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De acordo com o CPC 46 (Mensuração do Valor Justo), a definição do preço do valor justo é:
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De acordo com o “modelo interpretativo” de tradução e interpretação, deve ser preocupação do intérprete os seguintes aspectos, EXCETO:
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A tradução é considerada uma tarefa profissional “solitária, pública e solidária”. Esse ponto de vista NÃO está explicado adequadamente em:
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O Brasil é minha morada
Permita-me que lhes confesse que o Brasil é a minha morada. O meu teto quente, a minha sopa fumegante. É casa da minha carne e do meu espírito. O alojamento provisório dos meus mortos. A caixa mágica e inexplicável onde se abrigam e se consomem os dias essenciais da minha vida.
É a terra onde nascem as bananas da minha infância e as palavras do meu sempre precário vocabulário. Neste país conheci emoções revestidas de opulenta carnalidade que nem sempre transportavam no pescoço o sinete da advertência, justificativa lógica para sua existência.
Sem dúvida, o Brasil é o paraíso essencial da minha memória. O que a vida ali fez brotar com abundância, excedeu ao que eu sabia. Pois cada lembrança brasileira corresponde à memória do mundo, onde esteja o universo resguardado. Portanto, ao apresentar-me aqui como brasileira, automaticamente sou romana, sou egípcia, sou hebraica. Sou todas as civilizações que aportaram neste acampamento brasileiro.
Nesta terra, onde plantando-se nascem a traição, a sordidez, a banalidade, também afloram a alegria, a ingenuidade, a esperança, a generosidade, atributos alimentados pelo feijão bem temperado, o arroz soltinho, o bolo de milho, o bife acebolado, e tantos outros anjos feitos com gema de ovo, que deita raízes no mundo árabe, no mundo luso.
Deste país surgiram inesgotáveis sagas,narradores astutos, alegres mentirosos. Seres anônimos, heróis de si mesmos, poetas dos sonhos e do sarcasmo, senhores de máscaras venezianas, africanas, ora carnavalescas, ora mortuárias. Criaturas que, afinadas com a torpeza e as inquietudes do seu tempo, acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira só pelo prazer de dedilhar as cordas da guitarra e do coração.
Neste litoral, que foi berço de heróis, de marinheiros, onde os saveiros da imaginação cruzavam as águas dos mares bravios em busca de
peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
Este Brasil que critico, examino, amo, do qual nasceu Machado de Assis, cujo determinismo falhou ao não prever a própria grandeza. Mas como poderia este mulato, este negro, este branco, esta alma miscigenada, sempre pessimista e feroz, acatar uma existência que contrariava regras, previsões, fatalidades? Como pôde ele, gênio das Américas, abraçar o Brasil, ser sua face, soçobrar com ele e revivê-lo ao mesmo tempo?
Fomos portugueses, espanhóis e holandeses, até sermos brasileiros. Uma grei de etnias ávidas e belas, atraída pelas aventuras terrestres e marítimas. Inventora, cada qual, de uma nação foragida da realidade mesquinha, uma espécie de ficção compatível com uma fábula que nos habilite a frequentar com desenvoltura o teatro da história.
(PIÑON, Nélida. Aprendiz de Homero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2008, p. 241-243, fragmento.)
Abaixo, foram transcritos trechos do texto e, ao lado, eles foram reescritos. A opção em que, ao se reescrever o trecho, houve alteração do sentido original é:
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O Brasil é minha morada
Permita-me que lhes confesse que o Brasil é a minha morada. O meu teto quente, a minha sopa fumegante. É casa da minha carne e do meu espírito. O alojamento provisório dos meus mortos. A caixa mágica e inexplicável onde se abrigam e se consomem os dias essenciais da minha vida.
É a terra onde nascem as bananas da minha infância e as palavras do meu sempre precário vocabulário. Neste país conheci emoções revestidas de opulenta carnalidade que nem sempre transportavam no pescoço o sinete da advertência, justificativa lógica para sua existência.
Sem dúvida, o Brasil é o paraíso essencial da minha memória. O que a vida ali fez brotar com abundância, excedeu ao que eu sabia. P ois cada lembrança brasileira corresponde à memória do mundo, onde esteja o universo resguardado. Portanto, ao apresentar-me aqui como brasileira, automaticamente sou romana, sou egípcia, sou hebraica. Sou todas as civilizações que aportaram neste acampamento brasileiro.
Nesta terra, onde plantando-se nascem a traição, a sordidez, a banalidade, também afloram a alegria, a ingenuidade, a esperança, a generosidade, atributos alimentados pelo feijão bem temperado, o arroz soltinho, o bolo de milho, o bife acebolado, e tantos outros anjos feitos com gema de ovo, que deita raízes no mundo árabe, no mundo luso.
Deste país surgiram inesgotáveis sagas,narradores astutos, alegres mentirosos. Seres anônimos, heróis de si mesmos, poetas dos sonhos e do sarcasmo, senhores de máscaras venezianas, africanas, ora carnavalescas, ora mortuárias. Criaturas que, afinadas com a torpeza e as inquietudes do seu tempo, acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira só pelo prazer de dedilhar as cordas da guitarra e do coração.
Neste litoral, que foi berço de heróis, de marinheiros, onde os saveiros da imaginação cruzavam as águas dos mares bravios em busca de
peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
Este Brasil que critico, examino, amo, do qual nasceu Machado de Assis, cujo determinismo falhou ao não prever a própria grandeza. Mas como poderia este mulato, este negro, este branco, esta alma miscigenada, sempre pessimista e feroz, acatar uma existência que contrariava regras, previsões, fatalidades? Como pôde ele, gênio das Américas, abraçar o Brasil, ser sua face, soçobrar com ele e revivê-lo ao mesmo tempo?
Fomos portugueses, espanhóis e holandeses, até sermos brasileiros. Uma grei de etnias ávidas e belas, atraída pelas aventuras terrestres e marítimas. Inventora, cada qual, de uma nação foragida da realidade mesquinha, uma espécie de ficção compatível com uma fábula que nos habilite a frequentar com desenvoltura o teatro da história.
(PIÑON, Nélida. Aprendiz de Homero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2008, p. 241-243, fragmento.)
“Pois cada lembraNÇA brasileira corresponde à memória do mundo”.
“Criaturas que, afinadas com a torpEZA e as inquietudes do seu tempo”.
São sinônimos, respectivamente, dos sufixos em destaque nos vocábulos acima os sufixos empregados na formação das palavras:
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O texto a seguir introduz a questão.
“(...) conjunto de documentos produzidos ou recebidos por escolas públicas ou privadas, em decorrência do exercício de suas atividades específicas, qualquer que seja o suporte da informação ou natureza dos documentos.”
“(...) é constituído de diversas espécies documentais que são também fontes de pesquisa porque registram a memória do fazer e pensar pedagógico no cotidiano escolar, além das questões administrativas. O tipo de informação gerado numa escola é bastante específico, refere-se à evolução do número de vagas, ao histórico de reprovações, de evasão escolar, entre outras. Essas informações podem se constituir numa ferramenta importante para a definição de políticas educacionais, seja no âmbito do município ou do Estado”. (...)
O texto acima se refere a:
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2533052
Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Alguns conceitos relacionados a arranjos dos discos rígidos estão disponibilizados na Coluna I. Estabeleça a correta correspondência com suas definições, disponibilizadas na Coluna II.
Coluna I
1. RAID 0
2. RAID 1
3. RAID 2
4. RAID 3
5. RAID 5
2. RAID 1
3. RAID 2
4. RAID 3
5. RAID 5
Coluna II
( ) organização de paridade de bits entrelaçados em um único disco.
( ) espelhamento de discos.
( ) organização de código de erro (ECC.)
( ) divisão de dados (data stripping).
( ) paridade espalhada ao longo dos discos.
( ) espelhamento de discos.
( ) organização de código de erro (ECC.)
( ) divisão de dados (data stripping).
( ) paridade espalhada ao longo dos discos.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Abstração
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Encapsulamento
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Herança
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Polimorfismo
Alguns conceitos relacionados à orientação a objetos estão disponibilizados na Coluna I. Estabeleça a correta correspondência com suas definições, disponibilizadas na Coluna II.
Coluna I
1. polimorfismo
2. abstração
3. herança
4. encapsulamento
5. atributo
2. abstração
3. herança
4. encapsulamento
5. atributo
Coluna II
( ) característica do objeto.
( ) objetos respondem a um conjunto comum de operações de modo diferente.
( ) ocultamento de informações.
( ) está associado ao conceito de classes.
( ) concentração nos aspectos essenciais de um determinado objeto.
( ) objetos respondem a um conjunto comum de operações de modo diferente.
( ) ocultamento de informações.
( ) está associado ao conceito de classes.
( ) concentração nos aspectos essenciais de um determinado objeto.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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- Governança de TIPlanejamento EstratégicoPETI: Planejamento Estratégico de TI
- Governança de TIPolíticas de Governança de TI
- Governança de TIPortfólio de TI
Alguns conceitos relacionados à governança de TI estão disponibilizados na Coluna I. Estabeleça a correta correspondência com suas definições, disponibilizadas na Coluna II.
Coluna I
1. Plano de Tecnologia da Informação
2. Portfólio de TI
3. Infraestrutura de TI
4. Princípios de TI
2. Portfólio de TI
3. Infraestrutura de TI
4. Princípios de TI
Coluna II
( ) subsidia as tomadas de decisão acerca da arquitetura de TI.
( ) principal produto do processo de alinhamento estratégico.
( ) reflete a capacidade planejada de TI, tanto técnica quanto humana, disponível na organização.
( ) instrumento para priorização dos investimentos de TI.
( ) principal produto do processo de alinhamento estratégico.
( ) reflete a capacidade planejada de TI, tanto técnica quanto humana, disponível na organização.
( ) instrumento para priorização dos investimentos de TI.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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As principais características das NTIC relevantes para os processos de ensino e aprendizagem, segundo Coll e Martí, além do dinamismo, são:
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