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Foram encontradas 910 questões.

1924395 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Há um princípio contábil que tem como objetivo deixar a empresa preparada sempre para os piores cenários, evitando que se superestime o ativo e que se subestime o passivo. Por isso, é também chamado de princípio do conservadorismo. De acordo com esse princípio, sempre que existirem mutações patrimoniais com impacto sobre o patrimônio líquido, caso hajam alternativas igualmente válidas, a contabilidade deverá lançar os menores valores para os ativos e os maiores para os passivos. Segundo as normas brasileiras de contabilidade, qual é esse princípio contábil?
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1068417 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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É base indispensável à integridade e à fidedignidade dos processos de reconhecimento, mensuração e evidenciação da informação contábil, dos atos e dos fatos que afetam ou possam afetar o patrimônio da entidade pública, observadas as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao Setor Público. A qual princípio se refere essa descrição?
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2302837 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Pegadas do bem
Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista(a) tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente(b). Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que (e) sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar(d) consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é(c) apreciativo. O Vale é(c) economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação morfológica correta das palavras abaixo.
Questão Anulada e Desatualizada

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2302827 Ano: 2019
Disciplina: Design Gráfico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Analise as seguintes assertivas sobre o 3D Studio Max e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) É usado em produção de filmes de animação, vinhetas e comerciais para TV.
( ) Na composição do software de instalação do 3D Studio Max tem 17 utilitários (Material Library 2019 Médium), demandando 7,74 Gigabits.
( ) O 3D Studio Max é um software livre não comercializado pela Autodesk.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão Anulada e Desatualizada

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2302734 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Após a execução de um levantamento topográfico em uma gleba, foi feita a planta com o corte de uma determinada seção, a qual foi desenhada em escala vertical de 1:1000 e a horizontal de 1:200. Sendo que a declividade média nessa representação gráfica, em um trecho entre dois pontos significativos, é igual a 5,00%, qual a declividade real nesse trecho?
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2302693 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Calcule a meta inicial do lucro que servirá de ponto de partida para o cálculo da meta definitiva de remuneração dos acionistas da empresa Sucesso S.A, cujo Balanço Patrimonial projetado para o final do exercício em curso está apresentado abaixo, sabendo que sua TMA está estimada em 15,70% a.a.
Ativo
Ativo Circulante 3.665.000
Disponível 50.000
Duplicatas a Receber 1.420.000
Estoques 2.180.000
Outros Realizáveis 5.000
Ativo Não Circulante 520.000
Total do Ativo 4.175.000
Passivo e Patrimônio Líquido
Passivo Circulante 1.990.000
Fornecedores 1.600.000
Impostos a Recolher 135.000
Salários e Encargos 205.000
Outros Exigíveis 50.000
Patrimônio Líquido 2.185.000
Total do Passivo: 4.175.000
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2302685 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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De acordo com a Lei nº 11.638/2007, o Balanço Patrimonial é considerado uma das demonstrações obrigatórias. Quanto a esse demonstrativo, é correto afirmar que:
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2302646 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
No que se refere aos integrantes do Conselho de Administração da GRAMADOTUR, assinale a alternativa INCORRETA.
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2302642 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
“Natal na Barca”, de Lygia Fagundes Telles
Depois de pensar em livros para ler nos dias de sol, “inundados de sol”, do verão, comecei a pensar em livros de Natal. Não em livros para dar de presente no Natal — quase todos servem para isso —, mas em livros em que o Natal apareça, ainda que só nos fundos, ou que se passem em dezembro. Há os clássicos natalinos, como Um conto de Natal, de Charles Dickens, e "O presente dos magos", aquele conto tristíssimo de O. Henry em que um casal paupérrimo se sacrifica para comprar um presente de Natal um para o outro. Lembrei-me também de O apanhador no campo de centeio, que se passa todo poucos dias antes do Natal; e de Madame Bovary, porque Emma e Charles casam perto do Natal, quando a província francesa fica branca de neve. Pois é, todos esses são livros sobre o Natal nevado... E o chuvoso e abafado Natal dos trópicos, cadê? Vieram-me à memória dois contos de Lygia Fagundes Telles que li na escola: “Natal na barca” e “Dezembro no bairro”. Não me lembrava dos enredos, mas presumi que "Dezembro no bairro" era um conto natalino porque tudo em dezembro tem a ver com Natal.
Lembrei-me dos contos porque, outro dia, passei um tempo considerável namorando a caprichosa antologia de Lygia que a Companhia das Letras acaba de publicar: Os contos. O livro ainda traz algumas fotos de Lygia, sem dúvida uma das escritoras mais bonitas que a literatura já conheceu: Lygia sorrindo, Lygia lendo, Lygia de perfil, Lygia com Hilda Hilst, Lygia encarando a câmera. Numa das fotos, Lygia aparece caminhando num lugar bucólico ao lado de seu marido, o crítico de cinema Paulo Emílio Salles Gomes. Lygia encara a câmera; Paulo Emílio olha para ela e parece sorrir. Na internet há mais fotos dos dois juntos. Lygia e Paulo Emílio no túmulo de Marx. Ela sorri para a câmera; ele sorri para ela. Em outra foto, Lygia descansa a cabeça no ombro de Paulo Emílio e olha para a câmera. Paulo Emílio olha para ela. E sorri, meio bobo. Enfim, vamos aos contos.... Afinal este pretende ser um texto sobre contos de Natal e não sobre a beleza hipnótica de Lygia Fagundes Telles.
“Natal na barca” é narrado por uma mulher. Decerto uma mulher elegante, como Lygia. A narradora fuma (o conto é de 1958) e carrega uma pasta (de advogada?). No posfácio de Os contos, a crítica literária Walnice Nogueira Galvão afirma que “ler Lygia Fagundes Telles sem visualizar uma mulher é difícil” e arrisca até uma descrição dessa narradora de “Natal na barca”: "Uma persona discreta, reticente e reservada, semelhante àquela que escreve. Com o corte pajem, adequado a seu cabelo liso, sem enfeites nem artifícios, blazers de linha clássica, camisas claras, saias de cor cinza. Essa é a narradora que visualizamos ao ler sua ficção". No conto, a narradora elegante faz uma viagem de barca, na noite de Natal, na companhia de um bêbado e de uma professora pobre com um filho doente nos braços (uma imagem da Virgem Maria com seu bebê divino?).
A narradora não quer falar com ninguém, não quer envolver-se nos "tais laços humanos", mas acaba conversando com a jovem mãe, que precisa levar seu filho ao médico. A mãe conta que, um ano antes, perdera seu filho mais velho, de 4 anos, e fora abandonada pelo marido, mas matinha a fé: "Deus nunca me abandonou". A fé da mãe pobre desconcerta a narradora requintada, que talvez depositasse sua confiança na solidez de pastas elegantes e cigarros. Ao se aproximar para ver o bebê, ela o percebe imóvel e é tomada pela certeza desesperadora de que estava morto e a mãe percebera. Será que sua fé simples a salvaria agora? O conto termina meio ambíguo. Outra vez, o leitor (e a narradora) não sabe direito o que aconteceu. Um milagre de Natal, talvez?
Além do Natal, esse conto apresenta o suspense, a ambiguidade. O leitor termina sem saber direito o que aconteceu. Acontece mesmo um milagre em "Natal na barca" ou a narradora elegante só se confundiu? O leitor chega ao fim do conto sem saber direito como chegou lá. Parece que faltou alguma informação, que ele perdeu alguma coisa, que não reparou no que acontecia nos fundos do conto, nas entrelinhas. A narrativa elegante e furtiva de Lygia hipnotiza o leitor, prende-lhe a atenção com os detalhes, afasta as perguntas curiosas e o conduz até uma conclusão inconclusiva, que perturba e faz pensar. "Quando foi que a narrativa tomou o rumo que tomou? Será que eu me distraí?", pensa o leitor. Talvez aí ele entenda por que Paulo Emílio não conseguia tirar seus olhos sorridentes de Lygia.
(Ruan de Sousa Gabriel. 12/12/2018. Disponível em https://epoca.globo.com. Adaptado)
Analise o trecho a seguir, retirado do texto: “A narrativa elegante (1) e furtiva de Lygia hipnotiza o leitor (2), prende- lhe (3) a atenção com os detalhes (4), afasta as perguntas curiosas (5)”. Considerando os termos sublinhados e numerados, assinale a alternativa que apresenta o número correspondente ao termo que pode ser classificado sintaticamente como objeto indireto.
Questão Anulada e Desatualizada

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No que se refere ao Conselho Fiscal da GRAMADOTUR, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A escolha recairá sobre servidores ocupantes de cargo de provimento efetivo, sendo pelo menos um formado em Direito, com registro na OAB.
( ) A participação no Conselho Fiscal será remunerada de acordo com a legislação vigente.
( ) O Conselho Fiscal se reunirá, ordinariamente, uma vez por ano, até 31 de março, para apreciar e opinar sobre as demonstrações contábeis da GRAMADOTUR e, extraordinariamente, a qualquer tempo e com o mesmo fim, mediante requerimento do Presidente do Conselho de Administração.
( ) Será composto por três membros, designados pelo Prefeito Municipal, para um mandato de dois anos, permitida uma recondução.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão Anulada e Desatualizada

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