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Considerando que todas as coisas têm seus nomes e pertencem a um grupo, dos grupos citados abaixo, um nome não pertence a ele. Assinale a alternativa CORRETA:
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O caracol e a pitanga
Há dois dias o caracol galgava lentamente o tronco da pitangueira, subindo e parando, parando e subindo.
Quarenta e oito horas de esforço tranqüilo, de caminhar quase filósofo. De repente, enquanto ele fazia mais um movimento para avançar, desceu pelo tronco, apressadamente, no seu passo fustigado e ágil, uma formiga maluca, dessas que vão e vêm mais rápidas que coelho em desenho animado. Parou um instantinho, olhou zombeteira o caracol e disse: “Volta, volta, velho! Que é que você vai fazer lá em cima? Não é tempo de pitanga”. “Vou indo, vou indo” _ respondeu calmamente o caracol. __”quando eu chegar lá em cima vai ser tempo de pitanga”.
Moral: No Brasil não há pressa!
(Fernandes, Millôr. 100 fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Record, 2003. [s.p.].)
De acordo com o texto, há quantos dias o caracol estava subindo na árvore?
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Assinale a alternativa cuja conjugação do verbo fazer está INCORRETA:
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Assinale o trecho que contém erro de estruturação sintática:
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Mundo falhou em frear extinções, diz análise da New Scientist.
Folha on·line - 30/04/2010 - 13h22
O mundo está para perder outro prazo. Em 2010, deveria ter havido uma "redução significativa" da velocidade com a as formas de vida estão desaparecendo. a Convenção _ Diversidade Biológica CBD e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU, de 2000, demandam isso. Mas a maior analise da biodiversidade global feita descobriu que não é isso o que está acontecendo daqueles que parecem ser esforços governamentais maciços. Nunca se produziu uma medida padronizada da biodiversidade entre os milhares de habitais da Terra. Cientistas da CBD criaram 31 esquemas de acompanhamento da perda de espécies. ecossistemas ou variantes genéticas em mamíferos. criaturas marinhas, aves e outras grandes categorias. Nesta semana, primeira vez, eles juntaram todos esses indicadores.
"Eles fornecem evidência plena de que o mundo natural está sendo destruído mais depressa do que nunca", disse Stuart Butchart, do Centro de Monitoramento da Conservação das Nações Unidas, em Cambridge (Reino Unido), autor principal do estudo. A análise será parte do Panorama Global da Biodiversidade 3, a ser publicado pela convenção no mês que vem.
O levantamento mostra que as espécies, de algas marinhas a mamíferos, caíram no geral desde 1970. Enquanto isso, as pressões sobre a biodiversidade, da sobre pesca às espécies invasoras, cresceu. Infelizmente, não foi por falta de tentativa. O relatório, publicado ontem na edição on-line do periódico "Science". também mostra que os esforços dos governos para cumprir a promessa de 2010 aumentaram exponencialmente desde 1970. Mas claramente não produziram muito resultado. O problema, diz Butchart, é que, embora haja uma miríade de planos no papel, "eles têm sido orientados, financiados e Implementados de forma inadequada". Há, por exemplo, muitas áreas protegidas, mas elas não receberam dinheiro suficiente e não estão nas áreas mais importantes do ponto de vista biológico. Mais de 80% dos governos prometeram atacar o problema das espécies invasoras, mas menos da metade deles fez realmente algo. Com mais US$ 4 bilhões por ano, segundo uma estimativa, seria possível tirar as áreas protegidas do papel, afirmou o autor. As 193 nações que pertencem à Convenção da Biodiversidade se reúnem em outubro em Nagoya, Japão, e deverão usar a análise para orientar novas ações. "2010 não será o ano em que as perdas foram detidas", diz Butchart, "mas deve ser o ano em que os governos começaram a levar o assunto a sério".
O verbo referir-se é regido pela preposição:
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase:
"Se todas as pessoas boas relações e as amizades, viveriam mais felizes. ·
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Qual alternativa que contém apenas substantivos próprios.
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Qual termo destacado se trata de objeto indireto:
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“Os usuários de uma língua é que determinam a forma como ela é utilizada. A língua falada no tempo de nossos avós, por exemplo, é diferente da maneira como hoje falamos. Por outro lado, nós temos expressões, gírias e sotaque diferentes dos de outras regiões do país, e vice versa. Essa variedade lingüística é reflexo da variedade cultural dos falantes da língua. Observe-se que, conforme o prestígio social do grupo dominante, sua modalidade lingüística acaba sendo considerada “padrão” e expressão de poder, o que não significa que seja a única linguagem correta; ela é uma variante da língua. Conforme a situação em que nos encontramos – em ambiente profissional, em grupo familiar ou de amigos – usamos variantes da língua. Ela difere conforme o grupo social a que pertencemos; há gírias específicas dos surfistas, dos locutores de futebol, dos diferentes grupos profissionais (cientistas, médicos, professores, etc.). À escola cabe rejeitar preconceitos em relação à diversidade lingüística dos alunos, auxiliando-os a perceber que a forma mais adequada do uso da língua depende do contexto em que é utilizada. Em casa, ambiente informal, um professor, por exemplo, poderá falar de forma descontraída, com gírias e deslizes de português, como em “A turma na sala, hoje, fizeram bagunça”. Em ambiente profissional, no entanto, deverá empregar a norma culta padrão da língua, mas sem pedantismo”.
Considere as seguintes afirmações:
I. na escola, a única norma lingüística aceitável deve ser o português correto.
II. dentre as variações lingüísticas de um grupo social, uma adquire prestígio e passa a ter valor oficial, de acordo com o grupo social dominante.
III. no país, o domínio de uma variante lingüística confere ao usuário acesso ao poder.
IV. um mesmo indivíduo faz diferentes usos da língua, segundo o contexto ambiental em que se encontra.
Justificam-se pelo texto:
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Abaixo o mito da “crítica construtiva”.
(Eugênio Bucci)
Quase todo mundo concorda: a TV que temos nos domingos à tarde nunca foi tão ruim. Passamos por uma tal sucessão de excrescências nesses gugus-faustões que tudo se reduziu a uma pasmaceira continental. Um pequeno paradoxo: a soma de todos os ingredientes apelativos não resulta mais num circo chocante, mas enfadonho. Não há mais excesso que consiga nos surpreender. Daí a chatice. Dá até preguiça. Ligar a TV no domingo à tarde é como conversar com alguém que se imagina brilhante mas é apenas maleducado. Você sabe que, lá pelas tantas, o sujeito vai desferir um palavrão fora de contexto, vai proclamar uma estultice em voz alta, vai constranger quem estiver por perto. Você só não fica estupefato porque, em se tratando do tal cidadão, já espera dele a incontinência bestialógica. Esse sujeito é a TV nas tardes de domingo.
[...]
(Revista Escola. São Paulo: Abril, set. 2001. p. 52.)
Por que o telespectador não fica mais surpreso com esse tipo de comportamento?
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