Magna Concursos

Foram encontradas 710 questões.

2958509 Ano: 2023
Disciplina: Informática
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Sobre o recurso de hibernação no Windows, identifique qual das seguintes assertivas está correta:

I- O recurso de hibernação, quando ativado, suspende o sistema operacional temporariamente, quando identifica a presença de um vírus.
II- O recurso de hibernação salva o estado atual do sistema e desliga completamente o computador, economizando energia. Ao ser ligado novamente, o sistema é restaurado ao estado em que estava antes da hibernação.

III- O recurso de hibernação fecha todos os aplicativos abertos no computador, mas mantém a energia ligada, permitindo uma reinicialização rápida do sistema.

Considerando as assertivas, responda a alternativa correta:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958476 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Considerando a NBR 14166, analise os itens e faça a ligação correspondente:
I - Distância de um ponto ao longo da normal ao elipsóide entre a superfície física e a sua projeção na superfície elipsoidal.
II - Distância de um ponto ao longo da vertical entre a superfície física e a sua projeção na superfície geoidal (superfície eqüipotencial que coincide com o nível médio não perturbado dos mares).
III - Linha divisória que separa o lote de terreno do logradouro público.

( ) alinhamento de via ou alinhamento predial
( ) altura geométrica
( ) altitude ortométrica

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958465 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Quantas toneladas (t) de brita cabe em um caminhão com uma caçamba de 6,00x2,80x2,40 de altura, sabendo-se que a massa unitária da brita é de 1,42 kg/dm3 .
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958461 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Calcule o volume de uma caixa d’água para um prédio de 24 pavimentos com 4 apartamentos por andas, sendo que cada apartamento consome 600 l/dia e a reserva deve ser de pelo menos 1,5 dias e no máximo 2,00 dias.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958458 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Calcule o volume de concreto da fundação de uma residência de 150m², sendo que para essa edificação foram projetadas 10 estacas de 6m de profundidade, 6 estacas de 10 m e 6 estacas de 3m, todas as estacas com diâmetro de 20cm.
Área da cabeça da estaca
(A) = π D²/4 Profundidade da estaca (h)
Volume = A x h (m³)
π = 3,1416....
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958368 Ano: 2023
Disciplina: Arquitetura
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Eastman et al. (2014) definem Building Information Model (BIM) como “uma tecnologia de modelagem e um conjunto associado de processos para produzir, comunicar e analisar modelos de construção”. É um modelo virtual preciso de uma edificação, construído de forma digital, contém a geometria exata e os dados relevantes, necessários para dar suporte à construção, à fabricação e ao fornecimento de insumos necessários para a realização da construção.
Assinale a alternativa correta relacionada a tecnologia BIM:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a norma que trata sobre o pregão, marque a alternativa correta:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958304 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Conforme a Lei nº 8.213/91, são benefícios entregues ao segurado e dependentes, concomitantemente:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2958269 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: EPL
Orgão: Pref. Santa Rita-PB

Texto 1

Vidas Secas

Graciliano Ramos Capítulo

I – Mudança (fragmento)

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se.

O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

- Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.

A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas.

O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.

- Anda, excomungado.

(...)

Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto. Agora, enquanto parava, dirigia as pupilas brilhantes aos objetos familiares, estranhava não ver sobre o baú de folha a gaiola pequena onde a ave se equilibrava mal. Fabiano também às vezes sentia falta dela, mas logo a recordação chegava. Tinha andado a procurar raízes, à toa: o resto da farinha acabara, não se ouvia um berro de rês perdida na catinga. Sinhá Vitória, queimando o assento no chão, as mãos cruzadas segurando os joelhos ossudos, pensava em acontecimentos antigos que não se relacionavam: festas de casamento, vaquejadas, novenas, tudo numa confusão. Despertara-a um grito áspero, vira de perto a realidade e o papagaio, que andava furioso, com os pés apalhetados, numa atitude ridícula. Resolvera de supetão aproveitá-lo como alimento e justificara-se declarando a si mesma que ele era mudo e inútil. Não podia deixar de ser mudo. Ordinariamente a família falava pouco. E depois daquele desastre viviam todos calados, raramente soltavam palavras curtas. O louro aboiava, tangendo um gado inexistente, e latia arremedando a cachorra.

(...)

Ramos, G. Vidas Secas. Record. 199ª ed. Edição original de 1938.

Sobre as classes de palavras da Língua Portuguesa presentes no texto, assinale a única alternativa em que o(s) termo(s) foi(ram) classificado(s) adequadamente.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Vidas Secas
Graciliano Ramos
Capítulo III – Cadeia (fragmento)
Fabiano tinha ido à feira da cidade comprar mantimentos. Precisava sal, farinha, feijão e rapaduras. Sinhá Vitória pedira além disso uma garrafa de querosene e um corte de chita vermelha. Mas o querosene de seu Inácio estava misturado com água, e a chita da amostra era cara demais.
Fabiano percorreu as lojas, escolhendo o pano regateando um tostão em côvado, receoso de ser enganado. Andava irresoluto, uma longa desconfiança dava-lhe gestos oblíquos. A tarde puxou o dinheiro, meio tentado, e logo se arrependeu, certo de que todos os caixeiros furtavam no preço e na medida: amarrou as notas na ponta do lenço, meteu-as na algibeira, dirigiu-se à bodega de seu Inácio, onde guardara os picuás.
Aí certificou-se novamente de que o querosene estava batizado e decidiu beber uma pinga, pois sentia calor. Seu Inácio trouxe a garrafa de aguardente. Fabiano virou o copo de um trago, cuspiu, limpou os beiços à manga, contraiu o rosto. Ia jurar que a cachaça tinha água. Por que seria que seu Inácio botava água em tudo? perguntou mentalmente. Animou-se e interrogou o bodegueiro: - Por que é que vossemecê bota água em tudo?
Seu Inácio fingiu não ouvir. E Fabiano foi sentar-se na calçada, resolvido a conversar. O vocabulário dele era pequeno, mas em horas de comunicabilidade enriquecia-se com algumas expressões de seu Tomás da bolandeira. Pobre de seu Tomás. Um homem tão direito sumir-se como cambembe, andar por este mundo de trouxa nas costas. Seu Tomás era pessoa de consideração e votava. Quem diria?
Nesse ponto um soldado amarelo aproximou-se e bateu familiarmente no ombro de Fabiano: - Como é, camarada? Vamos jogar um trinta-e-um lá dentro? Fabiano atentou na farda com respeito e gaguejou, procurando as palavras de seu Tomás da bolandeira: - Isto é. Vamos e não vamos. Quer dizer Enfim, contanto, etc. É conforme.
Levantou-se e caminhou atrás do amarelo, que era autoridade e mandava. Fabiano sempre havia obedecido. Tinha muque e substância, mas pensava pouco, desejava pouco e obedecia. Atravessaram a bodega, a corredor, desembocaram numa sala onde vários tipos jogavam cartas em cima de uma esteira.
(...)
Fabiano, as orelhas ardendo, não se virou. Foi pedir a seu Inácio os troços que ele havia guardado, vestiu o gibão, passou as correias dos alforjes no ombro, ganhou a rua.
Debaixo do jatobá do quadro taramelou com Sinhá Rita louceira, sem se atrever a voltar para casa. Que desculpa iria apresentar a Sinhá Vitória? Forjava uma explicação difícil. Perdera o embrulho da fazenda, pagara na botica uma garrafada para Sinhá Rita louceira. Atrapalhava-se tinha imaginação fraca e não sabia mentir. Nas invenções com que pretendia justificar-se a figura de Sinhá Rita aparecia sempre, e isto o desgostava. Arruinaria uma história sem ela, diria que haviam furtado o cobre da chita. Pois não era? Os parceiros o tinham pelado no trinta-e-um. Mas não devia mencionar o jogo. Contaria simplesmente que o lenço das notas ficara no bolso do gibão e levara sumiço. Falaria assim: - "Comprei os mantimentos. Botei o gibão e os alforjes na bodega de seu Inácio. Encontrei um soldado amarelo" Não, não encontrara ninguém. Atrapalhava-se de novo. Sentia desejo de referir-se ao soldado, um conhecido velho, amigo de infância. A mulher se incharia com a notícia. Talvez não se inchasse. Era atilada, notaria a pabulagem. Pois estava acabado. O dinheiro fugira do bolso do gibão, na venda de seu Inácio. Natural.
(...)
Afinal para que serviam os soldados amarelos? Deu um pontapé na parede, gritou enfurecido. Para que serviam os soldados amarelos? Os outros presos remexeram-se, o carcereiro chegou à grade, e Fabiano acalmou-se: - Bem, bem. Não há nada não.
(...)
Fabiano gritou, assustando o bêbedo, os tipos que abanavam o fogo, o carcereiro e a mulher que se queixava das pulgas. Tinha aqueles cambões pendurados ao pescoço. Deveria continuar a arrastálos? Sinhá Vitória dormia mal na cama de varas. Os meninos eram uns brutos, como o pai. Quando crescessem, guardariam as reses de um patrão invisível, seriam pisados, maltratados, machucados por um soldado amarelo.
- Arreda!
Ramos, G. Vidas Secas. Record. 199ª ed. Edição original de 1938.
Assinale a única alternativa em que houve erro de regência, nominal ou verbal.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas