional, que cedia lugar ao miraculoso, ao sobrenatural, ao apaixonado. Ora, a maioria dos clérigos da Idade Média, assim como o sistema de educação em vigor nas universidades e nas escolas, referiam-se quase constantemente à razão, e mais precisamente à ratio, sob seus dois sentidos: o de pensamento organizado e o de cálculo.

Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços? Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 75-77.

Marque a alternativa em que os elementos linguísticos descritos não sugerem uma contestação do autor a noções consensuais existentes sobre a Idade Média e o Renascimento.

 

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1991152 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR
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O uso da entrevista no campo profissional do Serviço Social possui uma dinâmica que não é única para a sua realização, visto que a entrevista não é um instrumento de trabalho de uso exclusivo do(a) assistente social. Outros profissionais, como médicos, enfermeiros, psicólogos, advogados, psicopedagogos, profissionais de recursos humanos, entre outros, utilizam-na em seu cotidiano de trabalho para fins variados. Contudo, há que se considerar que o trabalho do(a) assistente social encontra-se sujeito às relações que o circunscrevem. A realidade social – campo de intervenção profissional – encontra-se em permanente movimento. Daí a importância de “ultrapassar a análise do Serviço Social em si mesmo, para situá-lo no contexto das relações sociais mais amplas, que o condicionam e lhe atribuem características particulares” (YAZBEK, 2006, p. 13). Desse modo, são variados os fatores intervenientes à realização da entrevista, assim como as motivações e finalidades que a requerem. Sobre essa processualidade da entrevista à luz do projeto ético-político profissional, é correto afirmar:

I Ao aproximar-se do usuário, o(a) assistente social deve acolhê-lo (e o acolhimento não se restringe aos prelúdios da entrevista, mas é parte integrante do seu processo) e acompanhá-lo até a sua sala de atendimento, onde o convida para sentar-se, deixando-o à vontade. Em seguida, apresenta-se e explica a necessidade da realização da entrevista.

II O descuido relacionado aos momentos que antecedem a entrevista, além de constituir-se em um agravo ético, dificulta a relação entre o assistente social e o usuário. Esse descuido se revela quando o profissional chama o usuário para entrar, sem sair de sua sala de trabalho, muitas vezes utilizando-se de termos inadequados, como o próximo, o seguinte, pode entrar, ou, ainda, pedindo à pessoa que está saindo de sua sala que avise para que o próximo entre.

III Para transmitir maior segurança ao usuário, o profissional pode fazer menção ao Código de Ética Profissional e afirmar que o sigilo constitui um direito do assistente social e que serve igualmente para proteger o usuário em relação às informações passadas ao profissional. Isso evita a sua apreensão sobre o que pode ou não falar ao profissional e de que maneira ele se valerá dessas informações. Se isso não for explicado, o usuário ficará com receio. Além disso, corre-se o risco de o diálogo ficar travado e de as informações serem transmitidas parcialmente.

IV Os documentos resultantes da entrevista devem ser arquivados em locais adequados e utilizados na defesa dos interesses dos usuários, da instituição e do próprio profissional. Além disso, serve como base para os demais profissionais que podem contribuir com sugestão quanto à continuidade das ações profissionais. Por conta disso, os documentos caracterizados como material técnico não devem ser sigilosos, pois isso fere o direito à informação dos demais profissionais que possam ter interesse em participar do atendimento.

 

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1991151 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR
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Fazenda et al. (2008) discutem o que é a interdisciplinaridade em uma perspectiva de educação e de intervenção profissional. No contexto atual de sociedade, pode-se afirmar que a fragmentação do saber originou profissionais cada vez mais especializados, cujas competências isoladas não conseguem atender às exigências e complexidades dos problemas atuais que se desenham nos mais diversos espaços da vida social. Por conta disso, cresce desde a década de 1960 o debate que defende a necessidade de atribuir um enfoque interdisciplinar à formação e à intervenção profissional. Ao discutir interdisciplinaridade, é necessário atentar para uma série de conceitos que apresentam relações semelhantes, com variações apenas no grau de cooperação e coordenação entre as disciplinas. Relacione a sequência correta de acordo com o seu conceito correspondente:

1 – Pluridisciplinaridade
2 – Interdisciplinaridade
3 – Transdisciplinaridade
4 – Multidisciplinaridade

( ) O trabalho acontece de forma isolada, geralmente com troca e cooperação mínima entre as disciplinas.

( ) As disciplinas se agrupam de forma justaposta, com cooperação; porém, cada profissional decide isoladamente.

( ) A coordenação é realizada por todas as disciplinas, propondo a criação de um campo com autonomia teórica, disciplinar e operativa.

( ) As relações profissionais e de poder tendem à horizontalidade, as estratégias de ação são comuns e estabelece-se uma troca recíproca de conhecimento entre as diferentes disciplinas.

 

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1991150 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR
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A partir de Yazbek (1995), Terra (1999; 2007), Iamamoto (2002) e Teixeira (2009), que discutem as atribuições privativas e as competências profissionais do assistente social, podemos considerar que a atuação profissional nas instituições se configura por meio de respostas técnicas e éticas, considerando as requisições sociais e institucionais. Sobre o trabalho do(a) assistente social nas instituições, é correto afirmar:

 

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1991149 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR
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Sobre interdisciplinaridade, assinale a alternativa correta:

 

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1991148 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR
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Relacione a coluna a seguir com as definições que se completam e escolha a alternativa correta:

1. Controle Social
2. Equidade
3. Integralidade
4. Acolhimento
5. Intersetorialidade

( ) Ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde, bem como ações de vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental.

( ) Ações comunicacionais, ato de receber e ouvir a população que procura os serviços de saúde, dando respostas adequadas a cada demanda, em todo o percurso da busca (recepção, clínica, encaminhamento externo, retorno, remarcação e alta).

( ) Participação dos usuários na gestão do SUS. Seus fóruns oficiais são as Conferências e os Conselhos de Saúde.

( ) Um maior valor de financiamento das ações assistenciais para os municípios de menor IDH.

( ) Articular vários setores da sociedade em prol da melhoria da saúde da população.

 

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1991147 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Céu Azul-PR
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O trabalho do(a) assistente social no campo da saúde encontra determinantes de natureza institucional e socioeconômica, fatores que exigem uma intervenção voltada às perspectivas multidisciplinares de intervenção, que impelem o agente profissional a mobilizar forças e saberes capazes de melhor atender aos cidadãos. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.

 

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