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Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
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Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
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A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
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Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Escrevi então uma música para os instrumentos e os ruídos utilizados durante a reforma do teatro, ou seja: corrupios, furadeiras, serradeiras, talhadeiras e lixadeiras (elétricas e simples) aparelhos de marcenaria, martelos, etc. Os executantes (em torno de 95) foram os próprios operários, misturados a um grupo de alunos meus.” (FERREIRA JÚNIOR, p. 111.)
FERREIRA JÚNIOR, Antonio Herci. Crise e Vanguarda: Koellreutter entre o moderno e o contemporâneo. (Dissertação) (Mestrado em Artes) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: <chrome extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.teses.usp.br /teses/disponiveis/93/93131/tde-18032019- 115905/publico/2018_AntonioHerciFerreiraJunior_VOrig.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2025.
O compositor e educador Hans Joachim Koellreutter, com suas composições e abordagem pedagógica de ensino, possibilitou um novo olhar na educação musical brasileira com o estímulo à liberdade expressiva e criativa. Considere as afirmativas sobre essa perspectiva de educação musical e assinale a alternativa que apresenta as assertivas CORRETAS.
I – Koellreutter representa uma autêntica transformação para a educação musical brasileira com o uso de materiais sonoros inusitados e de procedimentos próximos aos utilizados na música contemporânea.
II – Com uma filosofia de educação musical humanista e o movimento Música Viva, Koellreutter tornou-se referência para uma música brasileira mais dinâmica e expressiva. Tal abordagem pedagógico-musical levou a críticas de outros renomados músicos brasileiros.
III – Músicos nacionalistas e grandes teóricos como Koellreutter defendem o ensino conservatorial, pois por ele perpassa tanto a compreensão de como se forma o intelecto infantil quanto a tradição como as únicas maneiras de adquirir um sólido aprendizado musical.
IV – Com uma perspectiva de educação musical, com explorações timbrísticas, e a não utilização do tempo métrico propiciando um fazer e pensar musical democrático, Koellreutter introduzia um ensino com características da música contemporânea.
A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
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Por Sebastião Salgado
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CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Sobre a leitura e a releitura de imagens e de obras de arte, é CORRETO afirmar que:
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A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
I – O trabalho de Sebastião Salgado é publicitário e documental.
II – A fotografia de Sebastião Salgado apresenta temáticas sociais, humanitárias e ambientais.
III – Com a evolução da tecnologia digital, a facilidade e a rapidez permitiram a captura, a edição, a transmissão e a partilha de fotografias.
IV – A técnica pinhole utiliza uma câmera escura, em que a luz entra por um pequeno orifício, projetando uma imagem invertida em sua parede oposta.
A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
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Por Sebastião Salgado
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CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
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Acesso em: 10 ago. 2025.
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Uma das autoras que contribui de forma bastante
significativa para as pesquisas e proposições acerca da
Formação de Professores é Selma Garrido Pimenta. Assentando
seus estudos nas teorias críticas, Pimenta (2013) analisa as
contribuições da Didática para a construção da identidade
docente. Sobre essa grande área de estudos, Formação
Docente, e com suporte nas teorias críticas, marque a
alternativa CORRETA.
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Sobre o Planejamento Escolar, com suporte nas teorias
críticas da educação e nos estudos desenvolvidos por Libâneo
(1994), marque a alternativa CORRETA.
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Benjamin Bloom, ao discorrer sobre Avaliação, apresentou
três dimensões desse processo. Dentre essas dimensões, está o
diagnóstico. Sobre a avaliação diagnóstica, marque o item
CORRETO.
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Quanto à Avaliação da Aprendizagem Escolar, um dos
autores com inúmeras contribuições sobre essa área de
investigação é Cipriano Luckesi. Com suporte nos estudos
desenvolvidos por esse autor, analise os itens e marque a
alternativa CORRETA.
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Cadernos
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