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Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Felicidade clandestina - Clarice Lispector
[...] No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte
para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando,
que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os
dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá
estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder,
que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com
meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu
corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes
aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de
tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se
cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia
estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão
silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até
que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem
quis ler! [...]
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro.
Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o
contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Fonte: LISPECTOR, Clarisse. Felicidade clandestina. In: O Primeiro Beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. [adaptado].
I- Anarrativa é construída em terceira pessoa, com uma narradora onisciente.
II- O emprego de elementos como tempo e espaço é marcante, conferindo unidade ao texto.
III- O texto não apresenta uma progressão de eventos, sendo estruturado como um relato atemporal.
IV- O texto apresenta um conflito central, relacionado à busca do livro pela protagonista.
É CORRETO o que se afirma em:
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Texto I
Felicidade clandestina - Clarice Lispector
[...] No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte
para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando,
que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os
dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá
estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder,
que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com
meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu
corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes
aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de
tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se
cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia
estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão
silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até
que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem
quis ler! [...]
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro.
Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o
contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Fonte: LISPECTOR, Clarisse. Felicidade clandestina. In: O Primeiro Beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. [adaptado].
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Texto I
Felicidade clandestina - Clarice Lispector
[...] No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte
para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando,
que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os
dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá
estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder,
que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com
meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu
corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes
aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de
tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se
cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia
estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão
silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até
que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem
quis ler! [...]
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro.
Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o
contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Fonte: LISPECTOR, Clarisse. Felicidade clandestina. In: O Primeiro Beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. [adaptado].
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Texto I
Felicidade clandestina - Clarice Lispector
[...] No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte
para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando,
que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os
dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá
estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder,
que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com
meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu
corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes
aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de
tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se
cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia
estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão
silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até
que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem
quis ler! [...]
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro.
Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o
contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Fonte: LISPECTOR, Clarisse. Felicidade clandestina. In: O Primeiro Beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. [adaptado].
I- A narradora visitava diariamente a casa da filha do dono da livraria, impulsionada pela expectativa de obter emprestado um livro.
II- A narradora sabia que a filha do dono da livraria estava apenas brincando com seus sentimentos, mas decidiu continuar insistindo por curiosidade.
III- A narradora desistiu de buscar o livro quando percebeu que a menina não pretendia emprestá-lo.
É CORRETO o que se afirma em:
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João, 40 anos, faz uso de medicação endovenosa em regime de infusão intermitente e encontra-se em uso de cateter venoso periférico
confeccionado com poliuretano. O acesso venoso periférico de João é de fácil obtenção e não há sinais de complicações. Considerando
que durante o atendimento, o profissional deve observar os prazos de segurança para a manutenção dos dispositivos, de acordo as
recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, qual o período recomendado para troca do cateter e do equipo utilizado
por João?
Fonte: Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017. Caderno 4.
Fonte: Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017. Caderno 4.
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Seu José, 72 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, apresenta sinais de desconforto respiratório e saturação
de oxigênio em 88%. O médico solicitou oxigenoterapia suplementar, mas alertou sobre a necessidade de fornecer níveis adequados de
oxigênio suplementar com precisão, evitando assim o risco de suprimir o impulso hipóxico. O médico, então, prescreveu o método
mais confiável e preciso para entregar concentrações específicas de oxigênio a ser inspirado por métodos não invasivos, que
possibilitasse um fluxo constante de ar ambiente misturado a um fluxo fixo de oxigênio.
No contexto descrito, é CORRETO afirmar que o material a ser utilizado para instalação do cuidado trata-se de um(a):
No contexto descrito, é CORRETO afirmar que o material a ser utilizado para instalação do cuidado trata-se de um(a):
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Paciente do sexo masculino, 45 anos, apresenta tosse persistente com eliminação de sangue vermelho vivo proveniente das vias
respiratórias, associada a febre, cansaço e fraqueza marcante e transpiração excessiva durante a noite. Relata histórico de contato com
pessoa diagnosticada com tuberculose pulmonar há seis meses.
Considerando o quadro descrito, é CORRETO afirmar que o paciente apresenta:
Considerando o quadro descrito, é CORRETO afirmar que o paciente apresenta:
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Paciente etilista crônico apresenta quadro de abstinência alcoólica grave e evolui com intensa agitação psicomotora, confusão mental,
alucinações visuais, tremores e sudorese intensa. Apesar da contenção verbal e da administração de medicação prescrita há risco
iminente de queda e de autoferimentos e a equipe decide realizar contenção física.
Com base no Protocolos de Intervenção para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (2016), analise as afirmações a seguir.
Fonte: Brasil. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
I- Deve-se comunicar aos familiares e/ou responsáveis, sobre a contenção física, registrando o consentimento por escrito.
II- Deve-se iniciar a técnica quando o número mínimo de profissionais necessários estiver disponível (cinco pessoas).
III- Deve-se evitar informar continuamente o paciente sobre o procedimento que está sendo realizado, para que ele não fique mais ansioso e agitado.
IV- Deve-se dividir o procedimento em duas fases: imobilização (restrição dos movimentos e da locomoção) e contenção mecânica (uso de faixas).
V- Deve-se manter o paciente sob observação contínua, com registro a cada hora, durante o período em que permanecer contido.
Sobre a contenção física a ser realizada no paciente em questão, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Com base no Protocolos de Intervenção para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (2016), analise as afirmações a seguir.
Fonte: Brasil. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
I- Deve-se comunicar aos familiares e/ou responsáveis, sobre a contenção física, registrando o consentimento por escrito.
II- Deve-se iniciar a técnica quando o número mínimo de profissionais necessários estiver disponível (cinco pessoas).
III- Deve-se evitar informar continuamente o paciente sobre o procedimento que está sendo realizado, para que ele não fique mais ansioso e agitado.
IV- Deve-se dividir o procedimento em duas fases: imobilização (restrição dos movimentos e da locomoção) e contenção mecânica (uso de faixas).
V- Deve-se manter o paciente sob observação contínua, com registro a cada hora, durante o período em que permanecer contido.
Sobre a contenção física a ser realizada no paciente em questão, é CORRETO o que se afirma apenas em:
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No exercício de suas atividades em uma sala de vacina, o técnico de enfermagem deve conhecer as boas práticas de conservação e
armazenamento de imunobiológicos, garantindo a qualidade e a eficácia das vacinas.
Sobre este assunto, e considerando as orientações do Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações (2017), é CORRETO afirmar:
Fonte: Brasil. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
Sobre este assunto, e considerando as orientações do Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações (2017), é CORRETO afirmar:
Fonte: Brasil. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
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Com base no novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado por meio da RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017,
considere os itens a seguir:
I- Incentivar e apoiar a participação dos profissionais de Enfermagem no desempenho de atividades em organizações da categoria.
II- Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
III- Abster-se de revelar informações confidenciais de que tenha conhecimento em razão de seu exercício profissional.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Incentivar e apoiar a participação dos profissionais de Enfermagem no desempenho de atividades em organizações da categoria.
II- Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
III- Abster-se de revelar informações confidenciais de que tenha conhecimento em razão de seu exercício profissional.
É CORRETO o que se afirma em:
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