Foram encontradas 50 questões.
Em uma palestra estavam presentes alunos, professores e coordenadores, no total de 124 pessoas. Sabendo que o número de professores era 1/4 do número de alunos, e que o número de coordenadores era 1/6 do número de professores, a diferença entre o número de professores e de coordenadores presentes nessa palestra era
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Um rolo de fita foi dividido em 32 pedaços iguais, sem sobras. Se cada pedaço medisse 10 cm a menos, esse mesmo rolo poderia ter sido dividido em 40 pedaços iguais, também sem sobras. O comprimento total desse rolo de fita, em metros, era
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Em um clube há 64 bolas de futebol e 40 bolas de vôlei. Todas essas bolas serão colocadas em sacolas, de maneira que todas as sacolas tenham o mesmo número de bolas e cada sacola só contenha bolas de um mesmo tipo. Se o número de bolas por sacola, nas condições estabelecidas, deve ser o maior possível, então, a diferença entre o número de sacolas com bolas de futebol e com bolas de vôlei será
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Uma papelaria colocou em promoção determinado número de canetas azuis por R$ 1,00 a unidade. No 1o dia da promoção, foi vendido 60% do número total de canetas, e, no 2º dia da promoção, foi vendido 40% do número de canetas restantes. Sabendo que o valor total obtido com a vende dessas canetas, nesses dois dias, foi R$ 114,00, o número de canetas vendidas no 2º dia foi
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Uma biblioteca recebeu uma doação de livros que serão, temporariamente, colocados em pilhas, cada pilha com o mesmo número de livros. Desse modo, é possível formar pilhas, cada uma delas com 20 livros, ou com 24 livros, ou com 30 livros em cada pilha e, em qualquer uma dessas opções, não restará livro fora das pilhas. Sabe-se que a doação recebida não chegou a 140 unidades, e que, por questão de espaço, foi decidido colocar 15 livros em cada pilha, o que também não deixou livro algum fora das pilhas. O número de pilhas formadas, com 15 livros em cada uma, foi
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Uma professora comprou alguns materiais para a execução de uma atividade pedagógica. A tabela a seguir mostra o tipo de material comprado, o número de unidades compradas de alguns desses materiais e seu respectivo valor unitário:
| Material | Nº de unidades compradas |
Valor da unidade |
|---|---|---|
| Rolo de barbante | 5 | R$ 7,20 |
| Folha de papel cartão | 2x | R$ 1,10 |
| Frasco de cola | x | R$ 5,80 |
Sabendo que o número de folhas compradas de papel cartão foi o dobro do número de frascos comprados de cola, e que o valor total dessa compra foi R$ 68,00, o número de folhas compradas de papel cartão foi
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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