Foram encontradas 290 questões.
Num frigorífico, havia 148 peixes. Quantos foram vendidos, se sobraram os do quadro abaixo?

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Segundo Délia Lerner, “É possível sim ler na escola se se consegue produzir uma mudança qualitativa na gestão do tempo didático, se concilia a necessidade de avaliar com as prioridades do ensino e da aprendizagem, se redistribuem as responsabilidades de professor e alunos em relação à leitura para tornar possível a formação de leitores autônomos, se desenvolvem na sala de aula e na instituição projetos que deem sentido à leitura, que promovam o funcionamento da escola como uma microssociedade de leitores e escritores em que participem crianças, pais e professores(...)”
Assim, na perspectiva da autora:
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Entre as funções do Pedagogo na escola NÃO se encontra:
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A articulação temporomandibular é a articulação mais usada de todo o corpo; ela abre e fecha, aproximadamente, 1500 a 2000 vezes por dia, durante seus vários movimentos realizados ao falar, mastigar, deglutir, bocejar e ressonar. É também vulnerável a vários tipos de lesões traumáticas, principalmente quando a articulação é deslocada ou forçada a suportar peso. Para a avaliação da sua mobilidade, é preciso conhecer os músculos relacionados a ela. Analise as alternativas abaixo e marque a alternativa que corresponde ao músculo motor primário responsável pela abertura da boca.
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O humor da bolinha de papel
Pensa-se que ler bem é ser capaz de descobrir ou localizar as informações contidas nos textos(c). Isso é verdade para textos informativos (a fórmula de remédios, a altura do Everest, o endereço da festa, etc.). Mas nem todo texto é informativo ou só informativo.
Por exemplo, matéria da Folha de S. Paulo (2/4/2010) dizia que era opinião de Marina da Silva que a falta de diálogo entre PT e PSDB levou os governos a depender de bases parlamentares baseadas no fisiologismo. Marina comparou a aliança PT-PMDB no governo Lula à do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM. "O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB".
A manchete que introduzia a matéria foi "Lula virou refém do PMDB, afirma Marina". O Estado de S. Paulo, no mesmo dia, publicou matéria semelhante. Mas a manchete era "Marina prega diálogo de PT e PSDB contra crise". A comparação das chamadas obriga a levar a sério que ler não é só descobrir informações.
Suponha-se que certos leitores só tivessem acesso a uma das manchetes(d). Quem leu só a da Folha ou a do Estado situaria Marina Silva em posições distintas. Se lesse não só as duas manchetes, mas as matérias, talvez classificasse os jornais em posições políticas diferentes (e decidiria assinar um, não o outro, por exemplo).
Muitos textos supõem leitores capazes de relacionar o que está dito com outros textos, anteriores ou paralelos. A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor "cooperativo" (Umberto Eco) varia segundo a natureza dos textos. Os humorísticos não podem dizer tudo (em especial, se o humor depende de apelo politicamente incorreto, de coisas que se pensam, e não se dizem(a)).
Exemplo é a coluna de José Simão de 22 de outubro (Folha de S. Paulo), em plena campanha presidencial. Lida no dia da publicação, era fácil dar-se conta dos fatos que o texto supunha que o leitor evocaria(b). Lida mais tarde, é possível que a memória do leitor o traia. Um evento fundamental à compreensão do texto envolveu o então candidato José Serra. Numa versão, ele foi atingido antes por um papel amassado e depois por um rolo de fita adesiva.
O texto de Simão não tem função informativa ou investigativa. Nem esta análise. Portanto, não importa saber qual das versões é verdadeira para a leitura do texto. Frequentemente (a frequência é diferente em tipos diferentes de textos) os leitores são "exigidos" de maneira especial. Não só devem descobrir o que os textos dizem, mas o que não dizem, mas é exigido para que façam sentido. Ler é "completar" um texto "incompleto". Curiosamente, se o texto já estivesse completo, seria chato. Pelo menos, não seria cômico.
POSSENTI, Sírio. Revistalingua.uol.com.br/textos/63/artigo249010-1.asp.
Acesso em 31/1/2014.
Tendo em vista a gramática normativa, assinale a alternativa em que o pronome oblíquo átono poderia, com igual correção, ocupar uma outra posição dentro na organização frasal.
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César Coll, em seu texto “Aprendizagem escolar e construção de conhecimento”, discute uma perspectiva teórica e afirma que “A ambiguidade do papel do professor em algumas propostas pedagógicas que consideram a atividade autoestruturante do aluno como o fator decisivo, único e determinante de aprendizagem escolar ilustra perfeitamente as contradições a que se pode chegar por este caminho. Com efeito, de um lado, o professor ocupa um lugar relativamente secundário no processo de construção do conhecimento, que se interpreta como o resultado de um ato autônomo do aluno em interação com o objeto de conhecimento; lembremos a este propósito a cortante e perigosa afirmação tantas vezes repetida de que “ensinar algo a alguém equivale a impedir que o descubra por si mesmo”. Mas, por outro lado, quando se deve precisar as funções do professor, acaba-se concedendo a ele uma importância decisiva como orientador, guia ou facilitador da aprendizagem, já que lhe compete criar as condições ótimas para que se produza uma interação construtiva entre o aluno e o objeto de conhecimento. Pois bem, em que consistem estas condições ótimas? O que o professor deve fazer concretamente para guiar e facilitar a aprendizagem dos alunos? A impossibilidade de dar uma resposta inequívoca a estas e a outras perguntas semelhantes explica, em grande parte, as dificuldades encontradas para implantar e generalizar as práticas pedagógica inspiradas nos princípios construtivistas.” A perspectiva teórica da qual o autor trata é:
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O humor da bolinha de papel
Pensa-se que ler bem é ser capaz de descobrir ou localizar as informações contidas nos textos. Isso é verdade para textos informativos (a fórmula de remédios, a altura do Everest, o endereço da festa, etc.). Mas nem todo texto é informativo ou só informativo.
Por exemplo, matéria da Folha de S. Paulo (2/4/2010) dizia que era opinião de Marina da Silva que a falta de diálogo entre PT e PSDB levou os governos a depender de bases parlamentares baseadas no fisiologismo. Marina comparou a aliança PT-PMDB no governo Lula à do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM. "O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB".
A manchete que introduzia a matéria foi "Lula virou refém do PMDB, afirma Marina". O Estado de S. Paulo, no mesmo dia, publicou matéria semelhante. Mas a manchete era "Marina prega diálogo de PT e PSDB contra crise". A comparação das chamadas obriga a levar a sério que ler não é só descobrir informações.
Suponha-se que certos leitores só tivessem acesso a uma das manchetes. Quem leu só a da Folha ou a do Estado situaria Marina Silva em posições distintas. Se lesse não só as duas manchetes, mas as matérias, talvez classificasse os jornais em posições políticas diferentes (e decidiria assinar um, não o outro, por exemplo).
Muitos textos supõem leitores capazes de relacionar o que está dito com outros textos, anteriores ou paralelos. A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor "cooperativo" (Umberto Eco) varia segundo a natureza dos textos. Os humorísticos não podem dizer tudo (em especial, se o humor depende de apelo politicamente incorreto, de coisas que se pensam, e não se dizem).
Exemplo é a coluna de José Simão de 22 de outubro (Folha de S. Paulo), em plena campanha presidencial. Lida no dia da publicação, era fácil dar-se conta dos fatos que o texto supunha que o leitor evocaria. Lida mais tarde, é possível que a memória do leitor o traia. Um evento fundamental à compreensão do texto envolveu o então candidato José Serra. Numa versão, ele foi atingido antes por um papel amassado e depois por um rolo de fita adesiva.
O texto de Simão não tem função informativa ou investigativa. Nem esta análise. Portanto, não importa saber qual das versões é verdadeira para a leitura do texto. Frequentemente (a frequência é diferente em tipos diferentes de textos) os leitores são "exigidos" de maneira especial. Não só devem descobrir o que os textos dizem, mas o que não dizem, mas é exigido para que façam sentido. Ler é "completar" um texto "incompleto". Curiosamente, se o texto já estivesse completo, seria chato. Pelo menos, não seria cômico.
POSSENTI, Sírio. Revistalingua.uol.com.br/textos/63/artigo249010-1.asp.
Acesso em 31/1/2014.
Considere o trecho: “A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor ‘cooperativo’ (Umberto Eco) varia segundo a natureza dos textos.”
De acordo com o texto, infere-se que o “leitor cooperativo” é aquele que, EXCETO
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Assinale a alternativa CORRETA sobre as geotecnologias.
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Analise os testes abaixo e identifique o que se destina à avaliação da eficiência da via metabólica anaeróbia alática.
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Os números 1, 3, 6, 10, 15, ... chamam-se números triangulares, pois podem ser representados pelas figuras abaixo. É CORRETO afirmar que o oitavo número triangular dessa sequência é

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