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Foram encontradas 210 questões.

1171891 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO
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O uso de estratégias para comunicação e informação ao público e para divulgação das atividades profissionais do nutricionista, utilizando quaisquer meios, tais como televisão, rádio, jornais, revistas, panfletos virtuais ou impressos, embalagens, mídias e redes sociais, aplicativos, palestras, eventos, dentre outros para os mesmos fins, obedecerá ao seguinte:

 

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Leia o texto a seguir.

Celebrando os 130 anos que Cora Coralina faria se estivesse viva, aqueles que ficaram marcados pela história dela organizaram algumas celebrações pela cidade de Goiás.

“Cidade de Goiás comemora os 130 anos de Cora Coralina”. Disponível em: https/g1.globo.com/go/goias/noticia/2019/08/18/cidade-de-goias-comemora-os-130-anos-de-cora-coralina.ghtml Acesso em: 28 ago. 2019.

Dentre as homenagens prestadas a Cora Coralina, destaca-se a

 

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1152779 Ano: 2019
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO
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Conforme a RESOLUÇÃO CONAMA nº 1, de 23 de janeiro de 1986 (Publicada no DOU, de 17 de fevereiro de 1986, Seção 1, páginas 2548-2549), impacto ambiental é qualquer:

 

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1150051 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO
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O sarampo é uma doença infectocontagiosa, sendo ainda importante causa de morbimortalidade em algumas regiões do mundo, particularmente entre crianças menores de 5 anos de idade. Um dos obstáculos à eliminação do sarampo consiste na circulação do vírus em várias partes do mundo e consequente importação de casos, resultando em propagação viral, especialmente considerando-se o crescente aumento de adolescentes e crianças suscetíveis ao agente causador da doença, devido às coberturas vacinais não homogêneas e abaixo de 95%. Assim, torna-se imprescindível a detecção de casos suspeitos de sarampo tão rapidamente quanto possível, a fim de adotar medidas de prevenção e controle. São considerados casos suspeitos de sarampo aqueles que apresentem

 

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Enunciado 2909017-1

Disponível em: https://bit.ly/2SDaN46. Acesso em: 30 ago. 2019.

A tirinha constrói uma reflexão filosófica sobre o curso da vida. Essa reflexão culmina num jogo de sentido que se baseia num processo

 

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1142424 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO

As figuras a seguir ilustram alguns dentre os fenômenos naturais e problemas ambientais e sociais comumente presentes em cidades no Brasil: ocupação de áreas de risco, enchentes, inundações, desmatamento e assoreamento.

Enunciado 2908662-1

Disponível em: https://noticias.botucatu.com.br/2018/11/25/opiniao-enchentes-e-inundacoes-urbanas-um-espetaculo-de-erros e-irresponsabilidades/. Acesso em: 29 ago. 2019.

Os números 2, 3 e 4 ilustram, respectivamente:

 

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Na Internet (Web), é comum a utilização de navegadores para acessar páginas e outros serviços que podem estar em qualquer lugar do mundo. Isso se dá a partir de um processo de requisição e resposta (request/reply) cujo protocolo responsável é o:

 

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Diversidade linguística e norma-padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.

Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.

O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.

O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.

O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.

No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

BORTONE-RICARDO, Stella Maris. Nós chegemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005. p. 13-15. (Adaptado).

O uso das aspas na expressão “boa linguagem” desempenha a seguinte função:

 

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Capítulo L / Virgília Casada

– Quem chegou de São Paulo foi minha prima Virgília, casada com o Lobo Neves – continuou Luís Dutra.

– Ah!

– E só hoje é que eu soube uma coisa...

– Que foi?

– Que você quis casar com ela.

– Ideias de meu pai. Quem lhe disse isso?

– Ela mesma. Falei-lhe muito em você, e ela então contou-me tudo.

No dia seguinte, estando na Rua do Ouvidor, à porta da tipografia do Plancher, vi assomar, a distância, uma mulher esplêndida. Era ela; só a reconheci a poucos passos, tão outra estava, a tal ponto a natureza e a arte lhe haviam dado o último apuro. Cortejamo-nos; ela seguiu; entrou com o marido na carruagem, que os esperava um pouco acima; fiquei atônito.

Oito dias depois, encontrei-a num baile; creio que chegamos a trocar duas ou três palavras. Mas noutro baile, dado daí a um mês, em casa de uma senhora, que ornara os salões do primeiro reinado, e não desornava então os do segundo, a aproximação foi maior e mais longa, porque conversamos e valsamos. A valsa é uma deliciosa coisa. Valsamos; não nego que, ao conchegar ao meu corpo aquele corpo flexível e magnífico, tive uma singular sensação, uma sensação de homem roubado.

– Está muito calor – disse ela, logo que acabamos. – Vamos ao terraço?

– Não; pode constipar-se. Vamos a outra sala.

Na outra sala estava Lobo Neves, que me fez muitos cumprimentos, acerca dos meus escritos políticos, acrescentando que nada dizia dos literários por não entender deles; mas os políticos eram excelentes, bem pensados e bem escritos. Respondi-lhe com iguais esmeros de cortesia, e separamo-nos contentes um do outro.

Cerca de três semanas depois recebi um convite dele para uma reunião íntima. Fui; Virgília recebeu-me com esta graciosa palavra: – O senhor hoje há de valsar comigo. – Em verdade, eu tinha fama e era valsista emérito; não admira que ela me preferisse. Valsamos uma vez, e mais outra vez. Um livro fez Francesca perder seus pudores; cá foi a valsa que nos perdeu. Creio que essa noite apertei-lhe a mão com muita força, e ela deixou-a ficar, como esquecida, e eu a abraçá-la, e todos com os olhos em nós, e nos outros que também se abraçavam e giravam... Um delírio.

ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Scipione, 1994. p. 62-3. (Adaptado).

O termo destacado na frase “A valsa é uma deliciosa coisa” (linha 16) exerce a mesma função sintática que aquele destacado em:

 

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Capítulo L / Virgília Casada

– Quem chegou de São Paulo foi minha prima Virgília, casada com o Lobo Neves – continuou Luís Dutra.

– Ah!

– E só hoje é que eu soube uma coisa...

– Que foi?

– Que você quis casar com ela.

– Ideias de meu pai. Quem lhe disse isso?

– Ela mesma. Falei-lhe muito em você, e ela então contou-me tudo.

No dia seguinte, estando na Rua do Ouvidor, à porta da tipografia do Plancher, vi assomar, a distância, uma mulher esplêndida. Era ela; só a reconheci a poucos passos, tão outra estava, a tal ponto a natureza e a arte lhe haviam dado o último apuro. Cortejamo-nos; ela seguiu; entrou com o marido na carruagem, que os esperava um pouco acima; fiquei atônito.

Oito dias depois, encontrei-a num baile; creio que chegamos a trocar duas ou três palavras. Mas noutro baile, dado daí a um mês, em casa de uma senhora, que ornara os salões do primeiro reinado, e não desornava então os do segundo, a aproximação foi maior e mais longa, porque conversamos e valsamos. A valsa é uma deliciosa coisa. Valsamos; não nego que, ao conchegar ao meu corpo aquele corpo flexível e magnífico, tive uma singular sensação, uma sensação de homem roubado.

– Está muito calor – disse ela, logo que acabamos. – Vamos ao terraço?

– Não; pode constipar-se. Vamos a outra sala.

Na outra sala estava Lobo Neves, que me fez muitos cumprimentos, acerca dos meus escritos políticos, acrescentando que nada dizia dos literários por não entender deles; mas os políticos eram excelentes, bem pensados e bem escritos. Respondi-lhe com iguais esmeros de cortesia, e separamo-nos contentes um do outro.

Cerca de três semanas depois recebi um convite dele para uma reunião íntima. Fui; Virgília recebeu-me com esta graciosa palavra: – O senhor hoje há de valsar comigo. – Em verdade, eu tinha fama e era valsista emérito; não admira que ela me preferisse. Valsamos uma vez, e mais outra vez. Um livro fez Francesca perder seus pudores; cá foi a valsa que nos perdeu. Creio que essa noite apertei-lhe a mão com muita força, e ela deixou-a ficar, como esquecida, e eu a abraçá-la, e todos com os olhos em nós, e nos outros que também se abraçavam e giravam... Um delírio.

ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Scipione, 1994. p. 62-3. (Adaptado).

Considerando-se o sentido global do texto, verifica-se que Virgília

 

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