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TEXTO II
Sofrimento psíquico em policiais civis: uma questão de
gênero
Apesar de concebida pelo senso comum como uma
instituição predominantemente masculina, a Polícia Civil
do Estado do Rio de Janeiro admite também mulheres
entre seus servidores. Em suas atividades diárias, elas
relatam enfrentar dificuldades, frustrações e cobranças.
Um estudo realizado pelo Centro Latino-americano de
Estudos de Violência e Saúde (Claves), vinculado à Escola
Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp), uma
unidade da Fiocruz, questionou 2.746 policiais, dos quais
cerca de 19% eram mulheres, e descobriu que elas
apresentam mais sofrimento psíquico que seus colegas de
trabalho.
"Sofrimento psíquico é um conjunto de condições
psicológicas que, apesar de não caracterizar uma doença,
gera determinados sinais e sintomas que indicam
sofrimento" explica a psicóloga Edinilsa Ramos de Souza,
coordenadora do projeto. O problema pode ser causado
por diversos fatores, inclusive as condições de trabalho,
como falta de instalações adequadas, estresse e falta de
preparo para a função. "No dia-a-dia, o policial precisa
continuar com o seu trabalho e não pode demonstrar
fragilidade", acrescenta. "Isso aumenta o sofrimento e,
muita vezes, faz com que o profissional somatize as
questões psicológicas em problemas de saúde, como
pressão alta, insônia e dores de cabeça".
(Catarina Chagas)
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As regras de concordância nominal são totalmente
cumpridas na frase:
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TEXTO I
Explicar não é justificar
Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque
não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar
sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas
em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos:
que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com
finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se
trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma
sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não
conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse
objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes
bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em
condenar a prática da escravidão.
(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola,
2010. p. 41)
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TEXTO I
Explicar não é justificar
Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque
não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar
sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas
em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos:
que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com
finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se
trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma
sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não
conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse
objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes
bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em
condenar a prática da escravidão.
(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola,
2010. p. 41)
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TEXTO I
Explicar não é justificar
Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque
não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar
sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas
em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos:
que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com
finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se
trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma
sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não
conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse
objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes
bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em
condenar a prática da escravidão.
(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola,
2010. p. 41)
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TEXTO I
Explicar não é justificar
Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque
não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar
sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas
em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos:
que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com
finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se
trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma
sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não
conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse
objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes
bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em
condenar a prática da escravidão.
(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola,
2010. p. 41)
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TEXTO I
Explicar não é justificar
Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque
não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar
sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas
em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos:
que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com
finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se
trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma
sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não
conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse
objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes
bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em
condenar a prática da escravidão.
(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola,
2010. p. 41)
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3703901
Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Rolim Moura-RO
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Rolim Moura-RO
Provas:
Preconiza o Art.37º da Constituição Federal, que a
administração pública direta e ________ de qualquer dos
Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios obedecerá aos princípios de ________,
impessoalidade, moralidade, publicidade e _________.
Assinale a alternativa que corresponda respectivamente as lacunas.
Assinale a alternativa que corresponda respectivamente as lacunas.
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3703900
Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Rolim Moura-RO
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Rolim Moura-RO
Provas:
- Gestão por Processos
- Governo EletrônicoSEI: Sistema Eletrônico de Informação
- TransparênciaGoverno Eletrônico e Transparência
O Sistema Eletrônico de Informações (SEI) é uma
ferramenta utilizada por diversos órgãos da Administração
Pública para gerenciar processos e documentos eletrônicos
de forma eficiente e transparente. Qual das alternativas a
seguir descreve corretamente uma funcionalidade do SEI?
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3703899
Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Rolim Moura-RO
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Rolim Moura-RO
Provas:
O Processo Eletrônico Nacional (PEN) foi criado para
unificar e padronizar o trâmite de processos eletrônicos no
âmbito da Administração Pública. Qual das alternativas a
seguir melhor descreve um dos principais objetivos do
PEN?
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