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Foram encontradas 624 questões.

1707825 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
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Segundo Gadotti e Romão (2009), “não se constrói um projeto sem uma direção política, um norte, um rumo. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é também político. O projeto pedagógico da escola é, por isso mesmo, sempre um processo inconcluso, uma etapa em direção a uma finalidade que permanece como horizonte da escola.”
Segundo a concepção dos autores, é FALSA a afirmação de que:
 

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1707594 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
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Na gestação, alguns fatores dificultam a ingestão alimentar e podem estar relacionados a sinais e sintomas decorrentes dos ajustes fisiológicos próprios dessa fase. Assinale a alternativa que contempla orientações nutricionais adequadas a uma gestante que apresenta anemia ferropriva.
 

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1707582 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Com relação ao vocabulário do texto, é CORRETO afirmar que a expressão café do próximo passa a ser vista, no texto de Martha, como
I- um ato específico do dono da livraria.
II- qualquer ação altruísta.
III- um exemplo de bondade para com os mendigos.
IV- um ato de gentileza e altruísmo para com as pessoas.
V- uma ideia genial que vai mudar o comportamento de todos os brasileiros.
A alternativa que apresenta a informação complementar é:
 

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1707455 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
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As proposições a seguir versam sobre apresentação das demonstrações contábeis. Analise-as, em conformidade com o CPC 26 (R1).
I- As demonstrações contábeis são uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira e de fluxos de caixa da entidade.
II- O objetivo das demonstrações contábeis é o de proporcionar informação acerca da posição patrimonial e financeira, do desempenho e dos fluxos de caixa da entidade que seja útil aos investidores de risco.
III- As demonstrações contábeis também objetivam apresentar os resultados da atuação da Administração, em face de seus deveres e responsabilidades na gestão diligente dos recursos que lhe foram confiados.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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1707272 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
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TEXTO
Com base no fragmento abaixo exposto, de Mariana Czerwonka, publicado em 27 de março, 2013, responda as duas questões seguintes.
[...] Estudos efetuados para avaliar a eficácia do uso de capacetes demonstraram que o seu uso pode prevenir cerca de 69% dos traumatismos crânio-encefálicos e 65% dos traumatismos da face. O capacete protege o usuário desde que utilizado corretamente, ou seja, afivelado, com todos os seus acessórios e complementos. [...]
https://portaldotransito.com.br/noticias/moto/a-importancia-do-uso-do-capacete/
O texto ressalta a importância do uso do capacete por condutores e passageiros na promoção da segurança das pessoas. Conforme o CTB, conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor ou transportar passageiro sem o capacete de segurança implica infração de natureza
 

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Conforme o modelo da regra-matriz de incidência tributária do Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana – IPTU, é CORRETO afirmar que:
 

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1703385 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
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Os resíduos gerados nas cidades sem o devido tratamento podem resultar em danos irreparáveis ao solo, à água, ao ar e à saúde das pessoas. O tratamento e a destinação adequada dos resíduos são um dos grandes desafios dos gestores das cidades.
Associe as duas colunas, relacionando os tipos de tratamentos e destinação final dos resíduos sólidos ao seu conceito.
1. Reciclagem ( ) Destinação final dos resíduos no solo em local impermeabilizado.
2. Compostagem ( ) Reintrodução dos resíduos no processo de produção.
3. Aterro Sanitário ( ) Redução de peso e volume do lixo pela combustão controlada.
4. Incineração ( ) Decomposição da matéria orgânica de restos de vegetais.
A sequência CORRETA dessa associação é:
 

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Para que o exercício profissional do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB) e do Técnico em Saúde Bucal (TSB) ocorram legalmente, estes deverão estar inscritos no Conselho Regional de Odontologia, havendo, assim, a garantia de respaldo legal para a prática de suas atribuições. Compete, pois, a esses profissionais:

I- auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares.

II- manipular materiais de uso odontológico.

III- aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos.

IV- fazer propaganda de seus serviços, mesmo em revistas, jornais ou folhetos especializados da área odontológica, antes e após contato com o paciente.

V- realizar ações de auxílio e/ou atendimento clínico odontológico voltado para o restabelecimento da saúde, conforto, estética e função mastigatória do indivíduo.

Considerando as atividades e competências desses dois tipos de profissional, é CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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1694031 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
A autora inicia a crônica nos contando que foi em Praga que surgiu o hábito do café “pendente”, que consiste em:
 

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1688649 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Provas:

Os espaços primatas da dentição decídua são:

 

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