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3894175 Ano: 2025
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.
    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.
     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.
      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.
    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.
    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Assinale a alternativa que NÃO configura uma Unidade Temática para o Ensino Fundamental Anos Finais de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
 

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3894174 Ano: 2025
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.
    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.
     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.
      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.
    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.
    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma competência específica de Arte para o Ensino Fundamental conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
 

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3894173 Ano: 2025
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.
    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.
     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.
      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.
    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.
    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
“Rodô. Escrita por Koellreutter especialmente para a reinauguração do Teatro José de Alencar 1991 em Fortaleza. Segundo o próprio compositor:
Escrevi então uma música para os instrumentos e os ruídos utilizados durante a reforma do teatro, ou seja: corrupios, furadeiras, serradeiras, talhadeiras e lixadeiras (elétricas e simples) aparelhos de marcenaria, martelos, etc. Os executantes (em torno de 95) foram os próprios operários, misturados a um grupo de alunos meus.” (FERREIRA JÚNIOR, p. 111.)
FERREIRA JÚNIOR, Antonio Herci. Crise e Vanguarda: Koellreutter entre o moderno e o contemporâneo. (Dissertação) (Mestrado em Artes) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: <chrome extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.teses.usp.br /teses/disponiveis/93/93131/tde-18032019- 115905/publico/2018_AntonioHerciFerreiraJunior_VOrig.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2025.

O compositor e educador Hans Joachim Koellreutter, com suas composições e abordagem pedagógica de ensino, possibilitou um novo olhar na educação musical brasileira com o estímulo à liberdade expressiva e criativa. Considere as afirmativas sobre essa perspectiva de educação musical e assinale a alternativa que apresenta as assertivas CORRETAS.

I – Koellreutter representa uma autêntica transformação para a educação musical brasileira com o uso de materiais sonoros inusitados e de procedimentos próximos aos utilizados na música contemporânea.
II – Com uma filosofia de educação musical humanista e o movimento Música Viva, Koellreutter tornou-se referência para uma música brasileira mais dinâmica e expressiva. Tal abordagem pedagógico-musical levou a críticas de outros renomados músicos brasileiros.
III – Músicos nacionalistas e grandes teóricos como Koellreutter defendem o ensino conservatorial, pois por ele perpassa tanto a compreensão de como se forma o intelecto infantil quanto a tradição como as únicas maneiras de adquirir um sólido aprendizado musical.
IV – Com uma perspectiva de educação musical, com explorações timbrísticas, e a não utilização do tempo métrico propiciando um fazer e pensar musical democrático, Koellreutter introduzia um ensino com características da música contemporânea.

A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
 

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3894172 Ano: 2025
Disciplina: Artes Visuais
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.
    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.
     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.
      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.
    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.
    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
“Imagens impõem presenças que não podem persistir ignoradas ou subestimadas em sua potencialidade comunicativa por editores e educadores, mas que, ao contrário, devem ser devidamente exploradas e lidas, o que implicaria ganho evidente para o processo educacional.” (BUORO, p. 35.) BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam: a leitura da imagem e o ensino da arte. São Paulo, Educ/Fapesp/Cortez, 2007.

Sobre a leitura e a releitura de imagens e de obras de arte, é CORRETO afirmar que:
 

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3894171 Ano: 2025
Disciplina: Artes Visuais
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.
    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.
     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.
      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.
    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.
    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Sobre Sebastião Salgado, sua obra e arte fotográfica, analise as afirmativas.

I – O trabalho de Sebastião Salgado é publicitário e documental.
II – A fotografia de Sebastião Salgado apresenta temáticas sociais, humanitárias e ambientais.
III – Com a evolução da tecnologia digital, a facilidade e a rapidez permitiram a captura, a edição, a transmissão e a partilha de fotografias.
IV – A técnica pinhole utiliza uma câmera escura, em que a luz entra por um pequeno orifício, projetando uma imagem invertida em sua parede oposta.

A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
 

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3894170 Ano: 2025
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.
    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.
     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.
      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.
    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.
    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Nas exposições de arte, a função da curadoria é
 

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Uma das autoras que contribui de forma bastante significativa para as pesquisas e proposições acerca da Formação de Professores é Selma Garrido Pimenta. Assentando seus estudos nas teorias críticas, Pimenta (2013) analisa as contribuições da Didática para a construção da identidade docente. Sobre essa grande área de estudos, Formação Docente, e com suporte nas teorias críticas, marque a alternativa CORRETA.
 

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Sobre o Planejamento Escolar, com suporte nas teorias críticas da educação e nos estudos desenvolvidos por Libâneo (1994), marque a alternativa CORRETA.
 

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Benjamin Bloom, ao discorrer sobre Avaliação, apresentou três dimensões desse processo. Dentre essas dimensões, está o diagnóstico. Sobre a avaliação diagnóstica, marque o item CORRETO.
 

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Quanto à Avaliação da Aprendizagem Escolar, um dos autores com inúmeras contribuições sobre essa área de investigação é Cipriano Luckesi. Com suporte nos estudos desenvolvidos por esse autor, analise os itens e marque a alternativa CORRETA.
 

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