Foram encontradas 190 questões.
2521699
Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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Marque a alternativa que NÃO corresponde com as várias atuações do Terapeuta Ocupacional, em contextos hospitalares.
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Observe a árvore filogenética abaixo, que ilustra as relações de ancestralidade entre morcego, rato, pássaro e crocodilo.

Analise as afirmativas abaixo:
I. Asas de pássaros e morcegos são homólogas.
PORQUE
II. Embora as asas de pássaros e morcegos exerçam a mesma função (vôo), ambas apresentam origens evolutivas diferentes.
Sobre essas duas afirmativas, é CORRETO afirmar que
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2521251
Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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No diagnóstico da doença de Alzheimer, o tratamento é de suma importância desde o primeiro momento da confirmação do diagnóstico. No que se refere à intervenção do profissional Terapeuta Ocupacional, marque a alternativa que contém a abordagem CORRETA:
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2521232
Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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The Joy of Reading Leaves Men on the Shelf.
When it comes to reading habits, women are chapters ahead of men, a survey reveals today. The study of what Britons read - and when - found that 35 per cent of men had not read a book for pleasure for five years or more, compared to only one in five women.
The Book Marketing Ltd survey also reveals that while 47 per cent of women claimed to have finished a book in the previous fortnight, only 30 per cent of men could say the same. Reading habits differ markedly with age, according to the survey, reported in the latest issue of Cultural Trends, from the Policy Studies Institute. While only 18 per cent of those aged 15 to 24 had read a book in the week before they were questioned, the figure for people aged between 25 and 34 was 21 per cent, and 41 per cent for those over 55.
Cookery books, with many titles linked to television series to the fore, are the most popular type of book bought, although romantic fiction and puzzle books have the biggest volume of sales.
For example, culinary titles were bought by 21 per cent of those who purchased a book compared to 18 per cent who bought a crime story or thriller, 12 per cent who bought a romantic novel and 7 per cent who bought a work of 20th-century fiction. A quick look around London book stores yesterday bore out some of the findings, with a range of cooking books, romantic works and thrillers among the most popular. Also selling well are "trophy" books such as Richard Dawkins' The Selfish Gene; titles which look good on the bookcase but which tend to be more purchased than read.
The finding that women are greater readers than men was supported by a quick survey of book buyers by The Independent. "I think it's because women are continually trying to change and improve themselves, and are more flexible and open to new experiences," Liz Kay, a curator at the Tate Gallery, said. Tamsin Summerson, 22, said she was aware of the difference among her friends. "If you ask a man what book they've just read they're likely to have forgotten or they will change the subject. With a woman you're more likely to get into a lengthy discussion about it."
But whichever sex you are, it is getting harder to be well-read. The number of books published has risen steadily in recent years, from just under 55,000 in 1987 to just over 95,000 today. Book prices have risen from an average of pounds 7.93 for a novel in 1991 compared with 8.99 today. Consumer spending on books has jumped, from pounds 755 million in 1985 to pounds 1,673 million.
Source: ( Independent: Marianne Macdonald and Michael Streeter , Wednesday 1 January 1997)
Mark the alternative which contains CORRECT plural form of:
Mouse – Fish – Datum – Information – Car – Safe – Tooth
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Debate sobre bullying se torna obrigatório nas escolas brasileiras
Lei federal que passa a vigorar nesta semana obriga escolas, clubes e agremiações a ter ações contra este tipo de violência
Antes tabu nas escolas, o bullying ganha cada vez mais espaço como tema de aula. Colégios apostam em estratégias diversas - de cartilhas a teatros - para prevenir e combater esse tipo de violência. Uma lei federal, que começa a vigorar nesta semana, vai obrigar todas as escolas a ter ações contra o bullying.
Além dos estabelecimentos de ensino, a nova regra vale para clubes e agremiações recreativas. Pais e professores também devem ser orientados sobre bullying - quando há perseguição sistemática, física ou psicológica, presencial ou virtual. Outra previsão é dar assistência psicológica e jurídica às vítimas e aos agressores.
Na maioria das escolas, as ações mais intensas são no ensino fundamental 2 (6º ao 9º anos), quando os alunos começam a adolescência. O Colégio Horizontes Uirapuru, em Cerqueira César, região central da cidade, usa psicodramas - pequenas dramatizações - para mostrar os efeitos do bullying aos estudantes dessa faixa etária. (...)
No Colégio Rio Branco, em Higienópolis, na região central, a ficção também é uma ferramenta de prevenção. Alunos do 7º ano do fundamental criam filmes em stop motion para discutir o bullying. Com papelão, bonecos de plástico e massinha, eles filmam cenas que reproduzem casos de violência. "Já vi aluno pedindo desculpas ao colega por reconhecer que fazia uma agressão desse tipo", conta Jorge Farias, professor de Tecnologia e criador do projeto. "O principal objetivo é que eles proponham soluções."
A versão online da violência é a que mais preocupa educadores. "Na rede social, eles se sentem protegidos, anônimos", diz Farias. No Colégio Horizontes Uirapuru, uma professora acompanha a timeline de alunos nas redes sociais, para identificar possíveis problemas. O risco maior está em grupos fechados, como os de WhatsApp.
Nem todas as escolas conseguem identificar e resolver os casos de bullying. A enfermeira Geisa Araújo, de 44 anos, tirou o filho de um colégio particular da capital por causa da inabilidade da diretoria para tratar do problema. Após uma cirurgia cerebral, o filho de Geisa, hoje com 10 anos, ficou mais lento e com excesso de peso. "Os colegas chamavam de 'gordo nojento e isolavam", conta. "No início, não acreditei nele. Só vi de fato quando passei a levá-lo todos os dias para a aula. Ele chorava, não queria ir para a escola." Revoltada com a omissão do colégio, que minimizou o caso, buscou outra escola, pública. "Eu me senti desamparada", reclama. "Até hoje, não desgruda de mim para nada."
Segundo Marta Angélica Iossi, especialista em saúde escolar, é importante que as escolas deem voz às crianças e adolescentes: "Muitos adultos encaram o bullying como natural da idade. Mas quando a criança está sofrendo, não tem nada normal nisto". Outra preocupação deve ser com o agressor: "Ele não deve ser punido, também precisa de ajuda. A maioria dos programas só olha a vítima", aponta a médica. Para a psicopedagoga Maria Irene Maluf, é difícil lidar com os pais. "Muitos não veem a situação com clareza. Devem ser tratados ao lado da criança."
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/debate-sobre-bullying-se-torna-obrigatorio-nas-escolas-brasileiras> A cesso em: 09/02/2016
Leia:
“(...) Outra previsão é dar assistência psicológica e jurídica às vítimas e aos agressores. (...)”
Marque a alternativa em que a crase seja OBRIGATÓRIA:
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Sobre a avaliação escolar, aplicada aos alunos, o CBC de História determina que esta se trata:
I. De provas como o mais eficaz meio de avaliar as habilidades a serem desenvolvidas em cada série ou ciclo de escolaridade, favorecendo o raciocínio histórico, a perspectiva temporal e a investigação.
II. De instrumentos que visam contemplar aspectos e atitudes de educação histórica na esfera da sociabilidade dos alunos, dando especial atenção ao desenvolvimento de compromisso com o seu grupo, com a comunidade escolar, assim como com o patrimônio histórico e cultural local e do País.
III. De um processo que implica diagnóstico, acompanhamento e busca de superação das dificuldades. Isso significa compreender a avaliação como parte do próprio processo de aprendizagem, constituindo-se num grande desafio não só para os professores de História, mas para o conjunto dos professores de uma mesma escola.
IV. De atividades que permitam acompanhar por meio de fichas individuais o desenvolvimento das habilidades de raciocínio, o processo de construção de cada educando, substituindo a pontuação das provas por conceitos (A, B,C e D) para os alunos com dificuldade de aprendizagem.
Marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE as afirmativas que estão de acordo com as propostas do CBC:
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2520770
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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A respeito da Ética profissional, marque a alternativa CORRETA:
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2520354
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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“Aprender é uma tarefa árdua, na qual se convive o tempo inteiro com o que ainda não é conhecido”.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Introdução. Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. p.66.
Sobre o processo de ensino e aprendizagem é INCORRETO afirmar:
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Marque a alternativa CORRETA:
Uma massa de ar tropical marítima é caracterizada por ser:
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Estatuto da Criança e do Adolescente não é cumprido, avaliam especialistas
Em evento da série Diálogos Capitais, o defensor público Giancarlo Vay e o promotor Tiago de Toledo Rodrigues criticam a redução da maioridade penal
Alvo de críticas por parte dos setores que defendem a redução da maioridade penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não foi mal elaborado, mas é executado de forma defeituosa. O diagnóstico é do defensor público Giancarlo Vay e do promotor Tiago de Toledo Rodrigues, promotor da Vara de Infância e Juventude. (...)
Para Tiago Rodrigues, o ECA é um projeto feito por pessoas de extrema competência, pesquisado por juristas do mundo inteiro, mas aplicado de maneira parcial e equivocada pelo poder público. “Como posso dizer que o projeto é ruim se ele não foi cumprido?", questionou o promotor. "Quem pode concluir pela falência de uma lei que não foi respeitada? Isso seria no mínimo um preconceito legislativo", disse.
Em fevereiro, Rodrigues assinou com outros colegas o texto "A falência da Fundação Casa", no qual fez inúmeras críticas à instituição responsável pelos menores infratores de São Paulo, onde há elevados índices de reincidência, superlotação de unidades, frequentes rebeliões, notícias regulares de torturas, e insalubridade das condições de moradia, entre outros problemas.
Vay também destacou a existência de uma série de violações dentro do processo de socialização do adolescente e lembrou que apenas este é responsabilizado. Com os governantes, que deveriam garantir condições para o desenvolvimento dos adolescentes, nada ocorre. “Infelizmente, [o sistema socioeducativo] serve para docilizar os corpos revoltados que não se adequam às normas sociais impostas", afirmou.
Para Vay, a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e foi aprovada em primeiro turno pela Câmara "está sendo vendida como uma panaceia para todos os problemas”. Rodrigues lembrou que há um sentimento de insegurança na sociedade e Vay atribuiu parte desse fenômeno a determinados veículos de imprensa.
Segundo o defensor público, há uma “mídia marrom” que veicula cada dia mais reportagens sobre a violência, passando uma impressão de que a criminalidade é ainda maior.
Um argumento muito utilizado pelos setores favoráveis à redução da maioridade penal é de que um jovem de 16 anos possui plena responsabilidade e consciência ao pegar uma arma e praticar um crime. Segundo Tiago Rodrigues, esse questionamento é simplista e trata de forma equivocada sobre o conceito de imputabilidade penal.
“Imputabilidade penal é a capacidade de entender a si mesmo, o mundo que o cerca e ter maturidade para se comportar de acordo com esse entendimento, para refrear seus instintos", diz. "Reduzir a maioridade penal não pode ser admitido, porque entre os 16 e 18 anos não há suficiente maturidade para que o sujeito tenha uma responsabilização na condição de adulto", afirmou."E ele vai sofrer uma sanção, que pode ser, inclusive, de internação."
Vay destacou o fato de que não há relação alguma entre o conceito de imputabilidade penal e a questão da consciência anteriormente indagada. “A proposta da Câmara que propõe reduzir a imputabilidade para somente alguns crimes é meio que esquisita, porque você tem a consciência de compreender a licitude de alguns atos, mas não teria a consciência para compreender de outros atos", diz. "É exatamente por essa razão que eu friso que a questão da imputabilidade penal nada tem a ver com a questão da consciência.”
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/em-sao-paulo-carta-capital-debate-a-reducao-da-maioridade-penal-1006.html> Acesso em: 18/11/2015
Observe:
I. Infelizmente
II. Simplista
III. Insalubridade
IV. Reincidência
Sobre o processo de formação de palavras, marque a alternativa CORRETA:
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