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Para Piaget, uma das importantes características do estágio pré-operatório é:
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Freud descreveu em sua segunda tópica que o superego é uma das instâncias da personalidade, tomando como seu o papel que atuará, em sua grande totalidade, como autoridade acerca das funções do ego. Conforme a hipótese clássica, por constituir-se por meio da interiorização das exigências e interdições parentais, o superego é definido como herdeiro:
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Freud (1908, p. 162) comenta que as “fantasias histéricas inconscientes correspondem completamente às situações em que a satisfação é conscientemente obtida pelos perversos”. Qual é o mecanismo de defesa central das perversões?
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Na literatura “O Mal-estar na Civilização” (1930 [1929]), Freud aponta três fontes de sofrimento do humano, sendo o principal o advindo das relações entre os humanos – este, pois, talvez seja o mais penoso de todos os outros, sobretudo em face da tendência do sujeito em tomar o seu próximo como objeto a satisfazer sua agressividade, utilizá-lo sexualmente sem o seu consentimento, causar-lhe sofrimento, humilhá-lo, torturá-lo e matá-lo. Tal agressividade é expressão:
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Estudos etiológicos sobre a Síndrome de Burnout baseiam-se predominantemente na perspectiva social psicológica de Maslach, a qual defende que as características individuais associadas às do contexto e do ambiente de trabalho propiciam o aparecimento dos sintomas. Nesse sentido, a supracitada síndrome é definida como um fenômeno multidimensional que compreende um conjunto de três variáveis ou dimensões relacionadas entre si, mas independentes, sendo elas:
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Emoção e inteligência são temas que têm causado controvérsia entre os pesquisadores, constituindo um novo campo de investigação na ciência psicológica. A Inteligência Emocional (IE) traz consigo a proposta de ampliar o conceito do tradicionalmente inteligente, incluindo em seus domínios variados aspectos relacionados a emoções e sentimentos para fins de compreender as implicações dessa forma de inteligência nos contextos educacionais, sociais, ocupacionais, organizacionais e afins de cada pessoa. Leia as assertivas a seguir e assinale as corretas para o que Wisinger descreve como aspectos básicos de formação da IE.
I A capacidade de perceber, avaliar e expressar corretamente uma emoção.
II A capacidade de gerar ou ter acesso a sentimentos quando eles puderem facilitar sua compreensão de si mesmo ou de outrem.
III A capacidade de produzir o autoconhecimento emocional para fins de reproduzir a empatia.
IV A capacidade de compreender as emoções e o conhecimento derivado delas.
V A capacidade de utilizar-se do raciocínio dedutivo-indutivo, tornando-se hábil no reconhecimento das emoções em outras pessoas.
VI A capacidade de controlar as próprias emoções para promover o crescimento emocional e intelectual.
Estão corretas as assertivas:
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Nos estudos de Wundt, foram adaptados os métodos científicos de investigação para a psicologia. Para ele, as funções mentais mais simples poderiam ser estudadas por meio de métodos de laboratório. Seu objeto de estudo era a consciência. No entanto, apenas o indivíduo que passasse pela experiência proposta seria capaz de observá-la. Foi então que Wundt propôs um estudo experimental de:
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Atualmente, movimento da cultura maker está em alta no sistema educacional, pois, ao brincar e exercitar novas possibilidades, a criança estabelece contato com a experiência como protagonista de seu desenvolvimento. Prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), dentre as várias aplicabilidades que a cultura maker indica, devido ao seu potencial de liberar a criatividade e inventividade dos pequenos, podemos afirmar que essa cultura defende a ideia de que:
I O comportamento das crianças se torna condicionado no momento de construção cognitiva em sala de aula.
II Qualquer criança consegue construir, consertar ou criar seus próprios objetos. Com a revolução digital e a facilidade de acesso aos recursos tecnológicos, essa ideia vem tomando conta de um grande número de pessoas interessadas em criar e compartilhar projetos pautados pela tecnologia.
III Cada criança deve ser um indivíduo criativo, inventivo e produtivo e que, por meio da criação, aprendemos.
IV As crianças não conhecem as regras geralmente aceitas que os adultos impõem a si mesmos e, portanto, são livres para criar ferozmente, sem medo de julgamento.
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O fracasso escolar assola os bancos escolares, afugentando os alunos e deixando professores, direção e equipe pedagógica desalentados, procurando e não encontrando soluções sobre o que fazer. Mudança é um processo, exige um árduo trabalho de desconstrução e reconstrução, na qual todos os envolvidos devem se dedicar, contínua e pacientemente. Dessa forma, a relação professor-aluno é fundamental para os resultados na aprendizagem, pois envolve:
I O professor ser o condutor da aprendizagem do aluno, possibilitando o pensar, o refletir, o compreender. O aluno construir uma rede relacional, em que o novo conhecimento esteja vinculado ao conhecimento pré-existente, ampliando-o e modificando-o.
II Compreender o real significado de ensinar é fundamental para a ação docente. Ensinar contém em si duas dimensões: utilização intencional e resultado, ou seja, a intenção de ensinar e a efetivação dessa meta pretendida.
III A necessidade de revisar o assistir aula, pois a ação de assimilar, agarrar não é passiva. O agarrar por parte do aluno exige ação constante e consciente. O assistir ou dar aulas deve ser substituído pela ação conjunta do fazer aulas, surgindo então a necessidade de uma atuação diferenciada por parte do professor, escolhendo e efetivando estratégias que facilitem esse novo fazer.
IV A realidade de uma sala de aula que pode levar ou não o aluno a apropriar-se dos conhecimentos, a desenvolver ou não formas de pensar que possibilitem novas aprendizagens. Assim, se o professor ensinou e o aluno não aprendeu, apenas uma parte do processo aconteceu. Houve a intenção, mas não houve o resultado.
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Para a maioria dos grupos sociais, a brincadeira é consagrada como atividade essencial ao desenvolvimento infantil (QUEIROZ et al., Brincadeira e Desenvolvimento Infantil: um olhar sociocultural construtivista, Paidéia, v. 16, n. 34, p. 169-179, 2006). Nesse sentido, historicamente, o procedimento lúdico sempre esteve presente na Educação Infantil. Assim, além de promover o desenvolvimento global das crianças, a brincadeira é cada vez mais entendida como atividade que incentiva:
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