Foram encontradas 365 questões.
1704473
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed Ali, é o ganhador do Prêmio Nobel da Paz 2019. O nome do vencedor foi anunciado pelo comitê do prêmio, na Noruega. Abiy Ahmed atuou para alcançar a paz no conflito entre a Etiópia e a Eritreia, país vizinho. “Quando Abiy Ahmed se tornou o primeiro-ministro em abril de 2018, ele deixou claro que desejava retomar o ritmo das negociações com a Eritreia. Em estreita cooperação com o presidente da Eritreia, Abiy Ahmed rapidamente elaborou os princípios para um acordo de paz que acabasse com o impasse entre os dois países”, diz comunicado da organização do Nobel.
(Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimasnoticias/
2019/10/11/nobel-da-paz-2019.htm. Acesso em:11/10/2019.)
2019/10/11/nobel-da-paz-2019.htm. Acesso em:11/10/2019.)
Analise as afirmativas a seguir.
I. A Etiópia é o segundo país mais populoso da África, com 100 milhões de habitantes; tem o segundo maior território, sendo a nação independente africana mais antiga.
II. A Etiópia nunca foi colonizada, ao contrário da maioria dos países do continente; mas foi ocupada pela Itália fascista de 1936 até 1941, quando os aliados venceram as tropas de Mussolini.
III. As relações mantiveram-se tensas entre Etiópia e Eritreia, depois de a Etiópia ter se recusado a ceder à Eritreia um território fronteiriço disputado entre os dois países.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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A dança, uma expressão representativa de diversos aspectos da vida do homem, pode ser considerada como linguagem social que permite a transmissão de sentimentos, emoções, hábitos e costumes. No entanto, no ensino da dança considera-se que o aspecto expressivo se confronta com a formalidade da técnica para a sua execução, que se obtém com o treinamento. Considerando o ensino da dança na escola, NÃO se trata de um fundamento necessário para o desenvolvimento técnico:
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Juscelino Kubitschek de Oliveira, o JK, é uma das personalidades brasileiras mais biografadas. Ele se incutiu na memória coletiva como o Presidente da República, dos “anos dourados”, que levou o Brasil à modernidade. O governo JK foi marcado por desenvolvimentismo e mudanças. Promoveu um modelo de crescimento econômico de industrialização acelerada. [...] Devido à implantação da política econômica do governo JK, o país deixou de ser basicamente agrário, tendo se transformado em país majoritariamente urbano, e com a preponderância da urbanidade surgindo novas sensibilidades e códigos sociais. Estes, invariavelmente relacionados às novas demandas de consumo (produtos eletrodomésticos, carros e lambretas, vestimentas e artigos de moda), e de cultural (bossa-nova, cinema e teatro), e o primeiro Campeonato Mundial de Futebol.
(Disponível em: https://www.snh2017.anpuh.org/resources/ anais/54/1502840154_ARQUIVO_ANPUH2017-JK_trajetorias_
trabalho_completo.pdf.)
trabalho_completo.pdf.)
Dentre as principais ações realizadas no governo de JK, podemos apontar:
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Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
Em “Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.”, a expressão “propósitos” pode ser substituída, sem alteração semântica, por:
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De acordo com os RCNEI (1998, v. 02, p. 22), “brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia”. Considerando o brincar na educação infantil, assinale a afirmativa INCORRETA.
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1688704
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
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Com o objetivo de conter um déficit bilionário, que deixaria a Previdência inviável no futuro, a Reforma da Previdência, aprovada na Câmara dos Deputados, foi para apreciação do Senado. Uma das propostas previstas é a regra de transição para quem já está trabalhando que exigirá mais tempo na ativa; além disso, o projeto prevê idade mínima para se aposentar de 62 anos para mulheres, e 65 anos para os homens com pelo menos:
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Observe a melodia.

Refere-se a um fenômeno que NÃO ocorre nesta melodia:
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“Muitos casais utilizam o método de coito interrompido para controlar a natalidade. Porém, há evidências de que um líquido produzido na(s) leva alguns espermatozoides liberados antes da ejaculação, contribuindo para o elevado índice de ineficácia desse método.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
Há ERRO de concordância em:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalEstruturas de Mintzberg
O administrador é a figura central para conduzir as organizações ao cumprimento dos seus objetivos. Para tanto, é necessário que esse profissional possua uma série de habilidades e competências técnicas que lhe darão a capacidade para gerenciar pessoas e as diversas situações que fazem parte do cotidiano das empresas, de maneira eficiente e eficaz. Sobre as habilidades essenciais ao administrador, analise as afirmativas a seguir.
I. Habilidades técnicas: relacionadas com o trabalho que envolve processos materiais e objetivos físicos e concretos como, por exemplo, saber planejar e organizar.
II. Habilidades humanas: capacidade de comunicação, motivação, coordenação, liderança e resolução de conflitos.
III. Habilidades conceituais: refere-se ao pensamento, raciocínio, diagnóstico das situações e formulação de alternativas de solução ou ideias.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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