Foram encontradas 542 questões.
Desmatamento no Brasil
O Brasil tem feito grandes progressos em matéria de meio
ambiente. Reduziu a extração ilegal de madeira, tem uma política
ambiental severa e um sistema de alto nível para controlar esta
política, mas ainda desmata uma área equivalente ao território
de Israel a cada quatro anos.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE) divulgou um relatório para analisar o
desempenho das políticas de proteção ambiental no Brasil, no
qual apontou que, apesar de melhorias visíveis, o país ainda tem
a maior perda de área florestal do mundo: 4.800 quilômetros
quadrados, de acordo com dados de 2014.
E uma das principais falhas de seu vasto programa ambiental
é, para a OCDE, a longa brecha entre a legislação adotada e sua
implementação de fato.
“O crescimento econômico e urbano, a expansão agrícola e de
infraestrutura também aumentaram o consumo de energia, o uso
de recursos naturais e as pressões ambientais", aponta o relatório
apresentado nesta quarta-feira, em Brasília.
“Apesar da severa legislação ambiental, ainda há muitas
lacunas na sua execução e cumprimento. No atual cenário de
uma economia encolhendo, uma melhor integração dos objetivos
ambientais e das políticas econômicas e setoriais ajudaria o Brasil
a avançar no sentido de um desenvolvimento mais verde e mais
sustentável, se assim o desejar", acrescenta o texto.
No entanto, este país que abriga a maior biodiversidade do
planeta está longe de ser a dramática situação de 2004, quando a
floresta perdeu 27.000 quilômetros quadrados de árvores. É
também a nação dos BRICS com maior oferta de energia
renovável e já reduziu suas emissões para níveis abaixo da meta
estabelecida para 2020.
Mas os desafios permanecem, pouco antes do início da
Conferência do Clima de Paris, que em dezembro reunirá 195
delegações a fim de manter o aumento constante da
temperatura global a um máximo de 2°C desde o início da
Revolução Industrial.
O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
(UOL Notícias, novembro de 2015)
“‘O crescimento econômico e urbano, a expansão agrícola e de infraestrutura também aumentaram o consumo de energia, o uso de recursos naturais e as pressões ambientais’, aponta o relatório apresentado nesta quarta-feira, em Brasília.”
Assinale a opção que indica o problema referido nesse segmento do texto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Desmatamento no Brasil
O Brasil tem feito grandes progressos em matéria de meio
ambiente. Reduziu a extração ilegal de madeira, tem uma política
ambiental severa e um sistema de alto nível para controlar esta
política, mas ainda desmata uma área equivalente ao território
de Israel a cada quatro anos.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE) divulgou um relatório para analisar o
desempenho das políticas de proteção ambiental no Brasil, no
qual apontou que, apesar de melhorias visíveis, o país ainda tem
a maior perda de área florestal do mundo: 4.800 quilômetros
quadrados, de acordo com dados de 2014.
E uma das principais falhas de seu vasto programa ambiental
é, para a OCDE, a longa brecha entre a legislação adotada e sua
implementação de fato.
“O crescimento econômico e urbano, a expansão agrícola e de
infraestrutura também aumentaram o consumo de energia, o uso
de recursos naturais e as pressões ambientais", aponta o relatório
apresentado nesta quarta-feira, em Brasília.
“Apesar da severa legislação ambiental, ainda há muitas
lacunas na sua execução e cumprimento. No atual cenário de
uma economia encolhendo, uma melhor integração dos objetivos
ambientais e das políticas econômicas e setoriais ajudaria o Brasil
a avançar no sentido de um desenvolvimento mais verde e mais
sustentável, se assim o desejar", acrescenta o texto.
No entanto, este país que abriga a maior biodiversidade do
planeta está longe de ser a dramática situação de 2004, quando a
floresta perdeu 27.000 quilômetros quadrados de árvores. É
também a nação dos BRICS com maior oferta de energia
renovável e já reduziu suas emissões para níveis abaixo da meta
estabelecida para 2020.
Mas os desafios permanecem, pouco antes do início da
Conferência do Clima de Paris, que em dezembro reunirá 195
delegações a fim de manter o aumento constante da
temperatura global a um máximo de 2°C desde o início da
Revolução Industrial.
O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
(UOL Notícias, novembro de 2015)
“O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um ator-chave para um acordo bem-sucedido em Paris.”
Nessa referência, fica clara que a importância do Brasil nessa conferência é grande em virtude de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Cabeça nas nuvens
Quando foi convidado para participar da feira de educação da Microsoft, Diogo Machado já sabia que projeto desenvolver.
O estagiário de Informática da Escola Estadual Professor Francisco Coelho, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), estava cansado de ouvir reclamações de alunos que perdiam arquivos no computador. Decidiu criar um sistema para salvar trabalhos na própria internet, como ele já fazia com seus códigos de programação. Dessa forma, se o computador desse pau, o conteúdo ficaria seguro e poderia ser acessado de qualquer máquina. A ideia do recém-formado técnico em Informática se baseava em clouding computing (ou computação em nuvem), tecnologia que é aposta de gigantes como Apple e Google para o armazenamento de dados no futuro.
Em três meses, Diogo desenvolveu o Escola na Nuvem (escolananuvem.com.br), um portal em que estudantes e professores se cadastram e podem armazenar e trocar conteúdos, como o trabalho de Matemática ou os tópicos da aula anterior. As informações ficam em um disco virtual, sempre disponíveis para consulta via web.
(Extraído da Revista Galileu, nº 241)
Analise as frases a seguir.
I. “como ele já fazia com seus códigos de programação".
II. “aposta de gigantes como Apple e Google".
III. “trocar conteúdos como o trabalho de matemática".
Em relação ao emprego do vocábulo em destaque nas frases acima, assinale a afirmativa correta.
Cabeça nas nuvens
Quando foi convidado para participar da feira de educação da Microsoft, Diogo Machado já sabia que projeto desenvolver.
O estagiário de Informática da Escola Estadual Professor Francisco Coelho, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), estava cansado de ouvir reclamações de alunos que perdiam arquivos no computador. Decidiu criar um sistema para salvar trabalhos na própria internet, como ele já fazia com seus códigos de programação. Dessa forma, se o computador desse pau, o conteúdo ficaria seguro e poderia ser acessado de qualquer máquina. A ideia do recém-formado técnico em Informática se baseava em clouding computing (ou computação em nuvem), tecnologia que é aposta de gigantes como Apple e Google para o armazenamento de dados no futuro.
Em três meses, Diogo desenvolveu o Escola na Nuvem (escolananuvem.com.br), um portal em que estudantes e professores se cadastram e podem armazenar e trocar conteúdos, como o trabalho de Matemática ou os tópicos da aula anterior. As informações ficam em um disco virtual, sempre disponíveis para consulta via web.
(Extraído da Revista Galileu, nº 241)
Analise as frases a seguir.
I. “como ele já fazia com seus códigos de programação".
II. “aposta de gigantes como Apple e Google".
III. “trocar conteúdos como o trabalho de matemática".
Em relação ao emprego do vocábulo em destaque nas frases acima, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Na fala do personagem da charge, há a presença de um tipo de linguagem figurada denominada
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a opção que indica a forma de reescritura proposta para
os segmentos abaixo que modifica o sentido original.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Novelas
Não vejo novelas. A última que me prendeu no sofá foi escrita pelo Dias Gomes, que era um craque. Hoje, 15 segundos de novela bastam para me matar de tédio. Os mesmos personagens, o mesmo enredo, as mesmas caretas, as mesmas frases idiotas, as mesmas cenas toscas, a mesma história chata.
(Roberto Gomes, Gazeta do Povo, 2009)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Desmatamento no Brasil
O Brasil tem feito grandes progressos em matéria de meio
ambiente. Reduziu a extração ilegal de madeira, tem uma política
ambiental severa e um sistema de alto nível para controlar esta
política, mas ainda desmata uma área equivalente ao território
de Israel a cada quatro anos.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE) divulgou um relatório para analisar o
desempenho das políticas de proteção ambiental no Brasil, no
qual apontou que, apesar de melhorias visíveis, o país ainda tem
a maior perda de área florestal do mundo: 4.800 quilômetros
quadrados, de acordo com dados de 2014.
E uma das principais falhas de seu vasto programa ambiental
é, para a OCDE, a longa brecha entre a legislação adotada e sua
implementação de fato.
“O crescimento econômico e urbano, a expansão agrícola e de
infraestrutura também aumentaram o consumo de energia, o uso
de recursos naturais e as pressões ambientais", aponta o relatório
apresentado nesta quarta-feira, em Brasília.
“Apesar da severa legislação ambiental, ainda há muitas
lacunas na sua execução e cumprimento. No atual cenário de
uma economia encolhendo, uma melhor integração dos objetivos
ambientais e das políticas econômicas e setoriais ajudaria o Brasil
a avançar no sentido de um desenvolvimento mais verde e mais
sustentável, se assim o desejar", acrescenta o texto.
No entanto, este país que abriga a maior biodiversidade do
planeta está longe de ser a dramática situação de 2004, quando a
floresta perdeu 27.000 quilômetros quadrados de árvores. É
também a nação dos BRICS com maior oferta de energia
renovável e já reduziu suas emissões para níveis abaixo da meta
estabelecida para 2020.
Mas os desafios permanecem, pouco antes do início da
Conferência do Clima de Paris, que em dezembro reunirá 195
delegações a fim de manter o aumento constante da
temperatura global a um máximo de 2°C desde o início da
Revolução Industrial.
O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
(UOL Notícias, novembro de 2015)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Novelas
Não vejo novelas. A última que me prendeu no sofá foi escrita pelo Dias Gomes, que era um craque. Hoje, 15 segundos de novela bastam para me matar de tédio. Os mesmos personagens, o mesmo enredo, as mesmas caretas, as mesmas frases idiotas, as mesmas cenas toscas, a mesma história chata.
(Roberto Gomes, Gazeta do Povo, 2009)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A conquista do Brasil
Por gerações, o brasileiro se acostumou a ver o seu país, sua
história e sua cultura como exemplos de paz e confraternização
sem paralelo entre as nações. A imagem do brasileiro como um
povo cordial que aceita melhor a miscigenação e é mais tolerante
com as diferenças sociais e políticas, num país conciliador, que
não se envolve em guerras e se mantém neutro diante de
conflitos, se sobrepõe como traço cultural, sem grandes traumas
nem contestações.
Os brasileiros se orgulham de pensar que o Brasil não precisou de uma guerra com a que separou os Estados Unidos da Inglaterra, nem passou por conflitos internos sangrentos como a Secessão. Manteve-se afastado das conflagrações, a começar pelas duas guerras mundiais que marcaram a primeira metade do século XX – na segunda delas, meio pró-forma, enviou expedicionários à Itália, numa fase em que o conflito já se encaminhava para o fim. O país manteve-se neutro na maioria dos grandes conflitos passados, recentes e contemporâneos. E saiu pacificamente de uma ditadura militar de 21 anos, em 1985, com o restabelecimento do governo civil e, depois, da democracia.
Ao construir um modelo de concórdia, que combina com a fachada do povo pobre, mas alegre, que se expressa pelo carnaval, o samba e o futebol, o Brasil esqueceu muita coisa. Foi o último país do mundo a abolir a escravidão, em 13 de maio de 1888. Um dos seus maiores heróis nacionais, Tiradentes, foi esquartejado. O Brasil dizimou a população masculina de um país vizinho na Guerra do Paraguai. Deixou uma esteira de mortos nos porões do regime militar, que pela via do golpe havia derrubado em 1964 o presidente João Goulart.
Aliviaram-se tensões sociais latentes e sepultou-se o passado beligerante sobre o qual foi construída uma nação homogênea, mesmo em meio a tanta diversidade. O Brasil acomodou-se à versão oficial de sua história, em que foram escondidas as rupturas, as questões sociais e os fatos que não interessam tanto a sua autoimagem dentro do mundo civilizado.
Os brasileiros se orgulham de pensar que o Brasil não precisou de uma guerra com a que separou os Estados Unidos da Inglaterra, nem passou por conflitos internos sangrentos como a Secessão. Manteve-se afastado das conflagrações, a começar pelas duas guerras mundiais que marcaram a primeira metade do século XX – na segunda delas, meio pró-forma, enviou expedicionários à Itália, numa fase em que o conflito já se encaminhava para o fim. O país manteve-se neutro na maioria dos grandes conflitos passados, recentes e contemporâneos. E saiu pacificamente de uma ditadura militar de 21 anos, em 1985, com o restabelecimento do governo civil e, depois, da democracia.
Ao construir um modelo de concórdia, que combina com a fachada do povo pobre, mas alegre, que se expressa pelo carnaval, o samba e o futebol, o Brasil esqueceu muita coisa. Foi o último país do mundo a abolir a escravidão, em 13 de maio de 1888. Um dos seus maiores heróis nacionais, Tiradentes, foi esquartejado. O Brasil dizimou a população masculina de um país vizinho na Guerra do Paraguai. Deixou uma esteira de mortos nos porões do regime militar, que pela via do golpe havia derrubado em 1964 o presidente João Goulart.
Aliviaram-se tensões sociais latentes e sepultou-se o passado beligerante sobre o qual foi construída uma nação homogênea, mesmo em meio a tanta diversidade. O Brasil acomodou-se à versão oficial de sua história, em que foram escondidas as rupturas, as questões sociais e os fatos que não interessam tanto a sua autoimagem dentro do mundo civilizado.
(Thales Guaracy)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A novela
Considerar a telenovela um produto cultural alienante é um
tremendo preconceito da universidade. Quem acha que novela
aliena está na verdade chamando o povo de débil mental.
Bobagem imaginar que alguém é induzido a pensar que a vida é
um mar de rosas só por causa de um enredo açucarado.
A telenovela brasileira é um produto cultural de alta qualidade
técnica, e algumas delas são verdadeiras obras de arte.
Ela é educativa no sentido de levantar certas discussões para
um público relativamente pouco informado. Na década de 70, os
autores faziam isso de maneira mais sutil. Nos dias atuais, sem
censura, as discussões podem ser mais abertas.
(Maria Aparecida Baccega,
Coordenadora do Centro de Pesquisa de Telenovela da USP)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container