Foram encontradas 60 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 53 e 54.
Fala e escrita, como formas de manifestação da linguagem, ocorrem em ambientes sociais distintos, com exigências específicas quanto à sintaxe e às estruturas textuais. Essas formas de manifestação da linguagem são diversificadas, e a preocupação com sua delimitação e nomeação traduz-se na noção de gêneros discursivos de Bakhtin (1992).
Bakktin concebe os gêneros do discurso como tipos de enunciados criados dentro dos vários campos da atividade humana. Consoante tal perspectiva, a linguagem é aprendida por meio de enunciados concretos, ouvidos e reproduzidos na comunicação verbal. Cada um dos vários gêneros apresenta suas próprias exigências em termos de conteúdo, de estrutura e de sequências linguísticas que os compõem. Todos esses aspectos devem ser aprendidos mediante práticas sociais que desenvolvam as capacidades de linguagem dos indivíduos e as estratégias de aprendizagem.
(Abuêndia Padilha Pinto. Gêneros discursivos e ensino de Língua Inglesa. In: Dionisio, A. P.; Machado, A. R e Bezerra, M. A (orgs). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna. 2005, p.48. Adaptado.)
São exemplos de gênero oral na esfera escolar:
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Leia o texto para responder às questões de números 53 e 54.
Fala e escrita, como formas de manifestação da linguagem, ocorrem em ambientes sociais distintos, com exigências específicas quanto à sintaxe e às estruturas textuais. Essas formas de manifestação da linguagem são diversificadas, e a preocupação com sua delimitação e nomeação traduz-se na noção de gêneros discursivos de Bakhtin (1992).
Bakktin concebe os gêneros do discurso como tipos de enunciados criados dentro dos vários campos da atividade humana. Consoante tal perspectiva, a linguagem é aprendida por meio de enunciados concretos, ouvidos e reproduzidos na comunicação verbal. Cada um dos vários gêneros apresenta suas próprias exigências em termos de conteúdo, de estrutura e de sequências linguísticas que os compõem. Todos esses aspectos devem ser aprendidos mediante práticas sociais que desenvolvam as capacidades de linguagem dos indivíduos e as estratégias de aprendizagem.
(Abuêndia Padilha Pinto. Gêneros discursivos e ensino de Língua Inglesa. In: Dionisio, A. P.; Machado, A. R e Bezerra, M. A (orgs). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna. 2005, p.48. Adaptado.)
O conteúdo dos parágrafos coincide com perspectivas da BNCC para o ensino de língua inglesa na Escola Básica no seguinte sentido:
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“A evolução das ações da educação especial nos últimos anos se expressa no crescimento do número de municípios com matrículas, que, em 1998, registra 2.738 municípios (49,7%) e, em 2006, alcança 4.953 municípios (89%), um crescimento de 81%” (Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, p.13). De acordo com o artigo 2º da Resolução CNE/CEB nº 4/2009 (Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica), o Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem como função
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O documento “Base Nacional Comum Curricular (Estrutura da Base)” enfatiza que a organização das habilidades do Ensino Médio na BNCC tem como objetivo
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O que é o Novo Ensino Médio? A Lei nº 13.415/2017 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e estabeleceu uma mudança na estrutura do ensino médio, ampliando o tempo mínimo do estudante na escola de 800 horas para 1.000 horas anuais (até 2022) […] A mudança tem como objetivos garantir a oferta de educação de qualidade a todos os jovens brasileiros e de aproximar as escolas à realidade dos estudantes de hoje, considerando as novas demandas e complexidades do mundo do trabalho e da vida em sociedade.
(Ministério da Educação. http://portal.mec.gov.br/ component/content/article?id=40361)
Conforme o artigo 36 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional), o currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e por
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“Os conceitos de adolescência e juventude correspondem a uma construção social, histórica, cultural e relacional, que através das diferentes épocas e processos históricos e sociais vieram adquirindo denotações e delimitações diferentes” (Oscar Dávila León, In: Freitas, 2005). Segundo o autor, a “condição juvenil”, como categoria sociológica e antropológica, está referida
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BUCKINGHAM (2010) aborda alguns dos desafios exigidos das escolas pelas culturas digitais emergentes dos jovens. Um desses desafios é compreender como usar, no contexto escolar, a favor da aprendizagem, a cultura de fora da escola dos jovens, o intenso uso que fazem das tecnologias de informação e comunicação. Para o autor, se pretendemos atrair os alunos, a resposta é
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O bicentenário da independência do Brasil nos leva a pensar sobre a concretização do direito à educação em nosso país. Nesse sentido, o texto de Haddad e Di Pierro (2000) pode contribuir para essa reflexão ao apresentar uma visão panorâmica das políticas públicas de educação escolar de jovens e adultos na história do Brasil. Assinale a alternativa que apresente corretamente a compreensão dos autores sobre o tema.
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No entendimento de Mantoan (2011), as incursões da educação especial nos sistemas de ensino promovem aprendizagens por aproximações necessárias e inusitadas, nas turmas, nas atividades do cotidiano. Para a autora, a aprendizagem que nos falta para distinguir a diferenciação para incluir da diferenciação para excluir sobrevém
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“O fim do regime escravista não aboliu por completo a visão que hierarquiza as culturas e classifica as pessoas mediante a cor da pele, o formato do nariz, a cor do olhos e a textura dos cabelos” (SANTOS, In: CAVALLEIRO, 2001). Segundo Isabel Aparecida dos Santos (In: CAVALLEIRO, 2001), o antropólogo Lévi-Strauss contribuiu para esse debate ao
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