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Foram encontradas 155 questões.

3927381 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT

Leia o texto a seguir:

Brics aumentam produção científica em 10 vezes entre 2000 e 2024?

O número de artigos publicados por pesquisadores de países do Brics nas principais revistas científicas do mundo aumentou mais de 10 vezes entre 2000 e 2024. Apesar de também ter apresentado um crescimento expressivo nesse período, em 2024, o Brasil respondeu por menos de 100 mil dos mais de 2 milhões de artigos publicados por cientistas do grupo.

Os dados foram compilados pelo pesquisador Odir Dellagostin, professor da Universidade Federal de Pelotas, a partir da Scopus, a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares do mundo.

"O Brasil apresentou um crescimento bastante acelerado e contínuo até 2021. E esse crescimento foi, basicamente, paralelo ao crescimento da pós-graduação. Enquanto a pós-graduação estava crescendo, a produção científica também evoluía", explica o professor.

Da mesma forma, a produção caiu em 2022 e 2023, anos em que a quantidade de pesquisadores acadêmicos do Brasil também apresentou uma retração.

Em 2024, houve uma ligeira melhora: os pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 4 mil artigos a mais, e o país titulou um número adicional de quase 600 mestres ou doutores. Ainda assim, Dellagostin teme que o Brasil esteja "perdendo o bonde" do crescimento científico do Brics:

"De 2021 a 2024, o mundo, em média, cresceu 8,3% na produção científica. Já os países do BRICS, por exemplo, os Emirados Árabes, tiveram crescimento de mais de 60%. A Índia cresceu 41%, a China cresceu 20%, a Malásia [que não é do Brics] cresceu 17%, e assim por diante. E o que que aconteceu com o Brasil? O Brasil caiu 10,1%. A maioria dos países teve uma disparada na produção científica nos últimos 10 anos. Ou seja, eles partiram de uma base muito pequena, mas agora estão em um passo muito acelerado. E o Brasil vem fortalecendo essa base de forma contínua, mas num ritmo muito lento".

O professor da UFPel e membro da Academia Brasileira de Ciências acredita que a falta de financiamento é um fator importante para essa desaceleração, mas não o principal.

"A forma como nós enfrentamos a pandemia, fechando laboratórios, foi um fator que contribuiu muito, mas também há uma desmotivação dos pesquisadores, até pelo discurso anticiência de alguns dos nossos governantes e pela desvalorização da ciência perante parte da sociedade", ressalta Dellagostin.

Além disso, ele enfatiza que quase toda pesquisa no Brasil está atrelada ao estudo ou à docência na pós-graduação, o que oferece poucas alternativas de emprego para quem quer investir em uma carreira científica:

"A absorção dos doutores tem sido baixa nos últimos anos. Isso também contribui para a queda na produção e impacta a motivação. Esse é um ponto muito importante que nós teremos que discutir: implementar a carreira de pesquisador. Acho que isso é fundamental para o Brasil mudar essa situação".

Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056099-bricsaumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024.html. Acesso em 06/07/2025.

"A absorção dos doutores tem sido baixa nos últimos anos. Isso também contribui para a queda na produção e impacta a motivação. Esse é um ponto muito importante que nós teremos que discutir: implementar a carreira de pesquisador. Acho que isso é fundamental para o Brasil mudar essa situação" (10º parágrafo). O termo em destaque faz referência direta:
 

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3927380 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT

Leia o texto a seguir:

Brics aumentam produção científica em 10 vezes entre 2000 e 2024?

O número de artigos publicados por pesquisadores de países do Brics nas principais revistas científicas do mundo aumentou mais de 10 vezes entre 2000 e 2024. Apesar de também ter apresentado um crescimento expressivo nesse período, em 2024, o Brasil respondeu por menos de 100 mil dos mais de 2 milhões de artigos publicados por cientistas do grupo.

Os dados foram compilados pelo pesquisador Odir Dellagostin, professor da Universidade Federal de Pelotas, a partir da Scopus, a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares do mundo.

"O Brasil apresentou um crescimento bastante acelerado e contínuo até 2021. E esse crescimento foi, basicamente, paralelo ao crescimento da pós-graduação. Enquanto a pós-graduação estava crescendo, a produção científica também evoluía", explica o professor.

Da mesma forma, a produção caiu em 2022 e 2023, anos em que a quantidade de pesquisadores acadêmicos do Brasil também apresentou uma retração.

Em 2024, houve uma ligeira melhora: os pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 4 mil artigos a mais, e o país titulou um número adicional de quase 600 mestres ou doutores. Ainda assim, Dellagostin teme que o Brasil esteja "perdendo o bonde" do crescimento científico do Brics:

"De 2021 a 2024, o mundo, em média, cresceu 8,3% na produção científica. Já os países do BRICS, por exemplo, os Emirados Árabes, tiveram crescimento de mais de 60%. A Índia cresceu 41%, a China cresceu 20%, a Malásia [que não é do Brics] cresceu 17%, e assim por diante. E o que que aconteceu com o Brasil? O Brasil caiu 10,1%. A maioria dos países teve uma disparada na produção científica nos últimos 10 anos. Ou seja, eles partiram de uma base muito pequena, mas agora estão em um passo muito acelerado. E o Brasil vem fortalecendo essa base de forma contínua, mas num ritmo muito lento".

O professor da UFPel e membro da Academia Brasileira de Ciências acredita que a falta de financiamento é um fator importante para essa desaceleração, mas não o principal.

"A forma como nós enfrentamos a pandemia, fechando laboratórios, foi um fator que contribuiu muito, mas também há uma desmotivação dos pesquisadores, até pelo discurso anticiência de alguns dos nossos governantes e pela desvalorização da ciência perante parte da sociedade", ressalta Dellagostin.

Além disso, ele enfatiza que quase toda pesquisa no Brasil está atrelada ao estudo ou à docência na pós-graduação, o que oferece poucas alternativas de emprego para quem quer investir em uma carreira científica:

"A absorção dos doutores tem sido baixa nos últimos anos. Isso também contribui para a queda na produção e impacta a motivação. Esse é um ponto muito importante que nós teremos que discutir: implementar a carreira de pesquisador. Acho que isso é fundamental para o Brasil mudar essa situação".

Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056099-bricsaumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024.html. Acesso em 06/07/2025.

“A forma como nós enfrentamos a pandemia, fechando laboratórios, foi um fator que contribuiu muito” (8º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal está flexionada no pretérito:
 

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3927379 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT

Leia o texto a seguir:

Brics aumentam produção científica em 10 vezes entre 2000 e 2024?

O número de artigos publicados por pesquisadores de países do Brics nas principais revistas científicas do mundo aumentou mais de 10 vezes entre 2000 e 2024. Apesar de também ter apresentado um crescimento expressivo nesse período, em 2024, o Brasil respondeu por menos de 100 mil dos mais de 2 milhões de artigos publicados por cientistas do grupo.

Os dados foram compilados pelo pesquisador Odir Dellagostin, professor da Universidade Federal de Pelotas, a partir da Scopus, a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares do mundo.

"O Brasil apresentou um crescimento bastante acelerado e contínuo até 2021. E esse crescimento foi, basicamente, paralelo ao crescimento da pós-graduação. Enquanto a pós-graduação estava crescendo, a produção científica também evoluía", explica o professor.

Da mesma forma, a produção caiu em 2022 e 2023, anos em que a quantidade de pesquisadores acadêmicos do Brasil também apresentou uma retração.

Em 2024, houve uma ligeira melhora: os pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 4 mil artigos a mais, e o país titulou um número adicional de quase 600 mestres ou doutores. Ainda assim, Dellagostin teme que o Brasil esteja "perdendo o bonde" do crescimento científico do Brics:

"De 2021 a 2024, o mundo, em média, cresceu 8,3% na produção científica. Já os países do BRICS, por exemplo, os Emirados Árabes, tiveram crescimento de mais de 60%. A Índia cresceu 41%, a China cresceu 20%, a Malásia [que não é do Brics] cresceu 17%, e assim por diante. E o que que aconteceu com o Brasil? O Brasil caiu 10,1%. A maioria dos países teve uma disparada na produção científica nos últimos 10 anos. Ou seja, eles partiram de uma base muito pequena, mas agora estão em um passo muito acelerado. E o Brasil vem fortalecendo essa base de forma contínua, mas num ritmo muito lento".

O professor da UFPel e membro da Academia Brasileira de Ciências acredita que a falta de financiamento é um fator importante para essa desaceleração, mas não o principal.

"A forma como nós enfrentamos a pandemia, fechando laboratórios, foi um fator que contribuiu muito, mas também há uma desmotivação dos pesquisadores, até pelo discurso anticiência de alguns dos nossos governantes e pela desvalorização da ciência perante parte da sociedade", ressalta Dellagostin.

Além disso, ele enfatiza que quase toda pesquisa no Brasil está atrelada ao estudo ou à docência na pós-graduação, o que oferece poucas alternativas de emprego para quem quer investir em uma carreira científica:

"A absorção dos doutores tem sido baixa nos últimos anos. Isso também contribui para a queda na produção e impacta a motivação. Esse é um ponto muito importante que nós teremos que discutir: implementar a carreira de pesquisador. Acho que isso é fundamental para o Brasil mudar essa situação".

Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056099-bricsaumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024.html. Acesso em 06/07/2025.

Em “Ainda assim, Dellagostin teme que o Brasil esteja 'perdendo o bonde' do crescimento científico do Brics” (5º parágrafo), a expressão em destaque tem sentido:
 

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3927378 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT

Leia o texto a seguir:

Brics aumentam produção científica em 10 vezes entre 2000 e 2024?

O número de artigos publicados por pesquisadores de países do Brics nas principais revistas científicas do mundo aumentou mais de 10 vezes entre 2000 e 2024. Apesar de também ter apresentado um crescimento expressivo nesse período, em 2024, o Brasil respondeu por menos de 100 mil dos mais de 2 milhões de artigos publicados por cientistas do grupo.

Os dados foram compilados pelo pesquisador Odir Dellagostin, professor da Universidade Federal de Pelotas, a partir da Scopus, a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares do mundo.

"O Brasil apresentou um crescimento bastante acelerado e contínuo até 2021. E esse crescimento foi, basicamente, paralelo ao crescimento da pós-graduação. Enquanto a pós-graduação estava crescendo, a produção científica também evoluía", explica o professor.

Da mesma forma, a produção caiu em 2022 e 2023, anos em que a quantidade de pesquisadores acadêmicos do Brasil também apresentou uma retração.

Em 2024, houve uma ligeira melhora: os pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 4 mil artigos a mais, e o país titulou um número adicional de quase 600 mestres ou doutores. Ainda assim, Dellagostin teme que o Brasil esteja "perdendo o bonde" do crescimento científico do Brics:

"De 2021 a 2024, o mundo, em média, cresceu 8,3% na produção científica. Já os países do BRICS, por exemplo, os Emirados Árabes, tiveram crescimento de mais de 60%. A Índia cresceu 41%, a China cresceu 20%, a Malásia [que não é do Brics] cresceu 17%, e assim por diante. E o que que aconteceu com o Brasil? O Brasil caiu 10,1%. A maioria dos países teve uma disparada na produção científica nos últimos 10 anos. Ou seja, eles partiram de uma base muito pequena, mas agora estão em um passo muito acelerado. E o Brasil vem fortalecendo essa base de forma contínua, mas num ritmo muito lento".

O professor da UFPel e membro da Academia Brasileira de Ciências acredita que a falta de financiamento é um fator importante para essa desaceleração, mas não o principal.

"A forma como nós enfrentamos a pandemia, fechando laboratórios, foi um fator que contribuiu muito, mas também há uma desmotivação dos pesquisadores, até pelo discurso anticiência de alguns dos nossos governantes e pela desvalorização da ciência perante parte da sociedade", ressalta Dellagostin.

Além disso, ele enfatiza que quase toda pesquisa no Brasil está atrelada ao estudo ou à docência na pós-graduação, o que oferece poucas alternativas de emprego para quem quer investir em uma carreira científica:

"A absorção dos doutores tem sido baixa nos últimos anos. Isso também contribui para a queda na produção e impacta a motivação. Esse é um ponto muito importante que nós teremos que discutir: implementar a carreira de pesquisador. Acho que isso é fundamental para o Brasil mudar essa situação".

Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056099-bricsaumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024.html. Acesso em 06/07/2025.

O texto sugere que, apesar do crescimento expressivo do Brasil até 2021, o país “perdeu o bonde” do crescimento científico dos BRICS. O argumento central que justifica essa afirmação é o de que:
 

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3927377 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT

Leia o texto a seguir:

Brics aumentam produção científica em 10 vezes entre 2000 e 2024?

O número de artigos publicados por pesquisadores de países do Brics nas principais revistas científicas do mundo aumentou mais de 10 vezes entre 2000 e 2024. Apesar de também ter apresentado um crescimento expressivo nesse período, em 2024, o Brasil respondeu por menos de 100 mil dos mais de 2 milhões de artigos publicados por cientistas do grupo.

Os dados foram compilados pelo pesquisador Odir Dellagostin, professor da Universidade Federal de Pelotas, a partir da Scopus, a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares do mundo.

"O Brasil apresentou um crescimento bastante acelerado e contínuo até 2021. E esse crescimento foi, basicamente, paralelo ao crescimento da pós-graduação. Enquanto a pós-graduação estava crescendo, a produção científica também evoluía", explica o professor.

Da mesma forma, a produção caiu em 2022 e 2023, anos em que a quantidade de pesquisadores acadêmicos do Brasil também apresentou uma retração.

Em 2024, houve uma ligeira melhora: os pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 4 mil artigos a mais, e o país titulou um número adicional de quase 600 mestres ou doutores. Ainda assim, Dellagostin teme que o Brasil esteja "perdendo o bonde" do crescimento científico do Brics:

"De 2021 a 2024, o mundo, em média, cresceu 8,3% na produção científica. Já os países do BRICS, por exemplo, os Emirados Árabes, tiveram crescimento de mais de 60%. A Índia cresceu 41%, a China cresceu 20%, a Malásia [que não é do Brics] cresceu 17%, e assim por diante. E o que que aconteceu com o Brasil? O Brasil caiu 10,1%. A maioria dos países teve uma disparada na produção científica nos últimos 10 anos. Ou seja, eles partiram de uma base muito pequena, mas agora estão em um passo muito acelerado. E o Brasil vem fortalecendo essa base de forma contínua, mas num ritmo muito lento".

O professor da UFPel e membro da Academia Brasileira de Ciências acredita que a falta de financiamento é um fator importante para essa desaceleração, mas não o principal.

"A forma como nós enfrentamos a pandemia, fechando laboratórios, foi um fator que contribuiu muito, mas também há uma desmotivação dos pesquisadores, até pelo discurso anticiência de alguns dos nossos governantes e pela desvalorização da ciência perante parte da sociedade", ressalta Dellagostin.

Além disso, ele enfatiza que quase toda pesquisa no Brasil está atrelada ao estudo ou à docência na pós-graduação, o que oferece poucas alternativas de emprego para quem quer investir em uma carreira científica:

"A absorção dos doutores tem sido baixa nos últimos anos. Isso também contribui para a queda na produção e impacta a motivação. Esse é um ponto muito importante que nós teremos que discutir: implementar a carreira de pesquisador. Acho que isso é fundamental para o Brasil mudar essa situação".

Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056099-bricsaumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024.html. Acesso em 06/07/2025.

Segundo o texto, há um fator que é apontado como importante, mas não o principal, para desaceleração da produção científica brasileira entre 2022 e 2023. Esse fator é:
 

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3927376 Ano: 2025
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT
Provas:
Considerando a Resolução CONAMA nº 237/1997, o Poder Público, exercendo sua competência de controle, poderá autorizar, na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou da atividade, podendo aprovar sua localização e concepção, assim como estabelecer os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos posteriormente, na forma de licença:
 

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3927375 Ano: 2025
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT
Provas:
Considerando a Resolução CONAMA nº 1/1986, todas as despesas e custos referentes à realização do estudo de impacto ambiental, tais como coleta de dados, pesquisas de campo, análises laboratoriais, estudos técnicos e monitoramento dos impactos, bem como a elaboração do RIMA, correrão por conta do(s):
 

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3927374 Ano: 2025
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT
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Considerando a Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), são considerados instrumentos dessa política pública, entre outros:
 

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3927373 Ano: 2025
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT
Provas:
Considerando a Lei Federal nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o ato de natureza contratual firmado entre o poder público e os fabricantes, os importadores, os distribuidores ou os comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto, é definido por:
 

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3927372 Ano: 2025
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nobres-MT
Provas:
A Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei Federal Nº 9.433/1997, baseia-se em alguns fundamentos. Entre eles, está o que determina que:
 

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