Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

3826429 Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instituído pela Lei Federal no 8.069, de 13 de julho de 1990, estabelece que “é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. A garantia da prioridade a que se refere o ECA compreende:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826428 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Tomando por base o livro Política Social: fundamentos e história, de autoria de Elaine Behring e Ivanete Boschetti, pode-se afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826427 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Marilda Iamamoto identifica, em capítulo do livro Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais (CFESS-ABEPSS, 2009), que, desde os anos 1980, o debate no Serviço Social tem sido polarizado por um duplo e contraditório movimento. Esse movimento opõe
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826426 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Ao analisar as origens da profissão de Serviço Social no Brasil e seu significado social na sociedade capitalista, Marilda Iamamoto compreende essa profissão como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826425 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Ao analisar as implicações da pandemia da covid-19 para a política social como direito de cidadania, Camila Pereira e Potyara PereiraPereira, em artigo publicado na Revista Argumentum no ano de 2021, afirmam que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826424 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Ainda sobre a chamada “nova” morfologia do trabalho e suas repercussões para o trabalho profissional do(a) assistente social, pode-se afirmar, com base em Raichelis (2020), que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826423 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
No segundo volume da publicação do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), de 2020, intitulada Atribuições privativas do/a assistente social em questão, Raquel Raichelis chama atenção para o que ela denomina de “nova” morfologia do trabalho e para a necessidade de se debater seus rebatimentos nas competências e atribuições do(a) assistente social. Entre as transformações pelas quais vem passando o mundo do trabalho, está
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826422 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
De acordo com Maria Carmelita Yazbek, em artigo publicado no ano de 2018 no periódico Serviço Social em Revista, a hegemonia do capitalismo sob dominância financeira tem radicalizado a questão social e implicado alterações nas políticas sociais que incidem sobre o trabalho profissional do(a) assistente social. Entre as repercussões que esse quadro impõe ao trabalho dos(as) assistentes sociais, está
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói dispõe sobre o Acesso. É a elevação do funcionário da classe final de uma série de classes à classe inicial de outra do mesmo grupamento ocupacional, ou diferente, observando o interstício na classe, reservadas 
Assinale a opção correta.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas

“Ser professora é um estilo de vida”

(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)

No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”

Enunciado 4730570-1

O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.

Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.

Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e  doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.

Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.

Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.

Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.

A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.

Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.

Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.

Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/serprofessora-e-um-estilo-devida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6 bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.

No período “Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso”, observa-se a presença da palavra “que” no papel de conjunção integrante. Tendo ciência disso, marque o trecho em que o “que” destacado tem a mesma classificação.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas