Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
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As ações de promoção, proteção e recuperação da saúde são fundamentais para garantir a saúde e o bem-estar
da população. Essas ações podem ser individuais ou coletivas, com diferentes enfoques e abordagens para lidar
com as condições de saúde de uma comunidade. Assinale a alternativa que melhor representa uma ação coletiva
de promoção da saúde.
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A Política Nacional de Humanização busca pôr em prática
os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde.
Estimula a comunicação entre gestores, trabalhadores e
usuários para construir processos coletivos de enfrentamento de relações de poder, trabalho e afeto, que muitas
vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras
que inibem a autonomia e a corresponsabilidade dos profissionais de saúde em seu trabalho e dos usuários no
cuidado de si. Assinale a alternativa que melhor descreve
uma prática recomendada pelo PNH.
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As práticas orientadas pela Atenção Primária em Saúde
devem ser capazes de oferecer respostas adequadas à
maioria das demandas de saúde da comunidade, evitando, assim, intervenções desnecessárias. Essa afirmação
corresponde ao conceito de uma diretriz da Política Nacional de Atenção Básica denominada
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Em epidemiologia, a taxa que permite calcular a probabilidade de que exista uma mudança de estado, por exemplo, não ter a doença e adoecer ou estar vivo e morrer,
em determinado tempo, é denominada
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Um estudo epidemiológico foi conduzido em uma escola pública com o objetivo de investigar a obesidade em
adolescentes entre 12 e 17 anos e avaliar fatores associados, como sedentarismo, hábitos alimentares e tempo
de uso de celulares e computadores. A coleta de dados
se deu em um único momento, com aplicação de questionário e aferição de peso e altura.
Trata-se de um estudo epidemiológico do tipo
Trata-se de um estudo epidemiológico do tipo
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