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Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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TEXTO
Uma das principais perguntas dos profissionais é a seguinte:(a) Como posso me preparar para o atual mercado de trabalho sem ser somente mais um? A resposta é: Você tem que buscar se diferenciar. Buscamos remuneração, qualidade de vida, aprendizado contínuo, oportunidade de crescer. Mas, como conseguir tudo isso?
Como se diferenciar em um mercado tão competitivo?
Sem dúvida, atualmente, esperam-se cada vez mais várias mudanças de emprego ao longo da nossa carreira. O mercado está cada vez mais competitivo(b) e a melhor forma de lidar com a imprevisibilidade no futuro será investir no conhecimento. Contudo, hoje em dia, não basta somente ser qualificado, é preciso ser competente.
Mas, o que são estes conceitos de qualificação e competência?
Vamos recorrer à história, onde na França, no período de pós guerra surge o conceito de qualificação que determinava a padronização dos conteúdos da qualificação: a cada profissão, a cada posto de trabalho correspondia um nível escolar; uma vez adquiridos os conhecimentos dessa categoria profissional, o trabalhador poderia ali permanecer sem que lhe exigissem novas aprendizagens. Havia, assim, uma estável correspondência entre “nível de formação” e “nível de qualificação” que garantia aos trabalhadores uma carreira profissional sólida e previsível e permitia um planejamento educacional a partir da análise das ocupações. O sistema de qualificação é concebido em torno da noção de nível padrão homologada pelo diploma. Mas, será que atualmente o diploma é suficiente? Por exemplo, será que algum de vocês já presenciou o fato de o primeiro lugar de uma turma de formados não conseguir emprego? Claro que não quero dizer que todo primeiro lugar não terá emprego, muitos são extremamente competentes,(c) mas, o que falta para aquele que não consegue emprego apesar de ser “medalha 18 de ouro” na faculdade?
Seu diferencial no mercado está em buscar mais do que a qualificação. Ter um diploma superior já não é mais diferencial. O profissional precisa ser competente, ou seja, alinhar o conhecimento adquirido à habilidade que está relacionada à aplicação produtiva do conhecimento, ou seja, as empresas querem profissionais que saibam trabalhar em equipe, se comunicar, influenciar pessoas e tenham também atitude de comprometimento, engajamento com o trabalho, pois, a atitude diz respeito a um sentimento ou a predisposição da pessoa de querer fazer algo.
Alinhar conhecimento, habilidade e atitude determina a competência de um profissional. Vale enfatizar que este processo é extremamente dinâmico. Com a velocidade de mudanças no mundo moderno, hoje você pode ser competente, mas, amanhã, pode não ser mais. O que precisamos fazer?
Verifica-se no mercado que a maioria dos executivos continua investindo em estudos mesmo quando chegam em posições privilegiadas na carreira. O profissional(d) que constantemente busca a atualização é bem visto pela empresa(d) onde trabalha ou mesmo pelas que estão de olho no profissional que se destaca. O que se verifica é que num momento de crescimento do Brasil, vemos uma situação dramática: as empresas precisam contratar, mas muitas vezes, os desempregados não têm preparo para ocupar os postos. Ou seja, falta gente competente!!! No mercado atual, é importante perceber que sucesso não é a ausência de problemas, mas sim a capacidade de resolver estes problemas. Sucesso é competência aliada a consistência, por isso, todo profissional tem a obrigação de melhorar, sempre.
Como profissional, ficar imaginando como seria bom ver seu sonho realizado não vai torná-lo realidade. Planejar e cumprir o passo-a-passo é que permitirá o sucesso da empreitada. Quem se limita ao dia-a-dia de trabalho dificilmente consegue manter-se antenado com as tendências de sua área. Essas pessoas acabam ficando muito funcionais, focadas apenas na execução. Para você se diferenciar no mercado, trace planos de curto, médio e longo prazo, pense onde você quer estar daqui a 1, 2 ,5,10 anos e conduza sua vida profissional, pois, se você não souber onde quer chegar, vai acabar encontrando pessoas que vão te utilizar para atingir os objetivos delas. Lembre-se que a velocidade só faz sentido se você estiver na direção certa.
FONTE: http://inemp.com.br/o-seu-diferencial-no-mercado-de-trabalho/
Ocorre predicado verbal na oração
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Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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A Filosofia e a Educação caminham juntas. É um elo que vive desde a antiguidade com Sócrates. O Homem sempre buscou o melhor(a) para si e para a realidade. Nesta busca da sabedoria, o pensamento foi útil. Já que o aluno vive numa realidade de pensamento, a Filosofia é indispensável para sua busca. A Filosofia leva o aluno à oportunidade de desenvolver um pensamento independente e crítico, ou seja, permite a ele experimentar um pensar individual.
Desde a antiguidade, o Homem preocupou-se em buscar respostas para si mesmo e para o mundo que se volta para ele. Encontrar essas soluções era significativo. Nos tempos antigos, na era de Pitágoras, Homero, Sócrates, não era através de livros, palestras ou outros meios e sim, apenas pelo pensar. Percorrendo o caminho do tempo,(b) chegando aos confins de hoje, o buscar de respostas para o homem se inicia na Escola, exercitando o aluno a trabalhar com sua mente, ou seja, o homem é levado a pensar desde sua infância. Deste modo, o pensar tem situado na história como ferramenta indispensável para ao Homem. Se a filosofia é o exercício do pensar, de buscar a verdade, ou etimologicamente falando, “amigo da sabedoria”, ela é necessária para a Educação. Pois é na Educação que o saber se eleva, se constrói.
Se o modo de explorar a realidade desde a antiguidade foi pelo meio da reflexão, do pensamento, hoje não é diferente. Hoje o papel da Filosofia é o mesmo desde o tempo de Platão. Levantar questionamentos, procurar a razão, buscar a verdade e se abster do próprio ponto de vista para aceitar a realidade que nos cerca. Filosofia e Educação caminham juntas. É impossível falar em educação e não falar em Filosofia. Ainda que de forma inconsciente, o homem vivencia a filosofia em seu dia-a-dia. Tendo a filosofia como o estudo que orienta o indivíduo tanto na visão concreta na visão de vida, como seus valores e significados, é imprescindível quando se fala em conduta humana no geral. Portanto, no educar, que significa orientar, conduzir, que é uma influência deliberada e sistemática de um ser "maduro" para um ser "imaturo", através da instrução, ensino e disciplina e desenvolvimento "harmonioso" de todas as potencialidades do ser humano, pode-se afirmar que não existe educação sem a associação filosófica. Não se pode negar que todas as correntes filosóficas deram contribuições super valorosas na construção da educação. Ainda que o homem não tenha consciência, educar, ensinar, torna-se sinônimo de filosofar. A educação esteve presente em toda a história junto com a Filosofia. Com Sócrates, o homem voltou-se para sim mesmo, ou seja, o homem começou a questionar. E este questionamento, este autoconhecimento do homem se dava, sobretudo com o diálogo mútuo.
Sócrates era defensor do diálogo como método da Educação. É um ponto importante para o ensino, pois, atualmente é essencial que haja diálogo na sala de aula para um bom crescimento intelectual e humano também.
Ainda na antiguidade, para Platão e Aristóteles, apesar de possuírem pensamentos opostos, idealista e realista, respectivamente, a Educação tinha um ponto em comum: formava o homem moralmente, em seu caráter. Ou seja, a Educação transformava o homem.
Percorrendo dentro da modernidade, chegando até Kant, a afirmação de Platão não é muito diferente do mesmo. A Educação também transforma o homem em um indivíduo(d) mais comportamental, ou seja, de boa vivência na lei moral. Chegando à contemporaneidade, a reflexão feita por Sócrates é pressuposital à John Dewey. Na questão do diálogo, Dewey também afirmava de sua importância, principalmente nos trabalhos grupais. Outra semelhança é no método maiêutico de Sócrates. Dewey também pensava que o professor devia levar ao aluno conteúdos em forma de questões, fazer com que o aluno refletisse, conseguisse uma resposta. Durante a história, vários ramos de pensamentos surgiram, mas a forma de pensar é única e a problematização do ser também. E a Educação foi instrumento desde a origem do pensar, desde a origem da filosofia. Desta forma, não há como separar filosofia e Educação. A filosofia gera na Educação um método de estudo, um método de pensamento. Gera um conceito novo(c) de viver, uma forma nova de ver a realidade. Dentro da Educação não é somente para o aluno que a filosofia é importante. As teorias são importantes para a formação do professor. Todo professor deveria ter em mente tais teorias para aperfeiçoar seu desempenho em sala de aula; estudar teorias, através da Filosofia da Educação, adentrando em filosofias atuais proporciona ao mestre qualidade no seu desempenho enquanto professor. Pensar sobre a formação do educador em nosso tempo consiste num grande desafio. A educação assume faces diferentes em cada período histórico, mas a essencialidade do professor em buscar a interação com seu aluno não modificou. Para o aluno, que está numa evolução de conhecimento, de aprendizagem, a Filosofia é a essencialidade de sua busca do saber. A Filosofia estimula o pensamento, o estudo, o relacionamento humano e a liberdade da mente. A filosofia ajuda a partir do momento em que oferece subsídios suficientes para o desenvolvimento do aluno na atividade intelectual para pensar. É imprescindível conhecer os filósofos, suas histórias, seus pensamentos, pois são exemplos de homens que chegaram a uma realização, a uma busca pela verdade. São exemplos de como o aluno pode conseguir compreender o seu redor, de como a reflexão é importante para uma sociedade que anseia, e de como a autocrítica é de sumo valor para a sua maturidade. A Filosofia é fundamental na vida de todo ser humano, visto que proporciona a prática de análise, reflexão e crítica em benefício do encontro do conhecimento do mundo e do homem. O educando, tendo a filosofia como companheira, se torna em um indivíduo de bom discernimento, de bom senso, possível a uma autoavaliação e sempre buscará o novo.
Por Jaime Thomaz
FONTE: http://www.artigos.com/artigos-academicos/5400-a-importancia-da-filosofia-para-a-educacao
Exerce função predicativa o termo transcrito em
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
A temática do financiamento da educação tem assumido importante papel na compreensão da organização e da gestão da educação, particularmente a partir de estudos e análises que exploram a relação entre o financiamento, as políticas educacionais e o Estado no Brasil, ganhando densidade também no sub-campo da economia da educação. Essa discussão constitui-se em tarefa complexa em vista das condições materiais nas quais o financiamento se efetiva no país envolvendo os diferentes entes federados (União, estados, Distrito Federal e municípios) e a esfera privada. Apesar da complexidade da temática, a compreensão da estrutura e das bases do financiamento da educação coloca-se como uma necessidade para toda a sociedade, devendo envolver, especialmente, os gestores educacionais, os profissionais da educação, os pais, os estudantes e a comunidade local. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir sobre o financiamento da educação pública.
I. Se compreendermos o orçamento como o cálculo da receita que se deve arrecadar em um exercício financeiro e das despesas que devem ser feitas pela administração, podemos inferir que o planejamento das ações da educação, dos sistemas e das escolas deve ser cuidadosamente pensado, tendo em vista que colocar essas ações em prática depende, em grande parte, das condições objetivas (condições financeiras, materiais e humanas) do poder central e local.
II. Além de definir a educação como um direito de cidadania e estabelecer a responsabilidade de cada ente federado (União, estados e municípios) para que a oferta da educação básica seja garantida, a Constituição Federal de 1988 vincula um percentual de recursos específicos que cada ente governamental deve aplicar na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE).
III. Segundo o artigo 212 da Constituição Federal de 1988, alterado pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996, o ensino fundamental público terá como fonte adicional de financiamento a contribuição social do salário-educação, recolhida pelas empresas, na forma da lei. A base do salário-educação é a folha de contribuição da empresa para a previdência social.
Assinale a alternativa que indica a(s) afirmativa(s) correta(s).
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