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Texto 06

Disponívelem:http: //www.monica.com.br /cookpage /cookpage.cgi?!pag=comics/tirinhas/tira313.
Acesso em: fev. 2012.
A observação atenta da tirinha permite-nos afirmar que:
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Texto 05
Faça um SOBREVOO pela nova INFRAESTRUTURA da Língua Portuguesa e AVERIGUE o que muda em seu DIA A DIA a partir deste ano de 2009. As alterações em nosso PATRIMÓNIO LINGUÍSTICO não são tão TÉNUES como PENSÁMOS inicialmente. Para se ter uma IDEIA, são 74 regras contidas em 21 bases (pontos) que compõem o Decreto 6583, uma verdadeira POLÉMICA de 30 páginas. (...).
Prof. Nelson Guerra
Disponível em: https: //www.yumpu.com /pt
/document /read/13424192/curso-solon-concursos-
reforma-ortografica-pre-concursos. Acesso em:
dez. 2021.
Leia texto apresentado a seguir:
Intertextualidade ou dialogismo é uma referência ou uma incorporação de um elemento discursivo a outro, podendo-se reconhecê-lo quando um autor constrói a sua obra com referências a textos, imagens ou a sons de outras obras e autores e até por si mesmo, como uma forma de reverência, de complemento e de elaboração do nexo e sentido deste texto/imagem (BARROS; FIORIN, 1999).
Disponível em:
https://brapci.inf.br/index.php/res/download/47250.
Acesso em: dez. 2021.
Dentre as opções a seguir, apenas uma NÃO pode exemplificar o conceito de intertextualidade em sentido amplo. Essa opção é:
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Texto 04
Queda do Boeing 737-800 da Gol
Infraero: investigação será complexa, pois falha pode ser técnica ou humana.
30/09/2006 – [13:25] – Política
Martha Beck – Agência O Globo BRASÍLIA – O presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, informou (...). J. Carlos, como é conhecido, afirmou que existe até a possibilidade de perda de contato dos pilotos com a torre. Segundo o brigadeiro, as principais dúvidas que surgem neste momento são: 1) por que os dois aviões estão no mesmo nível (altura), quando deveria haver uma diferença de 300 metros entre eles? 2) como o choque pode ocorrer se os dois aviões são modernos e dispõem de equipamentos anticolisão? (...) Os questionamentos das autoridades da aviação civil devem-se a dois fatos. (...) No caso da aeronave da Embraer, ela perdeu parte da asa e da calda, mas com estas avarias um avião ainda consegue pousar. Já o avião da Gol pode ter sido atingido, por exemplo, na parte hidráulica, essencial a quase todos os comandos para decolagem, vôo e pouso. Segundo o brigadeiro, nas investigações, que devem durar pelo menos 3 meses, é preciso analisar aspectos como, por exemplo, se os motores dos aviões estavam funcionando ou parados no momento da colisão. Isso poderá indicar as condições do acidente. Do ponto de vista da apuração das causas, ajudará o fato de uma das aeronaves ter pousado, havendo testemunhas do choque. Apesar do acidente, J. Carlos fez questão de enfatizar que a aviação civil nacional é bastante segura: – O Brasil é conhecido por ser um país top de linha em segurança de voo. Não há nenhum motivo para que a população tenha medo de viajar. Este caso foi uma raridade – afirmou o presidente da Infraero.
http://www.gentedeopiniao.com.br/lerConteudo.php ?news=16103. Acesso em: dez. 2012.
Como se pode constatar, por meio do Texto 04, ainda há muitos problemas à espera de respostas consistentes. Dentre as opções a seguir, pode-se identificar um desses problemas:
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Texto 02
08/08/2006 – 18h42m
Porta de avião da TAM cai durante vôo Fabiana Parajara, Globo Online.
SÃO PAULO – A porta de um Fokker 100 da TAM caiu durante o vôo nesta terça-feira em São Paulo. O avião decolou às 13h47 (...) de Congonhas (...) rumo ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. De acordo com a Infraero, logo após a decolagem, o piloto pediu para retornar. De acordo com a TAM, no início da subida, houve a abertura inadvertida da porta dianteira esquerda, que se desprendeu minutos depois. (...)
A empresa afirma que o vôo JJ3040 estava com 79 passageiros a bordo e pousou de volta em Congonhas às 14h04, sem outros problemas. A TAM afirma ainda que não houve feridos (...). (...) a TAM (...) afirma ainda que não há indícios de qualquer problema mecânico e que o avião teria passado por vistoria regular em 28 de junho de 2006, estando com sua programação de manutenção rigorosamente em dia. (...) [sic]
http://www.gavca.com/phpBB3/viewtopic.php?f=6& t=11020. Acesso em: dez. 2012.
Texto 03
Avião perdeu a porta no ar e voltou a São Paulo
A estudante (...) disse (...) "O susto foi que a porta abriu, e nós não sabíamos se o avião iria cair. A aeromoça disse que estávamos baixo o bastante e dava para voar sem porta. (...)".
(...) outro passageiro (...) era um dos mais indignados. "E se fosse a uma altitude maior? O que iria acontecer? A porta passou raspando na turbina", afirma. "Uma aeromoça que estava perto da saída ficou toda descabelada e teve que se segurar para não ser jogada para fora", completa. (...)
http://www.portais.ws/?page=art_det&ida=7845.
Em relação à afirmação da companhia, no último parágrafo do texto 02, pode-se afirmar que, até prova em contrário:
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Texto 01
'Mão de Deus' salva avião da TAM de acidente nos EUA.
Defeito no trem de pouso dianteiro, virado de lado, foi corrigido quando a aeronave estava a apenas 15 metros da pista do Aeroporto JFK, em Nova York
(...) Um defeito no trem de pouso dianteiro, que estava virado de lado e poderia levar o Airbus 330 a aterrissar com o nariz direto no chão, foi corrigido a apenas 15 metros da pista, deixando o trem de pouso travado na posição correta. (...) Segundo um morador de São Paulo ouvido pela emissora o capitão do Airbus procurou manter os passageiros calmos, dizendo que sua equipe "sabia o que estava fazendo". (...)
Procedimentos – O defeito no trem de pouso foi percebido pela torre de controle. Por duas vezes, o avião deu voltas em torno do aeroporto para que os controladores de voo avaliassem se havia condições de aterrissagem. Dentro do Airbus, a tripulação comunicou que nenhum problema havia sido detectado, mas a torre insistiu que o trem de pouso parecia virado 90 graus para o lado.
Fontes do aeroporto JFK afirmaram ao site especializado The Aviation Herald que a tripulação foi aconselhada pelo setor de manutenção da TAM a resetar uma chave ligada ao manche do trem de pouso. Mesmo depois do procedimento, a torre afirmou que o equipamento parecia não estar funcionando como deveria. Pouco antes de tocar o chão, no entanto, as rodas se endireitaram. Em nota, a TAM afirmou que "a tripulação tomou todas as medidas de precaução necessárias, e a aterrissagem ocorreu em total segurança, às 11h56".
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/mao-dedeus-salva-aviao-da-tam-de-acidente-nos-eua. Acesso em: dez. 2012.
Sabemos que a ciência não aceita a 'Mão de Deus' como hipótese válida para explicar como o acidente foi evitado; no entanto, “alguma coisa” aconteceu.
Uma hipótese viável, isto é, que explique satisfatoriamente a não ocorrência do acidente com o Airbus 330, é:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Texto 01
No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.
Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.
Texto 02
Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.
FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.
A Lei nº 8.069, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criada em 13 de julho de 1990 consolidou-se como principal documento normativo do Brasil que dispõe sobre os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes. É um documento importantíssimo, um norte muito claro para a elaboração das políticas públicas referentes à criança e ao adolescente.
ECA: Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Brasília, DF: Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/centrais-deconteudo/crianca-e-adolescente/estatuto-dacrianca-versao-2019.pdf.
Considerando os dispositivos legais do ECA , no que trata o Capítulo IV sobre “ Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer nos Artigos 53 e 54 e seus parágrafos e incisos que versa sobre os direitos da criança e do adolescente e os deveres do Estado, avalie as afirmações a seguir.
I. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes o direito de ser respeitado por seus educadores.
II. Constitui dever do Estado assegurar a criança e ao adolescente o ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria.
III. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
IV. É assegurado a criança e o adolescente o a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
V. Cabe ao Estado o dever de atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático- escolar, transporte, alimentação e assistência a saúde.
É correto o que se afirma em:
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Texto 01
No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.
Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.
Texto 02
Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.
FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.
No âmago das políticas públicas educacionais que objetivam o direito de todo ser humano o acesso à educação e, consequentemente, na sociedade, vêm sempre colocando em evidência reformas radicais no sistema educacional. Urge assim, a necessidade de mergulhar no mundo de conhecimento e experiências onde a educação inclusiva possa possibilitar uma reestruturação da educação fundamentada na concepção dos direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis.
NETO.A.O.S.; ÁVILA, É.G.; SALES,T.R.R.; AMORIM,S.S.; NUNES, A.K.N.; SANTOS,V.M. Educação Inclusiva: uma escola para todos. Revista Educação Especial, vol.31, núm.60, pp.81-92, jan./mar.2018. Disponível em: htt p://dx.doi.org/10.5902/1984686X24091.
Nessa perspectiva, acerca dos enfoques apresentados acima sobre Educação Inclusiva, avalie as afirmações a seguir.
I. Historicamente a trajetória da inclusão foi construída num processo marcado pela segregação, discriminação e até morte.
II. O ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial, embora o contemple. A educação especial nasceu a partir de uma proposta de educação para todos, independente da origem social de cada um. E a escola inclusiva, juntamente com uma sociedade inclusiva.
III. Entende-se a educação inclusiva como uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
IV. Escolarização que atenda à proposta de inclusão no que trata de aluno com deficiência precisa compreender que o processo de aprendizagem é possível dentro de sala de aula regular e modificar o pensamento excludente de que esses alunos não são capazes de estudar, conviver e aprender com os demais.
V. A inclusão escolar perpassa pelas várias dimensões humanas, sociais e políticas, e vem gradualmente se expandindo na sociedade contemporânea, de forma a auxiliar no desenvolvimento das pessoas em geral, de maneira a contribuir para a reestruturação de práticas e ações cada vez mais inclusivas e sem preconceitos.
É correto o que se afirma em:
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Texto 01
No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.
Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.
Texto 02
Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.
FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento originado para nortear a elaboração dos currículos e das propostas pedagógicas das instituições escolares no Brasil. Dessa forma, regulamenta as aprendizagens essenciais para o ensino nas escolas públicas e particulares. A BNCC integra a política nacional da Educação Básica ao destacar as competências gerais que inter-relacionam-se e desdobram-se no tratamento didático, articulando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB.
Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov. br/images
/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf.
Considerando as competências gerais que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento para a Educação Básica expressas na BNCC, avalie as afirmações a seguir.
I. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
II. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
III. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
IV. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
V. Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.
É correto apenas o que se afirma em:
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Texto 01
No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.
Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.
Texto 02
Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.
FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.
Na atualidade, situar uma discussão em torno da alfabetização é retomar a trajetória das sucessivas mudanças conceituais e, consequentemente, as metodologias que prevaleceram nas últimas três décadas, cujas pesquisas identificavam problemas nos processos e resultados da alfabetização de crianças no contexto escolar; o que provocou críticas e estímulo na busca de novos caminhos rumo a uma construção conceitual para além do aprendizado do alfabeto e sua utilização como código de comunicação. Em decorrência, surge a necessidade de configurar e nomear comportamentos e práticas sociais na área da leitura e da escrita que ultrapassem o domínio do sistema alfabético e ortográfico tradicional no processo de alfabetização, nomeado como letramento.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento: caminhos e descaminhos. Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/ 40142/1/01d16t07.pdf.
Tendo como referência o texto apresentado sobre alfabetização e letramento à luz dos estudos de Magda Soares, avalie as afirmações a seguir.
I. Alfabetizar significa a aquisição de um código de transcrição da fala.
II. Entende-se a alfabetização como a aquisição do sistema convencional de escrita, cuja diferenciação de letramento entendido como o desenvolvimento de comportamentos e habilidades de uso competente da leitura e da escrita em práticas sociais.
III. Alfabetização e letramento são independentes e dissociáveis, tanto na perspectiva teórica quanto na perspectiva da prática pedagógica.
IV. Numa concepção atual devemos compreender a alfabetização como um processo desvinculado do contexto de e por meio das práticas sociais da leitura e da escrita.
V. Em termos sociais mais amplos o ato de alfabetizar letrando ou letrar alfabetizando não traz consigo a idéia de integração e articulação das várias facetas do processo ensino aprendizagem inicial da língua escrita, como o caminho para a superação dos problemas enfrentados nesta etapa de escolarização.
É correto apenas o que se afirma em:
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Texto 01
No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.
Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.
Texto 02
Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.
FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.
A Avaliação da Aprendizagem ainda suscita muitos questionamentos no respeito às concepções, aplicabilidade e a preponderância dos resultados obtidos na organização e no desenvolvimento do trabalho pedagógico, tanto na escola, como na sala de aula. Atravessada e configurada pelas dimensões da ética e da política, o processo de avaliação da aprendizagem quando instaurada numa atitude crítica e nos princípios democráticos pode superar o seu sentido comum, conservador e regulador e firmar a emancipação, com vistas a uma escola verdadeiramente de qualidade.
GRILLO, M. C.; GESSINGER, R. M. (orgs.). Por que falar ainda em avaliação? In: GRILLO, Marlene; LIMA, v. M. do R. Especialidades da Avaliação que Convém Conhecer. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. (adaptado)
A partir de uma nova perspectiva de avaliação da aprendizagem à luz de suas especificidades, avalie as afirmações a seguir.
I. Como compromisso político, a avaliação constitui um instrumento a serviço da aprendizagem, auxiliando o educando no desenvolvimento da cidadania.
II. Ao assumir o caráter de atualidade e dinamicidade, a avaliação deixa de ser um instrumento de controle e passa a ser um instrumento a serviço do aluno para diagnosticar e qualificar a aprendizagem.
III. Numa abordagem crítica e construtiva o que caracteriza a avaliação da aprendizagem é o poder de corroboração para uma autoimagem do aluno e imprimir maior força à evasão escolar.
IV. Quanto ao compromisso ético, a avaliação ganha visibilidade na vivência de uma avaliação fundada no princípio do respeito, da solidariedade e do bem coletivo.
V. Ensinar, aprender e avaliar são fenômenos distintos, mas pertencentes a uma mesma atividade pedagógica, portanto, não pode ser tratada de forma estranha ou esporádica, mas entendida como atividade de rotina e intrínseca à ação educativa.
É correto apenas o que se afirma em:
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