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No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
No fragmento “Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa.”, o autor faz uso das construções em destaque que se encontram em paralelismo sintático. A estratégia coesiva ilustrada nesse procedimento é o emprego de:
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Paciente sexo feminino, 48 anos, comparece a consulta com queixa de icterícia há 20 dias. Refere também perda 6kg nos últimos 2 meses, urina escurecida e fezes esbranquiçadas. Nega dor abdominal ou febre. Realizou ultrassonografia evidenciando vesícula distendida com imagens hiperecogênicas com sombra acústica posterior, colédoco 1,7 cm, sem fator obstrutivo identificado.
Solicitada tomografia computadorizada de abdome e pelve: em fase arterial, imagem com cerca de 3,5 cm de lesão hipoatenuante, heterogênea na cabeça do pâncreas. Lesão não tem contato com tronco celíaco, artéria hepática comum ou vasos mesentéricos superiores; não apresenta contato com veia porta e apresenta contato com veia mesentérica superior em 45o sem irregularidades em seu contorno. Artéria hepática direita com origem na artéria mesentérica superior. Sem achados suspeitos de acometimento secundário.
A melhor opção de seguimento para o caso é:
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No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
Ao afirmar ‘No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”’, para a sustentação da sua tese o autor faz uso de duas estratégias argumentativas que podem ser identificadas como:
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Paciente do sexo feminino, 72 anos, com relato de constipação intestinal prévia, refere início agudo de dor abdominal há 1 dia com parada de eliminação de flatos e fezes. Se apresenta em regular estado geral, sem alteração nos sinais vitais, afebril, abdome distendido, timpânico, sem sinais de irritação peritoneal. Toque retal sem alterações com ausência de fezes ou sangue. Realizado radiografia de abdome em ortostase abaixo (Figura). Sobre a conduta inicial desse paciente, assinale a alternativa correta:

Figura. Radiografia de abdome em ortostase
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Sobre os nódulos hepáticos, suas caraterísticas epidemiológicas, radiológicas e manejo, é correto afirmar que:
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1062382
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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“Um novo ataque de sequestro de dados (ransomware) afetou países do Leste Europeu na manhã desta quartafeira, 25, e começa a se espalhar pelo mundo. O ataque afetou as redes do aeroporto de Odessa, na Ucrânia, do metrô de Kiev e alguns bancos russos, reportaram empresas de segurança e o banco central russo. Além disso, já há casos afetando computadores em países como Turquia, Alemanha, EUA e Coreia do Sul.”
(Fonte: O Estadão - 25/10/2017 - adaptado)
O nome do vírus responsável pelo ataque cibernético mencionado no texto acima, que afetou países do Leste Europeu em 25/10/2017, é:
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Paciente do sexo feminino, 51 anos, vem a emergência com queixa de fezes escurecidas e fétidas há 10 dias e volumoso sangramento vivo nas fezes há 1 dia. Nega episódios semelhantes ou outros sintomas. Se apresenta em bom estado geral, pressão arterial 100x60 mmHg, frequência cardíaca 90 bpm, sem alterações a anuscopia, com presença de sangue vivo ao toque. Além dos cuidados clínicos, a melhor opção de conduta inicial para este paciente é:
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Paciente em 1º dia de pós-operatório de laparotomia exploradora por abdome agudo inflamatório, evoluiu em bom estado geral, apresenta um pico febril, sem alterações nos sinais vitais. Apresenta hiperemia em ferida operatória se estendendo além dos limites da ferida, com crepitações ao toque e dor. Sobre o caso é correto afirmar:
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Paciente, sexo masculino, 35 anos, sem cinto de segurança é vítima de uma colisão frontal automóvel vs. anteparo fixo, chega trazido por familiar à emergência. Apresenta forte hálito alcoólico. No momento da colisão bateu com a cabeça no para-brisas sofrendo uma laceração de couro cabeludo. Paciente encontrava-se verbalizando, agitado e ansioso. Pressão arterial 120x70 mmHg, frequência cardíaca 110 bpm e frequência respiratória 20 irpm. Sobre este caso, é correto afirmar:
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Assinale a alternativa correta. Paciente masculino, 49 anos, vem à emergência com queixa de dispneia importante de início agudo há 4 horas, apresenta-se ansioso e sudoreico. Evolui rapidamente com rebaixamento do nível de consciência, oximetria de pulso não mensurável e pressão inaudível.
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