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Sobre a abordagem Crítico-Emancipatória estruturada pelo professor Elenor Kunz e apresentada em dois livros, o primeiro, de 1991, sob o título Educação física: ensino & mudanças, e o segundo, de 1994, intitulado de Transformação didático-pedagógica do esporte, assinale, dentre os itens abaixo, a opção FALSA.
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Sobre a avaliação proposta pelos Parâmetros Curriculares Nacionais para o terceiro (3º) e quarto (4º) ciclos, nos itens abaixo, escreva V ou F, conforme seja verdadeiro ou falso. Em seguida, assinale a alternativa que, de cima para baixo, apresenta a sequência correta.
(__) Propõe como critérios de avaliação: a) realizar as práticas da cultura corporal do movimento; b) valorizar a cultura corporal de movimento; c) relacionar os elementos da cultura corporal com a saúde e a qualidade de vida.
(__) Propõe como critérios de avaliação: a) enfrentar desafios colocados em situações de jogo e competições; b) estabelecer relações entre a prática de atividades corporais e a melhora da saúde individual e coletiva.
(__) O processo de avaliação no terceiro e no quarto ciclos deve levar em consideração a faixa etária dos alunos e o grau de autonomia e discernimento que possuem.
(__) Propõe privilegiar, na avaliação das habilidades esportivas, a utilização e aplicação de instrumentos que possam mensurar os aspectos motores, afetivos, motivacionais e subjetivos, tais como: ficha de avaliação individual, planilha de anotações diárias, relatórios e registros das aulas e diálogos com os alunos.
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O cenário da Educação Física, a partir da década de 1980, passa por um processo de reconfiguração com questionamentos ao modelo pedagógico tecnicista, principalmente em virtude do debate no campo acadêmico, no qual o predomínio biológico e o paradigma da aptidão física passaram a ser questionados. Sobre esse momento histórico da Educação Física, leia as informações que seguem abaixo, reflita sobre elas e, ao final, assinale o item que contém a sequência correta.
(__) Nesse período os aspectos socioculturais passam a fazer parte dos debates acadêmicos da área em contraposição aos aspectos biológicos.
(__) O corpo era compreendido somente como um conjunto de ossos e músculos e não expressão da cultura, valorizado em seus aspectos bioanatomofisiológicos.
(__) O uso do termo cultura passou a ser utilizado em várias publicações da área, complementada com expressões como ‘física’, ‘corporal’, ‘corporal de movimento’, com sentidos diferentes e sem explicitação de suas origens.
(__) Mesmo diante do quadro de reconfiguração da Educação Física na sociedade, essas discussões não alteraram o papel da Educação Física na escola, seus objetivos específicos e metodologias, uma vez que o objetivo principal era a Educação Física em seu contexto mais amplo e não no contexto escolar.
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A origem da Didática está vinculada ao Pensamento Pedagógico de Amos Comênio. Sobre a origem da sistematização da Pedagogia e da Didática no Ocidente, podemos dizer:
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São elementos estruturantes do ensino e de seu planejamento:
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A amiga sou eu
01 “Preciso me desacostumar a viver fora da vida.
02 Acabei de dizer isto a uma amiga. Ela, retornando do surf – manhã cedo, quatro ondas e a voz gravada – tinha tanta
03 endorfina e serotonina que doeu. Doeu porque me vi, o que deixei pra trás quando ‘cresci’: larguei meu surf, meu vôlei e
04 minha forma de olhar a vida de maneira simples – sem agonia. Doeu porque sempre dói ter que reconhecer que, após tantos
05 anos, percebo que não deu certo simplesmente esquecer o que nos faz bem, e viver do lado de fora da vida – sim, o
06 capitalismo nos faz viver do lado de fora. Como já anunciado por Guy Debord – vivemos para um ‘espetáculo do ter’ – somos
07 só figurantes de uma grande cena.
08 Eu não sei se a dor de hoje me fará sair de casa de forma diferente: Estou fazendo provas, preparando aulas,
09 estudando questões de concurso para ensinar Direito aos meus alunos que mal querem aprender algo que os mude –
10 querem mesmo – e tenho que dar a eles isto – algo que lhes coloque no espetáculo, a chamada ‘estabilidade’ para o ter. Vai
11 ver que, no final de tudo, o que querem mesmo é viver esta grande cena: viver do lado de fora da vida.
12 [...]
(In http://tribunadoceara.uol.com.br/opiniao/flavia-castelo/flavia-castelo-a-amiga-sou-eu/. Acesso em 21/09/17).
Os termos “a uma amiga” (l. 02) e “a eles” (l. 10) exercem a mesma função sintática, ou seja, ambos são:
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A amiga sou eu
01 “Preciso me desacostumar a viver fora da vida.
02 Acabei de dizer isto a uma amiga. Ela, retornando do surf – manhã cedo, quatro ondas e a voz gravada – tinha tanta
03 endorfina e serotonina que doeu. Doeu porque me vi, o que deixei pra trás quando ‘cresci’: larguei meu surf, meu vôlei e
04 minha forma de olhar a vida de maneira simples – sem agonia. Doeu porque sempre dói ter que reconhecer que, após tantos
05 anos, percebo que não deu certo simplesmente esquecer o que nos faz bem, e viver do lado de fora da vida – sim, o
06 capitalismo nos faz viver do lado de fora. Como já anunciado por Guy Debord – vivemos para um ‘espetáculo do ter’ – somos
07 só figurantes de uma grande cena.
08 Eu não sei se a dor de hoje me fará sair de casa de forma diferente: Estou fazendo provas, preparando aulas,
09 estudando questões de concurso para ensinar Direito aos meus alunos que mal querem aprender algo que os mude –
10 querem mesmo – e tenho que dar a eles isto – algo que lhes coloque no espetáculo, a chamada ‘estabilidade’ para o ter. Vai
11 ver que, no final de tudo, o que querem mesmo é viver esta grande cena: viver do lado de fora da vida.
12 [...]
(In http://tribunadoceara.uol.com.br/opiniao/flavia-castelo/flavia-castelo-a-amiga-sou-eu/. Acesso em 21/09/17).
Quanto aos pronomes existentes neste excerto “Vai ver que, no final de tudo, o que querem mesmo é viver esta grande cena: viver do lado de fora da vida” (l. 10 e 11), é correto afirmar que:
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A amiga sou eu
01 “Preciso me desacostumar a viver fora da vida.
02 Acabei de dizer isto a uma amiga. Ela, retornando do surf – manhã cedo, quatro ondas e a voz gravada – tinha tanta
03 endorfina e serotonina que doeu. Doeu porque me vi, o que deixei pra trás quando ‘cresci’: larguei meu surf, meu vôlei e
04 minha forma de olhar a vida de maneira simples – sem agonia. Doeu porque sempre dói ter que reconhecer que, após tantos
05 anos, percebo que não deu certo simplesmente esquecer o que nos faz bem, e viver do lado de fora da vida – sim, o
06 capitalismo nos faz viver do lado de fora. Como já anunciado por Guy Debord – vivemos para um ‘espetáculo do ter’ – somos
07 só figurantes de uma grande cena.
08 Eu não sei se a dor de hoje me fará sair de casa de forma diferente: Estou fazendo provas, preparando aulas,
09 estudando questões de concurso para ensinar Direito aos meus alunos que mal querem aprender algo que os mude –
10 querem mesmo – e tenho que dar a eles isto – algo que lhes coloque no espetáculo, a chamada ‘estabilidade’ para o ter. Vai
11 ver que, no final de tudo, o que querem mesmo é viver esta grande cena: viver do lado de fora da vida.
12 [...]
(In http://tribunadoceara.uol.com.br/opiniao/flavia-castelo/flavia-castelo-a-amiga-sou-eu/. Acesso em 21/09/17).
As palavras destacadas neste trecho “tinha tanta endorfina e serotonina que doeu” (l. 02 e 03) são:
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A amiga sou eu
01 “Preciso me desacostumar a viver fora da vida.
02 Acabei de dizer isto a uma amiga. Ela, retornando do surf – manhã cedo, quatro ondas e a voz gravada – tinha tanta
03 endorfina e serotonina que doeu. Doeu porque me vi, o que deixei pra trás quando ‘cresci’: larguei meu surf, meu vôlei e
04 minha forma de olhar a vida de maneira simples – sem agonia. Doeu porque sempre dói ter que reconhecer que, após tantos
05 anos, percebo que não deu certo simplesmente esquecer o que nos faz bem, e viver do lado de fora da vida – sim, o
06 capitalismo nos faz viver do lado de fora. Como já anunciado por Guy Debord – vivemos para um ‘espetáculo do ter’ – somos
07 só figurantes de uma grande cena.
08 Eu não sei se a dor de hoje me fará sair de casa de forma diferente: Estou fazendo provas, preparando aulas,
09 estudando questões de concurso para ensinar Direito aos meus alunos que mal querem aprender algo que os mude –
10 querem mesmo – e tenho que dar a eles isto – algo que lhes coloque no espetáculo, a chamada ‘estabilidade’ para o ter. Vai
11 ver que, no final de tudo, o que querem mesmo é viver esta grande cena: viver do lado de fora da vida.
12 [...]
(In http://tribunadoceara.uol.com.br/opiniao/flavia-castelo/flavia-castelo-a-amiga-sou-eu/. Acesso em 21/09/17).
Considerando-se este fragmento textual “Eu não sei se a dor de hoje me fará sair de casa de forma diferente” (l. 08), há correção ao se afirmar o quê?
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A amiga sou eu
01 “Preciso me desacostumar a viver fora da vida.
02 Acabei de dizer isto a uma amiga. Ela, retornando do surf – manhã cedo, quatro ondas e a voz gravada – tinha tanta
03 endorfina e serotonina que doeu. Doeu porque me vi, o que deixei pra trás quando ‘cresci’: larguei meu surf, meu vôlei e
04 minha forma de olhar a vida de maneira simples – sem agonia. Doeu porque sempre dói ter que reconhecer que, após tantos
05 anos, percebo que não deu certo simplesmente esquecer o que nos faz bem, e viver do lado de fora da vida – sim, o
06 capitalismo nos faz viver do lado de fora. Como já anunciado por Guy Debord – vivemos para um ‘espetáculo do ter’ – somos
07 só figurantes de uma grande cena.
08 Eu não sei se a dor de hoje me fará sair de casa de forma diferente: Estou fazendo provas, preparando aulas,
09 estudando questões de concurso para ensinar Direito aos meus alunos que mal querem aprender algo que os mude –
10 querem mesmo – e tenho que dar a eles isto – algo que lhes coloque no espetáculo, a chamada ‘estabilidade’ para o ter. Vai
11 ver que, no final de tudo, o que querem mesmo é viver esta grande cena: viver do lado de fora da vida.
12 [...]
(In http://tribunadoceara.uol.com.br/opiniao/flavia-castelo/flavia-castelo-a-amiga-sou-eu/. Acesso em 21/09/17).
Em relação aos preceitos ortográficos, deve-se afirmar, corretamente, que:
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