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1102010
Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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“A locução impacto ambiental é encontrada com frequência na imprensa e no dia a dia. No sentido comum, ela é, na maioria das vezes, associada a algum dano à natureza, como mortandade de fauna silvestre após o vazamento de petróleo no mar ou em um rio, quando as imagens de aves totalmente negras devido à camada de óleo que as recobre chocam a opinião pública”.
SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.
Na literatura há várias definições para impactos ambientais. Assinale a alternativa que define incorretamente o termo impacto ambiental:
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Texto
No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
Considere o fragmento abaixo para responder à questão.
“A verdade é que a invocação da relação pessoal, da
regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores
externos àquela situação poderá provocar uma resolução
satisfatória ou menos injusta.”
A locução verbal destacada no trecho permite inferir, por parte do enunciador, uma expressão de:
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“A modelagem cartográfica de informações geográficas está estruturada em operações de transformação de mapas em algoritmos disponíveis em Sistemas de Informações Geográficas (SIG). As funções de modelagem de mapas diferem-se pelo tipo de transformação que cada uma impõe aos mapas, considerando-se as particularidades dos modelos de objetos exatos e de campos contínuos”.
FERREIRA, M. C. Iniciação à análise geoespacial: teoria, técnicas e exemplos para geoprocessamento. Rio Claro: Editora Unesp, 2014.
Com relação às funções de modelagem cartográfica em SIG, relacione as informações contidas na coluna A – Funções de modelagem em SIG - com características e exemplos de aplicações listados na coluna B.
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Coluna A – Funções de modelagem em SIG
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Coluna B – Características e exemplos de aplicações
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1.
Reclassificação
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I. Utilização de várias camadas geográficas como variáveis espaciais para a geração de outro mapa, baseando em operações como união e interseção. Exemplo: geração de mapas de risco à erosão.
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2.
Sobreposição
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II. Instrumento gráfico de consulta espacial simples. Permite a visualização de valores de uma variável espacial em função do comprimento do traçado de uma linha sobreposta ao mapa em determinada orientação. Exemplo: traçado de uma reta em uma imagem de satélite associando a distância e o valor do nível de cinza.
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3. Corte linear ou perfil sobre mapas e superfícies.
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III. Redução do número de categorias na legenda de um mapa por meio de reagrupamento de pixels ou polígonos. Exemplo: construção de mapas hipsométricos a partir de um modelo digital de elevação contendo classes de altimétricas.
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Assinale a alternativa que apresente a sequência correta de relação entre as colunas:
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Texto
No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
No fragmento “Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa.”, o autor faz uso das construções em destaque que se encontram em paralelismo sintático. A estratégia coesiva ilustrada nesse procedimento é o emprego de:
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No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
Ao afirmar ‘No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”’, para a sustentação da sua tese o autor faz uso de duas estratégias argumentativas que podem ser identificadas como:
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Inundações e enchentes são eventos naturais que ocorrem nos cursos d’água, cuja magnitude e frequência ocorrem em função de condicionantes naturais e antrópicos. Os vales encaixados (em V) e vertentes com alta declividade predispõem de águas a atingirem grandes velocidades em um curto tempo, causando inundações _____________. Chuvas intensas e/ou de duração longa favorecem a saturação do solo, aumentando o (a) _____________ e concentração de água. A cobertura do solo é também importante, visto que a vegetação auxilia na _____________ e _____________ a velocidade do escoamento superficial.
AMARAL, R.; RIBEIRO, R. R. Inundações e enchentes. In.: TOMINAGA, L. K.; SANTORO, J. AMARAL, R. (orgs). Desastres naturais: conhecer para prevenir – 2ª ed. São Paulo: Instituto Geológico, 2012.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:
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1062382
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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“Um novo ataque de sequestro de dados (ransomware) afetou países do Leste Europeu na manhã desta quartafeira, 25, e começa a se espalhar pelo mundo. O ataque afetou as redes do aeroporto de Odessa, na Ucrânia, do metrô de Kiev e alguns bancos russos, reportaram empresas de segurança e o banco central russo. Além disso, já há casos afetando computadores em países como Turquia, Alemanha, EUA e Coreia do Sul.”
(Fonte: O Estadão - 25/10/2017 - adaptado)
O nome do vírus responsável pelo ataque cibernético mencionado no texto acima, que afetou países do Leste Europeu em 25/10/2017, é:
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“A licença ambiental é um dos instrumentos exigidos para a implantação de atividades causadoras de impactos ambientais. Trata-se de um instrumento prévio de controle ambiental para o exercício legal de atividades modificadoras do meio ambiente [...]”. BASTOS, A. C. S. Licenciamento Ambiental Brasileiro no contexto da avaliação de impactos ambientais. In.:
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e perícia
ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1999.
Com relação ao licenciamento ambiental, assinale a alternativa que não faz parte dos tipos de licença:
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“Amostra é um subconjunto de valores do fenômeno espacial que, se representativa, deve reproduzir a distribuição e variabilidade espacial tanto em tamanho, isto é, número de pontos de dados, como em termos de distribuição dos pontos no domínio a ser estudado. A amostragem é feita com base em um planejamento, que deve definir a coleta das unidades de amostragem de forma simples, aleatória estratificada ou sistemática”.
YAMATO, J. K.; LANDIM, P. M. B. Geoestatística: conceitos e aplicações. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.
Com relação às formas de amostragem para fenômenos espaciais em Geografia, atribua valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as afirmativas a seguir.
( ) Amostragem aleatória sistemática é feita em estratos. Isso significa subdividir a região de estudo em células de dimensões fixas e, dentro de cada célula, as coordenadas geográficas de um ponto são escolhidas aleatoriamente e esse ponto é selecionado.
( ) A amostragem aleatória estratificada é feita sobre os nós de uma malha regular definida com base em uma origem escolhida aleatoriamente.
( ) A amostragem aleatória simples pode deixar áreas com pontos agrupados e outros não amostrados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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“Antes de qualquer análise de metropolização do Brasil, é importante uma reflexão a respeito do termo metrópole, em virtude da complexidade que ele envolve. Segundo a etimologia, metrópole significa cidade-mãe; a maioria das pessoas usam-na como sinônimo de grande cidade”. SCARLATO, F. C. População e urbanização brasileira. In.: ROSS, J. L. S. Geografia do Brasil - 6a ed. São Paulo: Edusp, 2011.
Em Geografia a palavra metrópole tem significado preciso e só deve ser aplicada a cidades grandes quando dotadas de características definidas. Com relação ao termo metrópole em Geografia, assinale a alternativa incorreta:
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