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Complete com as preposições adequadas.
John arrived time dinner.
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Disciplina: Administração Pública
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
“Está relacionada ao custo, à forma pela qual os meios são geridos. É a otimização dos recursos disponíveis, através da utilização de métodos, técnicas e normas, visando ao menos esforço e menor custo de execução das tarefas. É, pois, uma medida de desempenho, não olvidar esforços para atingir o resultado”. Tratase da:
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Observe o gráfico a seguir.

A quantidade de clorato de sódio capaz de atingir a saturação em 500 g de água na temperatura de 60 °C, em grama, é aproximadamente igual a:
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Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
São componentes do sistema de refrigeração de um motor:
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Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
Marque a opção CORRETA:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
A relação estabelecida pelos conectivos em destaque só NÃO está corretamente identificada nos parênteses em:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Sobre a pontuação do texto, só NÃO se pode afirmar que:
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A aposta por uma Escola Inclusiva e Integradora onde cabem todos, segundo os princípios de igualdade e de democracia, nos permite afirmar, EXCETO:
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Leia o texto e responda:
“O assistente social é tido como o profissional da participação, entendida como partilhamento de decisões, de poder. Pode impulsionar formas democráticas na gestão de políticas e programas, socializar informações, alargar os canais que dão voz e poder decisório à sociedade civil, permitindo ampliar sua possibilidade de ingerência na coisa pública.” Marilda V. Iamamoto, in: Serviço Social na Contemporaneidade – p. 78.
À medida que o assistente social é denominado o profissional que pode fomentar a participação, ele contribui para a efetivação e para aumentar a legitimidade do:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
O 26º artigo da Lei de Diretrizes de Bases da Educação – LDB estabelece que: “Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.”
Assinale o parágrafo abaixo que NÃO consta no artigo 26º:
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