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Diante do potencial lúdico e dominador, o brinquedo e a brincadeira podem e devem ser utilizados em benefício da Educação.
O professor que souber explorá-los, independente da idade do aprendiz, poderá acessar o mundo da imaginação de seus pupilos
e auxiliá-los na interpretação do mundo e na aquisição de conhecimentos socioculturais e científicos.
(Freitas; Mancini, 2019, p. 106.)
Quanto à ludicidade na educação básica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em sua função lúdica, o jogo e a brincadeira ensinam espontaneamente e sem a necessidade da intervenção ou mediação do professor.
( ) Os jogos utilizados no âmbito escolar devem ser planejados prioritariamente com o objetivo de propiciar o estudo do pensamento da criança, abordando suas características afetivas para que possa contribuir na disciplina escolar.
( ) As atividades lúdicas devem ocorrer em diversos espaços, pois os jogos e as brincadeiras são atividades que podem ser exercidas associando a expressão corporal, o desenvolvimento do raciocínio lógico, argumentativo, afetivo, dentre outros.
( ) O lúdico retira o aluno da posição de ouvinte, mero receptor de informações, pacífico e vazio, para um momento de trocas de experiências, criatividade, raciocínio lógico, diante do que lhe está sendo proposto.
A sequência está correta em
(Freitas; Mancini, 2019, p. 106.)
Quanto à ludicidade na educação básica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em sua função lúdica, o jogo e a brincadeira ensinam espontaneamente e sem a necessidade da intervenção ou mediação do professor.
( ) Os jogos utilizados no âmbito escolar devem ser planejados prioritariamente com o objetivo de propiciar o estudo do pensamento da criança, abordando suas características afetivas para que possa contribuir na disciplina escolar.
( ) As atividades lúdicas devem ocorrer em diversos espaços, pois os jogos e as brincadeiras são atividades que podem ser exercidas associando a expressão corporal, o desenvolvimento do raciocínio lógico, argumentativo, afetivo, dentre outros.
( ) O lúdico retira o aluno da posição de ouvinte, mero receptor de informações, pacífico e vazio, para um momento de trocas de experiências, criatividade, raciocínio lógico, diante do que lhe está sendo proposto.
A sequência está correta em
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A partir da perspectiva da interdisciplinaridade, reconhece-se que o conhecimento não é algo fragmentado, mas que se conecta
com outros conhecimentos, estabelecendo relações de proximidade e possibilitando que os sujeitos, com os quais o conhecimento interage, possam questionar as certezas até então encontradas.
(Souza; Fazenda, 2017, p. 712.)
Analise as afirmativas a seguir.
I. A interdisciplinaridade pressupõe que todo conteúdo ou tema trabalhado na escola considere aspectos epistemológicos, metodológicos e ontológicos, necessários à compreensão do todo que envolve o próprio conhecimento e que, consequentemente, interfere na formação do aluno.
II. A interdisciplinaridade apresenta possibilidades de convergência entre as disciplinas a partir de seus pontos de intersecção; tais pontos se apresentam tanto na estrutura conceitual e metodológica das disciplinas quanto em sua estrutura relacional e socializadora, na qual estão inseridos os temas que permeiam o cotidiano dos alunos e o mundo no qual estão inseridos.
III. A interdisciplinaridade pressupõe invenção, descoberta, pesquisa, produção científica; porém, decifrada em um ato de vontade, em um desejo planejado e construído em liberdade e coletivamente.
IV. Para que haja interdisciplinaridade, a escola precisa de um novo modelo curricular e novos componentes curriculares, pois é preciso romper com o tradicional, visto que o modelo atual continua fragmentando o conhecimento.
Está correto o que se afirma apenas em
(Souza; Fazenda, 2017, p. 712.)
Analise as afirmativas a seguir.
I. A interdisciplinaridade pressupõe que todo conteúdo ou tema trabalhado na escola considere aspectos epistemológicos, metodológicos e ontológicos, necessários à compreensão do todo que envolve o próprio conhecimento e que, consequentemente, interfere na formação do aluno.
II. A interdisciplinaridade apresenta possibilidades de convergência entre as disciplinas a partir de seus pontos de intersecção; tais pontos se apresentam tanto na estrutura conceitual e metodológica das disciplinas quanto em sua estrutura relacional e socializadora, na qual estão inseridos os temas que permeiam o cotidiano dos alunos e o mundo no qual estão inseridos.
III. A interdisciplinaridade pressupõe invenção, descoberta, pesquisa, produção científica; porém, decifrada em um ato de vontade, em um desejo planejado e construído em liberdade e coletivamente.
IV. Para que haja interdisciplinaridade, a escola precisa de um novo modelo curricular e novos componentes curriculares, pois é preciso romper com o tradicional, visto que o modelo atual continua fragmentando o conhecimento.
Está correto o que se afirma apenas em
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A organização estrutural da BNCC no ensino fundamental como um todo se dá por áreas do conhecimento, da mesma forma
que acontece no ensino médio. Tal organização busca favorecer a comunicação entre os conhecimentos e aprendizagens das
inúmeras disciplinas, chamadas de componentes curriculares. Cada área de conhecimento possui competências específicas.
Sobre as competências específicas na BNCC, assinale a afirmativa correta.
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Os projetos escolares oportunizam ao estudante vivenciar de forma inovadora diversos aspectos do meio em que está
inserido, sendo também uma forma de favorecer, além da interdisciplinaridade, a contextualização, aspectos de grande
relevância na formação escolar do estudante, comprovando que as diversas áreas do conhecimento se complementam e
dialogam entre si sobre os mais diversos temas. Quanto ao trabalho por projetos na escola, assinale a afirmativa correta.
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que define as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas
escolas brasileiras de toda a educação básica, da educação infantil até o ensino médio. Ela tem como objetivo garantir o direito
à aprendizagem e o desenvolvimento pleno de todos os estudantes. Por isso, é um documento importante para promover a
igualdade no sistema educacional, colaborando para a formação integral e para a construção de uma sociedade mais justa,
democrática e inclusiva.
(Instituto Ayrton Senna, 2022, s/p.)
Quanto à BNCC, assinale a afirmativa correta.
(Instituto Ayrton Senna, 2022, s/p.)
Quanto à BNCC, assinale a afirmativa correta.
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No contexto da Lei de Diretrizes, especificamente no Art. 14, determinou-se dentre as incumbências dos sistemas de ensino,
que estes devem definir as normas da gestão democrática do ensino público com a garantia da participação dos profissionais
da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola, e da participação da comunidade escolar e local em conselhos
escolares ou equivalentes, assegurando às suas unidades escolares, conforme estabelecido no Art. 15, progressivos graus de
autonomia pedagógica, administrativa e financeira.
(Eça; Coelho, 2021, p. 4.)
Quanto ao Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola, é correto afirmar que:
(Eça; Coelho, 2021, p. 4.)
Quanto ao Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola, é correto afirmar que:
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Texto I
Se eu fosse eu
Quando não sei onde guardei um papel importante e a procura se revela inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um
papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se
eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar. Diria melhor, sentir.
E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento:
a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias
de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os
amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.
Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu
terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.
“Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto
tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo.
Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também
seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum
modo adivinhando porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Texto II
Como é que se escreve?
Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das
mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
Porque, realmente, como é que se escreve? que é que se diz? e como dizer? e como é que se começa? e que é que se faz
com o papel em branco nos defrontando tranquilo?
Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda
não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será
que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei
como se escreve.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
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Texto I
Se eu fosse eu
Quando não sei onde guardei um papel importante e a procura se revela inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um
papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se
eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar. Diria melhor, sentir.
E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento:
a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias
de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os
amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.
Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu
terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.
“Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto
tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo.
Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também
seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum
modo adivinhando porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Texto II
Como é que se escreve?
Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das
mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
Porque, realmente, como é que se escreve? que é que se diz? e como dizer? e como é que se começa? e que é que se faz
com o papel em branco nos defrontando tranquilo?
Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda
não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será
que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei
como se escreve.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
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Questão presente nas seguintes provas
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em caso de Atendimento Educacional Especializado (AEE) em ambiente hospitalar ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a educação especial de forma complementar ou suplementar.
( ) Serão contabilizados duplamente, no âmbito do FUNDEB, de acordo com o Decreto nº 6.571/2008, os alunos matriculados em classe comum de ensino regular público que tiverem matrícula concomitante no AEE.
( ) Os alunos com altas habilidades/superdotação terão suas atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino regular em interface com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação.
( ) A elaboração e a execução do plano de AEE são de competência dos professores que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE, em articulação com os demais professores do ensino regular.
( ) O projeto pedagógico da escola de ensino regular ao institucionalizar a oferta do AEE prescinde do plano do AEE para identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas.
A sequência está correta em
( ) Em caso de Atendimento Educacional Especializado (AEE) em ambiente hospitalar ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a educação especial de forma complementar ou suplementar.
( ) Serão contabilizados duplamente, no âmbito do FUNDEB, de acordo com o Decreto nº 6.571/2008, os alunos matriculados em classe comum de ensino regular público que tiverem matrícula concomitante no AEE.
( ) Os alunos com altas habilidades/superdotação terão suas atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino regular em interface com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação.
( ) A elaboração e a execução do plano de AEE são de competência dos professores que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE, em articulação com os demais professores do ensino regular.
( ) O projeto pedagógico da escola de ensino regular ao institucionalizar a oferta do AEE prescinde do plano do AEE para identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas.
A sequência está correta em
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Texto I
Se eu fosse eu
Quando não sei onde guardei um papel importante e a procura se revela inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um
papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se
eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar. Diria melhor, sentir.
E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento:
a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias
de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os
amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.
Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu
terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.
“Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto
tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo.
Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também
seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum
modo adivinhando porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Texto II
Como é que se escreve?
Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das
mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
Porque, realmente, como é que se escreve? que é que se diz? e como dizer? e como é que se começa? e que é que se faz
com o papel em branco nos defrontando tranquilo?
Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda
não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será
que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei
como se escreve.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
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