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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Uma guerreira contra a escravidão
Por Roger Lerina
- O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
- eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
- nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
- dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
- sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
- liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
- Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
- familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
- da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
- episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
- uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
- feminino.
- Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
- no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
- de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
- e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
- autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
- interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
- uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
- quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
- que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
- A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
- Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
- transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
- abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
- escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
- à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
- fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
- Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
- escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
- Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
- Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
- extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
- Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
- Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
- fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
- personagem.
(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 01, 10, 20 e 21.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Se “medidas” (l. 31) e “Eles” (l. 34) estivessem, ambas no singular, quantas outras palavras, em cada um dos respectivos períodos, deveriam ser flexionadas para efeito de concordância?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere o seguinte segmento do texto e o que se afirma sobre o emprego de sinais de pontuação nele.
“Muito da exploração da Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma sustentável”.
I. A primeira vírgula separa dois sujeitos da frase.
II. A primeira vírgula separa dois termos coordenados.
III. A segunda vírgula justifica-se porque antecede a mudança de sujeito.
IV. A terceira vírgula antecede uma oração de caráter explicativo.
Quais estão corretas?
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita INCORRETA do seguinte período do texto – sob o ponto de vista do conteúdo e/ou do aspecto gramatical.
“E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que estamos fracos sob vários aspectos”.
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O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise o seguinte trecho do texto e assinale a alternativa INCORRETA.
“Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente dos outros”.
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- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que as três palavras retiradas do texto têm – cada uma – o mesmo número de letras e de fonemas.
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- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as seguintes assertivas sobre estrutura e formação de palavras do texto.
I. “ambientalistas” e “ecologistas” têm o mesmo tipo de sufixo.
II. “predatório” e “sanitário” têm sufixos formadores de adjetivo.
III. “recomendações” e “reconhecidos” têm prefixo de mesmo sentido.
IV. “aquecimento” e “desenvolvimento” derivam de verbos; o sufixo “mento” significa “ação de”.
Quais estão corretas?
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- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Os seguintes fragmentos do texto estão em linguagem figurada, EXCETO:
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa cuja reescrita da oração “por mais dramática que seja” (l. 05) NÃO mantém o sentido original dessa oração.
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes assertivas sobre o texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Infere-se que “Menos consumo, menos transportes, mais prioridade à produção local” (l. 03-04) seriam algumas das “reivindicações antigas dos ambientalistas” (l. 03).
( ) O professor Ricardo Galvão vê como correta a ideia de que a pandemia de coronavírus pode ser uma oportunidade para que repensemos o nosso modo de vida e incluamos uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano.
( ) Já há indícios de que indústrias, produtoras de energia e setores que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta, estão revisando seus protocolos com vistas a uma pegada mais sustentável.
( ) Segundo Galvão, não há como se auferir ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma sustentável.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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