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INSTRUÇÃO: Leia o texto, com atenção, e responda às questões 01 a 10.
COMIDA É TUDO
1Nosso apetite é mais forte que nós. Foi ele que espalhou a humanidade pelo mundo e que possibilitou a
civilização, a cultura e a industrialização. [...]
O apetite é, antes de tudo, um instinto. Precisamos comer para sobreviver, assim como precisamos respirar,
beber e dormir. É um instinto tão poderoso que pessoas esfomeadas não conseguem pensar em outra coisa senão
5em comida. Mas os seres humanos, ao longo de sua evolução, transformaram o ato de comer em algo muito mais
significativo que a mera satisfação de uma necessidade. Comer é prazer. É uma das mais ricas experiências
sensoriais que podemos ter. Comer é, também, um ato emocional. Traz conforto, tranquilidade e, às vezes, culpa.
Influencia nosso humor e disposição. Para alguns, chega a ser uma experiência espiritual. [...]
A relação das pessoas com a comida era bem mais direta na Pré-História. Não havia lavouras e nem mercados.
10Para comer, tínhamos que caçar animais ou coletar plantas, raízes e frutas que nos dessem sustento. Não bastasse
o esforço exigido para realizar essas atividades, a mãe natureza nos obrigava a migrar a cada estação, em busca de
alimento. Com o advento da agricultura e a domesticação de alguns animais há 8 mil anos, conseguimos nos
estabelecer. A tarefa de nos alimentarmos passou a exigir menos tempo e menos esforço. Os períodos de escassez
de comida, embora persistissem, se tornaram cada vez menos frequentes. Aprendemos a conservar alimentos
15salgando-os, secando-os e defumando-os.
Mas as mudanças mais expressivas em nossa relação com a comida ocorreram ao longo dos últimos mil anos.
A evolução tecnológica e científica, a urbanização, a industrialização e a automação foram tornando os alimentos
cada vez mais variados e disponíveis. [...]
Os avanços dos últimos 200 anos e a sua aplicação à alimentação foram essenciais para o desenvolvimento da
20civilização moderna. A conservação de alimentos em recipientes hermeticamente fechados, a pasteurização e a
refrigeração aumentaram a vida útil dos alimentos, acabaram com a escassez e permitiram, entre outras coisas, o
surgimento de grandes cidades. É possível dizer que a proliferação da nossa espécie nesse planeta se deve quase
exclusivamente ao fato de termos dominado técnicas de produção e distribuição de alimentos. [...]
Hoje, há alimento para todos. A fome ainda existe, mas só por questões econômicas – o que não é pouco. O
25planeta produz alimento suficiente para todos seus habitantes humanos. Mas essa revolução alimentar deixou nossa
biologia perdida. Cientistas ainda entendem pouco sobre os sistemas biológicos que regulam nosso apetite [...], mas
já podem afirmar que nossa constituição conspira para nos engordar. Poderosos mecanismos estimulam o consumo
de calorias, enquanto mecanismos para inibir o apetite são muito menos potentes. É claro, eles todos foram
moldados em tempos de escassez – somos configurados para acumular e armazenar energia na forma de gordura
30durante os períodos de abundância. [...]
Desde então e cada vez mais, a ciência vem confirmando que não somos de todo culpados por nossas
gordurinhas. Somos vítimas de uma composição genética obsoleta, pouco adequada ao ambiente de abundância no
qual vivemos. [...]
Mas isso não quer dizer que estejamos todos fadados a conviver com a compulsão por comida. Em
35circunstâncias normais qualquer um de nós é capaz de resistir à tentação. Porém, há vários fatores que diminuem
nossa resistência. Entre eles, tristeza, medo, tensão e preocupação. O estresse em todas as suas formas nos causa
desconforto, nos desequilibra e nos leva a tentar encontrar um novo equilíbrio por meio de algo que nos dê prazer.
[...] Comida alivia o estresse e vivemos numa sociedade em que tanto comida quanto estresse são abundantes.
Um jeito de contrabalançar a energia que consumimos é gastá-la. Podemos comer nosso bolo de chocolate,
40mas vamos ter que fazer meia hora de esteira depois. Acontece que a maioria de nós é dependente também das
tecnologias que nos levam à inatividade. O carro, o elevador, o computador e a televisão são algumas das
maravilhas tecnológicas que nos ajudam a levar a vida com um mínimo de esforço. E talvez seja por isso que esteja
ocorrendo uma verdadeira epidemia de obesidade no mundo.
[...] Isso não seria tão grave se a obesidade não trouxesse consigo tantos problemas. Além de condições
45psicológicas como a depressão, ela está associada à incidência de diabetes, problemas cardíacos, hepáticos e até
câncer.
Aparentemente, estamos diante de um paradoxo. Foi a crescente abundância de comida que levou a espécie
humana a se multiplicar e a dominar o planeta inteiro. E essa mesma abundância, se continuar nos engordando,
poderá acabar por nos destruir. [...]
Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/comida-e-tudo/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que contém a palavra com sentido contrário ao da palavra “fome” (linha 24), conforme empregada no texto.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto, com atenção, e responda às questões 01 a 10.
COMIDA É TUDO
1Nosso apetite é mais forte que nós. Foi ele que espalhou a humanidade pelo mundo e que possibilitou a
civilização, a cultura e a industrialização. [...]
O apetite é, antes de tudo, um instinto. Precisamos comer para sobreviver, assim como precisamos respirar,
beber e dormir. É um instinto tão poderoso que pessoas esfomeadas não conseguem pensar em outra coisa senão
5em comida. Mas os seres humanos, ao longo de sua evolução, transformaram o ato de comer em algo muito mais
significativo que a mera satisfação de uma necessidade. Comer é prazer. É uma das mais ricas experiências
sensoriais que podemos ter. Comer é, também, um ato emocional. Traz conforto, tranquilidade e, às vezes, culpa.
Influencia nosso humor e disposição. Para alguns, chega a ser uma experiência espiritual. [...]
A relação das pessoas com a comida era bem mais direta na Pré-História. Não havia lavouras e nem mercados.
10Para comer, tínhamos que caçar animais ou coletar plantas, raízes e frutas que nos dessem sustento. Não bastasse
o esforço exigido para realizar essas atividades, a mãe natureza nos obrigava a migrar a cada estação, em busca de
alimento. Com o advento da agricultura e a domesticação de alguns animais há 8 mil anos, conseguimos nos
estabelecer. A tarefa de nos alimentarmos passou a exigir menos tempo e menos esforço. Os períodos de escassez
de comida, embora persistissem, se tornaram cada vez menos frequentes. Aprendemos a conservar alimentos
15salgando-os, secando-os e defumando-os.
Mas as mudanças mais expressivas em nossa relação com a comida ocorreram ao longo dos últimos mil anos.
A evolução tecnológica e científica, a urbanização, a industrialização e a automação foram tornando os alimentos
cada vez mais variados e disponíveis. [...]
Os avanços dos últimos 200 anos e a sua aplicação à alimentação foram essenciais para o desenvolvimento da
20civilização moderna. A conservação de alimentos em recipientes hermeticamente fechados, a pasteurização e a
refrigeração aumentaram a vida útil dos alimentos, acabaram com a escassez e permitiram, entre outras coisas, o
surgimento de grandes cidades. É possível dizer que a proliferação da nossa espécie nesse planeta se deve quase
exclusivamente ao fato de termos dominado técnicas de produção e distribuição de alimentos. [...]
Hoje, há alimento para todos. A fome ainda existe, mas só por questões econômicas – o que não é pouco. O
25planeta produz alimento suficiente para todos seus habitantes humanos. Mas essa revolução alimentar deixou nossa
biologia perdida. Cientistas ainda entendem pouco sobre os sistemas biológicos que regulam nosso apetite [...], mas
já podem afirmar que nossa constituição conspira para nos engordar. Poderosos mecanismos estimulam o consumo
de calorias, enquanto mecanismos para inibir o apetite são muito menos potentes. É claro, eles todos foram
moldados em tempos de escassez – somos configurados para acumular e armazenar energia na forma de gordura
30durante os períodos de abundância. [...]
Desde então e cada vez mais, a ciência vem confirmando que não somos de todo culpados por nossas
gordurinhas. Somos vítimas de uma composição genética obsoleta, pouco adequada ao ambiente de abundância no
qual vivemos. [...]
Mas isso não quer dizer que estejamos todos fadados a conviver com a compulsão por comida. Em
35circunstâncias normais qualquer um de nós é capaz de resistir à tentação. Porém, há vários fatores que diminuem
nossa resistência. Entre eles, tristeza, medo, tensão e preocupação. O estresse em todas as suas formas nos causa
desconforto, nos desequilibra e nos leva a tentar encontrar um novo equilíbrio por meio de algo que nos dê prazer.
[...] Comida alivia o estresse e vivemos numa sociedade em que tanto comida quanto estresse são abundantes.
Um jeito de contrabalançar a energia que consumimos é gastá-la. Podemos comer nosso bolo de chocolate,
40mas vamos ter que fazer meia hora de esteira depois. Acontece que a maioria de nós é dependente também das
tecnologias que nos levam à inatividade. O carro, o elevador, o computador e a televisão são algumas das
maravilhas tecnológicas que nos ajudam a levar a vida com um mínimo de esforço. E talvez seja por isso que esteja
ocorrendo uma verdadeira epidemia de obesidade no mundo.
[...] Isso não seria tão grave se a obesidade não trouxesse consigo tantos problemas. Além de condições
45psicológicas como a depressão, ela está associada à incidência de diabetes, problemas cardíacos, hepáticos e até
câncer.
Aparentemente, estamos diante de um paradoxo. Foi a crescente abundância de comida que levou a espécie
humana a se multiplicar e a dominar o planeta inteiro. E essa mesma abundância, se continuar nos engordando,
poderá acabar por nos destruir. [...]
Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/comida-e-tudo/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Das alternativas a seguir, qual melhor define o trecho “Hoje há alimento para todos.” (linha 24), conforme empregado no texto?
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INSTRUÇÃO: Leia o texto, com atenção, e responda às questões 01 a 10.
COMIDA É TUDO
1Nosso apetite é mais forte que nós. Foi ele que espalhou a humanidade pelo mundo e que possibilitou a
civilização, a cultura e a industrialização. [...]
O apetite é, antes de tudo, um instinto. Precisamos comer para sobreviver, assim como precisamos respirar,
beber e dormir. É um instinto tão poderoso que pessoas esfomeadas não conseguem pensar em outra coisa senão
5em comida. Mas os seres humanos, ao longo de sua evolução, transformaram o ato de comer em algo muito mais
significativo que a mera satisfação de uma necessidade. Comer é prazer. É uma das mais ricas experiências
sensoriais que podemos ter. Comer é, também, um ato emocional. Traz conforto, tranquilidade e, às vezes, culpa.
Influencia nosso humor e disposição. Para alguns, chega a ser uma experiência espiritual. [...]
A relação das pessoas com a comida era bem mais direta na Pré-História. Não havia lavouras e nem mercados.
10Para comer, tínhamos que caçar animais ou coletar plantas, raízes e frutas que nos dessem sustento. Não bastasse
o esforço exigido para realizar essas atividades, a mãe natureza nos obrigava a migrar a cada estação, em busca de
alimento. Com o advento da agricultura e a domesticação de alguns animais há 8 mil anos, conseguimos nos
estabelecer. A tarefa de nos alimentarmos passou a exigir menos tempo e menos esforço. Os períodos de escassez
de comida, embora persistissem, se tornaram cada vez menos frequentes. Aprendemos a conservar alimentos
15salgando-os, secando-os e defumando-os.
Mas as mudanças mais expressivas em nossa relação com a comida ocorreram ao longo dos últimos mil anos.
A evolução tecnológica e científica, a urbanização, a industrialização e a automação foram tornando os alimentos
cada vez mais variados e disponíveis. [...]
Os avanços dos últimos 200 anos e a sua aplicação à alimentação foram essenciais para o desenvolvimento da
20civilização moderna. A conservação de alimentos em recipientes hermeticamente fechados, a pasteurização e a
refrigeração aumentaram a vida útil dos alimentos, acabaram com a escassez e permitiram, entre outras coisas, o
surgimento de grandes cidades. É possível dizer que a proliferação da nossa espécie nesse planeta se deve quase
exclusivamente ao fato de termos dominado técnicas de produção e distribuição de alimentos. [...]
Hoje, há alimento para todos. A fome ainda existe, mas só por questões econômicas – o que não é pouco. O
25planeta produz alimento suficiente para todos seus habitantes humanos. Mas essa revolução alimentar deixou nossa
biologia perdida. Cientistas ainda entendem pouco sobre os sistemas biológicos que regulam nosso apetite [...], mas
já podem afirmar que nossa constituição conspira para nos engordar. Poderosos mecanismos estimulam o consumo
de calorias, enquanto mecanismos para inibir o apetite são muito menos potentes. É claro, eles todos foram
moldados em tempos de escassez – somos configurados para acumular e armazenar energia na forma de gordura
30durante os períodos de abundância. [...]
Desde então e cada vez mais, a ciência vem confirmando que não somos de todo culpados por nossas
gordurinhas. Somos vítimas de uma composição genética obsoleta, pouco adequada ao ambiente de abundância no
qual vivemos. [...]
Mas isso não quer dizer que estejamos todos fadados a conviver com a compulsão por comida. Em
35circunstâncias normais qualquer um de nós é capaz de resistir à tentação. Porém, há vários fatores que diminuem
nossa resistência. Entre eles, tristeza, medo, tensão e preocupação. O estresse em todas as suas formas nos causa
desconforto, nos desequilibra e nos leva a tentar encontrar um novo equilíbrio por meio de algo que nos dê prazer.
[...] Comida alivia o estresse e vivemos numa sociedade em que tanto comida quanto estresse são abundantes.
Um jeito de contrabalançar a energia que consumimos é gastá-la. Podemos comer nosso bolo de chocolate,
40mas vamos ter que fazer meia hora de esteira depois. Acontece que a maioria de nós é dependente também das
tecnologias que nos levam à inatividade. O carro, o elevador, o computador e a televisão são algumas das
maravilhas tecnológicas que nos ajudam a levar a vida com um mínimo de esforço. E talvez seja por isso que esteja
ocorrendo uma verdadeira epidemia de obesidade no mundo.
[...] Isso não seria tão grave se a obesidade não trouxesse consigo tantos problemas. Além de condições
45psicológicas como a depressão, ela está associada à incidência de diabetes, problemas cardíacos, hepáticos e até
câncer.
Aparentemente, estamos diante de um paradoxo. Foi a crescente abundância de comida que levou a espécie
humana a se multiplicar e a dominar o planeta inteiro. E essa mesma abundância, se continuar nos engordando,
poderá acabar por nos destruir. [...]
Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/comida-e-tudo/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que a constituição genética humana
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COMIDA É TUDO
1Nosso apetite é mais forte que nós. Foi ele que espalhou a humanidade pelo mundo e que possibilitou a
civilização, a cultura e a industrialização. [...]
O apetite é, antes de tudo, um instinto. Precisamos comer para sobreviver, assim como precisamos respirar,
beber e dormir. É um instinto tão poderoso que pessoas esfomeadas não conseguem pensar em outra coisa senão
5em comida. Mas os seres humanos, ao longo de sua evolução, transformaram o ato de comer em algo muito mais
significativo que a mera satisfação de uma necessidade. Comer é prazer. É uma das mais ricas experiências
sensoriais que podemos ter. Comer é, também, um ato emocional. Traz conforto, tranquilidade e, às vezes, culpa.
Influencia nosso humor e disposição. Para alguns, chega a ser uma experiência espiritual. [...]
A relação das pessoas com a comida era bem mais direta na Pré-História. Não havia lavouras e nem mercados.
10Para comer, tínhamos que caçar animais ou coletar plantas, raízes e frutas que nos dessem sustento. Não bastasse
o esforço exigido para realizar essas atividades, a mãe natureza nos obrigava a migrar a cada estação, em busca de
alimento. Com o advento da agricultura e a domesticação de alguns animais há 8 mil anos, conseguimos nos
estabelecer. A tarefa de nos alimentarmos passou a exigir menos tempo e menos esforço. Os períodos de escassez
de comida, embora persistissem, se tornaram cada vez menos frequentes. Aprendemos a conservar alimentos
15salgando-os, secando-os e defumando-os.
Mas as mudanças mais expressivas em nossa relação com a comida ocorreram ao longo dos últimos mil anos.
A evolução tecnológica e científica, a urbanização, a industrialização e a automação foram tornando os alimentos
cada vez mais variados e disponíveis. [...]
Os avanços dos últimos 200 anos e a sua aplicação à alimentação foram essenciais para o desenvolvimento da
20civilização moderna. A conservação de alimentos em recipientes hermeticamente fechados, a pasteurização e a
refrigeração aumentaram a vida útil dos alimentos, acabaram com a escassez e permitiram, entre outras coisas, o
surgimento de grandes cidades. É possível dizer que a proliferação da nossa espécie nesse planeta se deve quase
exclusivamente ao fato de termos dominado técnicas de produção e distribuição de alimentos. [...]
Hoje, há alimento para todos. A fome ainda existe, mas só por questões econômicas – o que não é pouco. O
25planeta produz alimento suficiente para todos seus habitantes humanos. Mas essa revolução alimentar deixou nossa
biologia perdida. Cientistas ainda entendem pouco sobre os sistemas biológicos que regulam nosso apetite [...], mas
já podem afirmar que nossa constituição conspira para nos engordar. Poderosos mecanismos estimulam o consumo
de calorias, enquanto mecanismos para inibir o apetite são muito menos potentes. É claro, eles todos foram
moldados em tempos de escassez – somos configurados para acumular e armazenar energia na forma de gordura
30durante os períodos de abundância. [...]
Desde então e cada vez mais, a ciência vem confirmando que não somos de todo culpados por nossas
gordurinhas. Somos vítimas de uma composição genética obsoleta, pouco adequada ao ambiente de abundância no
qual vivemos. [...]
Mas isso não quer dizer que estejamos todos fadados a conviver com a compulsão por comida. Em
35circunstâncias normais qualquer um de nós é capaz de resistir à tentação. Porém, há vários fatores que diminuem
nossa resistência. Entre eles, tristeza, medo, tensão e preocupação. O estresse em todas as suas formas nos causa
desconforto, nos desequilibra e nos leva a tentar encontrar um novo equilíbrio por meio de algo que nos dê prazer.
[...] Comida alivia o estresse e vivemos numa sociedade em que tanto comida quanto estresse são abundantes.
Um jeito de contrabalançar a energia que consumimos é gastá-la. Podemos comer nosso bolo de chocolate,
40mas vamos ter que fazer meia hora de esteira depois. Acontece que a maioria de nós é dependente também das
tecnologias que nos levam à inatividade. O carro, o elevador, o computador e a televisão são algumas das
maravilhas tecnológicas que nos ajudam a levar a vida com um mínimo de esforço. E talvez seja por isso que esteja
ocorrendo uma verdadeira epidemia de obesidade no mundo.
[...] Isso não seria tão grave se a obesidade não trouxesse consigo tantos problemas. Além de condições
45psicológicas como a depressão, ela está associada à incidência de diabetes, problemas cardíacos, hepáticos e até
câncer.
Aparentemente, estamos diante de um paradoxo. Foi a crescente abundância de comida que levou a espécie
humana a se multiplicar e a dominar o planeta inteiro. E essa mesma abundância, se continuar nos engordando,
poderá acabar por nos destruir. [...]
Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/comida-e-tudo/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que contém a ideia central do texto:
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O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG) prevê Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) para os servidores municipais composta, paritariamente, por membros designados pelo prefeito municipal e por representantes dos servidores, que são eleitos em escrutínio secreto.
O mandato dos membros da CIPA é de
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O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG) reserva capítulo especial destinado ao tratamento das licenças a serem concedidas ao servidor público. Portanto, é certo afirmar que a licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da mesma espécie é considerada
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Analise o trecho a seguir: “Trata-se do retorno à atividade de servidor, aposentado por invalidez, quando insubsistentes os motivos determinantes na aposentadoria, conforme for apurado em laudo médico de junta oficial. Ocorre em cargo idêntico ao anteriormente ocupado pelo servidor, ou em cargo resultante da transformação daquele.”
Em estrita observância ao Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG), o texto faz referência ao ato de
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No Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG), consta que o servidor tem direito a 30 (trinta) dias consecutivos de férias, que podem ser acumuladas, no caso de necessidade ou conveniência do serviço, ressalvadas as hipóteses previstas em lei.
No que se refere ao parcelamento das férias, elas
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Na modalidade de afastamento denominada “afastamento para estudo”, constante no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG), o servidor pode ausentar-se do município, com remuneração do cargo, para estudo ou missão oficial, desde que receba expressa autorização do
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Conforme previsto no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG), o dia do servidor público é comemorado na data de
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