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Foram encontradas 120 questões.

780128 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS

A questão a seguir se refere à Constituição Federal.

A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios, EXCETO:

 

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780069 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Com base na Lei Complementar nº 101/2000, que trata da Responsabilidade Fiscal, no tocante à Lei de Diretrizes Orçamentárias, é CORRETO que:
 

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780013 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O garçom, o cão e os direitos humanos
A cena inusitada se deu em um restaurante. Eu acabara de pedir a conta e, enquanto esperava, fazia anotações em uma caderneta. O garçom, velho conhecido, me pergunta:
- E aí? Preparando uma. ..
- Não - eu disse, explicando que estava listando tópicos para um debate sobre direitos humanos para o qual fora convidado.
- Direitos humanos? Sou contra! - exclamou o O garçom, com o cenho franzido.
Eu levei um susto. Perguntei a ele como alguém pode ser contra os direitos humanos. E só então percebi o tamanho do mal-entendido.
- Esse pessoal dos direitos humanos vive defendendo os bandidos sem se importar com as pessoas de bem!
A reação amarga e mal-humorada do garçom, sujeito boa-praça e brincalhão, é a prova de um tipo de corrupção que se tornou praga no Brasil: a da linguagem. A expressão "direitos humanos" foi destituída de seu sentido original para virar um aparato, um grupo, uma instituição - uma "coisa" talvez seja a palavra mais adequada - que existe "para ir lá e defender os bandidos".
É essa linguagem corrompida que fabrica clichês, reforça o senso comum e produz variações como "direitos humanos só para os humanos direitos", "onde estavam os direitos humanos quando aquele pai de família foi morto?", "os direitos humanos não apareceram pra defender aquela moça que foi estuprada", etc, etc, etc ...
A prosperidade dessa, digamos, interpretação do significado da expressão direitos humanos é especialmente dura para um repórter que entende o jornalismo não apenas como um conjunto de técnicas que permitem a mediação entre os fatos e os leitores, telespectadores ou ouvintes. Jornalismo é, sobretudo, uma forma específica de conhecimento. Ou seja, é no campo do conhecimento que estamos perdendo a batalha da linguagem para as formulações tacanhas do atraso. Inevitável o sentimento de derrota. Onde estamos falhando? O que fazer para proteger a integridade da linguagem?
Conhecer o mundo é se apropriar de um conjunto de conceitos que foram produzidos pela experiência humana através dos tempos. Esses conceitos são expressos pela linguagem. A apropriação das palavras e de seus significados denota justamente a apropriação do mundo concreto. Então, zelar pela inteireza da linguagem, do significado das palavras, é zelar pelo conhecimento acumulado pela humanidade, patrimônio simbólico de todos nós e, sobretudo, uma vitória da civilização sobre a barbárie. Eu trabalho com linguagem. Defendê-la contra sua distorção, portanto, é também uma tarefa minha como jornalista.
Imbuído dessa missão, e ciente de que precisava de mais e melhores argumentos para convencer meu amigo garçom de que ele estava sendo enganado pela corrupção da linguagem, peguei meu celular, dei uma busca no Google até achar uma conhecida charge do cartunista André Dahmer. Chamei meu camarada e mostrei o desenho: era um cachorrinho falando para outro simplesmente o seguinte: "sou contra os direitos dos animais!".
-Que Cusco burro! - divertiu-se o garçom, de supetão, para depois cair em si e coçar a careca.
Paguei a conta e fui embora feliz de ter ao menos lhe deixado uma pulga atrás da orelha.
Autor: Marcelo Canelas (adaptado).
A palavra acentuada pela mesma razão de barbárie é:
 

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779750 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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De acordo com a legislação vigente, as despesas que não contribuem para a manutenção das ações de governo, das quais não resulta um produto, e não geram contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços, é o conceito de:

 

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779746 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
A questão a seguir se refere à Lei nº 12.527/11, Lei de Acesso à Informação.
A pessoa física ou entidade privada que detiver informações em virtude de vínculo de qualquer natureza com o poder público e deixar de observar o disposto em lei estará sujeita às seguintes sanções, EXCETO:
 

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779591 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
A questão a seguir se refere ao Código Tributário Nacional.
Acerca do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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779527 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
Para responder a próxima questão, leia o excerto abaixo, retirado da obra A Cartomante.
Como daí chegaram ao amor, não o soube ele nunca. A verdade é que gostava de passar as horas ao lado dela; era a sua enfermeira moral, quase uma irmã, mas principalmente era mulher e bonita. Odor di femmina: eis o que ele aspirava nela, e em volta dela, para incorporá-lo em si próprio. Liam os mesmos livros, iam juntos a teatros e passeios. Camilo ensinou-lhe as damas e o xadrez e jogavam às noites; - ela mal, - ele, para lhe ser agradável, pouco menos mal. Até aí as O cousas. Agora a ação da pessoa, os olhos teimosos de Rita, que procuravam muita vez os dele, que os consultavam antes de o fazer ao marido, as mãos frias, as atitudes insólitas. Um dia, fazendo ele anos, recebeu de Vilela uma rica bengala de presente, e de Rita apenas um cartão com um vulgar cumprimento a lápis, e foi então que ele pôde ler no próprio coração; não conseguia arrancar os olhos do bilhetinho. Palavras vulgares; mas há vulgaridades sublimes, ou, pelo menos, deleitosas. A velha caleça de praça, em que pela primeira vez passeaste com a mulher amada, fechadinhos ambos, vale o carro de Apolo. Assim é o homem, assim são as cousas que o cercam.
Autor: Machado de Assis.
A figura de linguagem empregada na frase era a sua enfermeira moral é:
 

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779379 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
A questão a seguir se refere ao Código Tributário do Município de Pelotas/RS.
É facultado ao contribuinte formular consulta sobre a aplicação da legislação tributária, em relação a fato concreto de seu interesse, através de petição escrita, que conterá, EXCETO:
 

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779338 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A questão a seguir se refere ao texto Direito Administrativo Descomplicado, de Marcelo Alexandrino.
Quanto à destinação, os bens públicos classificam-se em: I. Bens de uso comum do povo; II. Bens de uso semanal; III. Bens de uso especial.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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779300 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O garçom, o cão e os direitos humanos
A cena inusitada se deu em um restaurante. Eu acabara de pedir a conta e, enquanto esperava, fazia anotações em uma caderneta. O garçom, velho conhecido, me pergunta:
- E aí? Preparando uma. ..
- Não - eu disse, explicando que estava listando tópicos para um debate sobre direitos humanos para o qual fora convidado.
- Direitos humanos? Sou contra! - exclamou o O garçom, com o cenho franzido.
Eu levei um susto. Perguntei a ele como alguém pode ser contra os direitos humanos. E só então percebi o tamanho do mal-entendido.
- Esse pessoal dos direitos humanos vive defendendo os bandidos sem se importar com as pessoas de bem!
A reação amarga e mal-humorada do garçom, sujeito boa-praça e brincalhão, é a prova de um tipo de corrupção que se tornou praga no Brasil: a da linguagem. A expressão "direitos humanos" foi destituída de seu sentido original para virar um aparato, um grupo, uma instituição - uma "coisa" talvez seja a palavra mais adequada - que existe "para ir lá e defender os bandidos".
É essa linguagem corrompida que fabrica clichês, reforça o senso comum e produz variações como "direitos humanos só para os humanos direitos", "onde estavam os direitos humanos quando aquele pai de família foi morto?", "os direitos humanos não apareceram pra defender aquela moça que foi estuprada", etc, etc, etc ...
A prosperidade dessa, digamos, interpretação do significado da expressão direitos humanos é especialmente dura para um repórter que entende o jornalismo não apenas como um conjunto de técnicas que permitem a mediação entre os fatos e os leitores, telespectadores ou ouvintes. Jornalismo é, sobretudo, uma forma específica de conhecimento. Ou seja, é no campo do conhecimento que estamos perdendo a batalha da linguagem para as formulações tacanhas do atraso. Inevitável o sentimento de derrota. Onde estamos falhando? O que fazer para proteger a integridade da linguagem?
Conhecer o mundo é se apropriar de um conjunto de conceitos que foram produzidos pela experiência humana através dos tempos. Esses conceitos são expressos pela linguagem. A apropriação das palavras e de seus significados denota justamente a apropriação do mundo concreto. Então, zelar pela inteireza da linguagem, do significado das palavras, é zelar pelo conhecimento acumulado pela humanidade, patrimônio simbólico de todos nós e, sobretudo, uma vitória da civilização sobre a barbárie. Eu trabalho com linguagem. Defendê-la contra sua distorção, portanto, é também uma tarefa minha como jornalista.
Imbuído dessa missão, e ciente de que precisava de mais e melhores argumentos para convencer meu amigo garçom de que ele estava sendo enganado pela corrupção da linguagem, peguei meu celular, dei uma busca no Google até achar uma conhecida charge do cartunista André Dahmer. Chamei meu camarada e mostrei o desenho: era um cachorrinho falando para outro simplesmente o seguinte: "sou contra os direitos dos animais!".
-Que Cusco burro! - divertiu-se o garçom, de supetão, para depois cair em si e coçar a careca.
Paguei a conta e fui embora feliz de ter ao menos lhe deixado uma pulga atrás da orelha.
Autor: Marcelo Canelas (adaptado).
A palavra boa-praça é formada por:
 

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