O artigo 7º, em seus incisos I e II, das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, fixadas pela Resolução CNE/CEB nº 05/2009, determina que “a proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve garantir que elas cumpram plenamente sua função sociopolítica e pedagógica”:
O documento Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos prevê que como modalidade das etapas da Educação Básica, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) considerará as situações, os perfis dos estudantes e as faixas etárias.
De acordo com o artigo 17, da Resolução CNE/CEB nº 01/2000, é correto afirmar, a respeito Educação de Jovens e Adultos, que
O Parecer CNE/CEB nº 11/2010, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos, afirma que “inserida em contextos diferentes, a proposta político-pedagógica das escolas deve estar articulada à realidade do seu alunado para que a comunidade escolar venha a conhecer melhor e valorizar a cultura local.
Trata-se de uma condição importante para que os alunos possam se reconhecer como parte dessa cultura e construir identidades afirmativas o que, também, pode levá-los a atuar sobre a sua realidade e transformá-la com base na maior compreensão que adquirem sobre ela”. A referida Diretriz afirma também que “ao mesmo tempo, a escola deverá
O documento Marcos Político-Legais da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2010) define que, na perspectiva da educação inclusiva, o “atendimento educacional especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas”.
Afirma, ainda, que as atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado
Alarcão (2011) afirma que queremos que os professores sejam seres pensantes, intelectuais, capazes de gerir a sua ação profissional. A autora ressalta importância da reflexão por parte dos docentes e de toda escola, e afirma que “a reflexão, para ser eficaz precisa de ser sistemática nas suas interrogações e estruturante dos saberes dela resultantes. A metodologia da pesquisa-ação apresenta-se com potenciais para servir esse objetivo.”
Segundo Alarcão, a pesquisa ação tem três características importantes, são elas:
Zabala (in Coll et. alii; 2006) escreve a respeito da função social do ensino e a respeito dos processos de aprendizagens. Nessa perspectiva, o autor aborda a relação entre construtivismo e os diferentes conteúdos de aprendizagem; e a respeito da tipologia dos conteúdos afirma que
Arroyo (2013) afirma que “esse é um dos núcleos de disputa nos currículos: superar memórias de experiências imaginadas como atoladas no atraso e vê-las ou aceitar que se manifestem como experiências coletivas vividas, como memórias reais, positivas.” O autor ainda relata que essa tensão se manifesta em cursos de professores indígenas, do campo, de história, memórias e cultura negra; e também nas crianças, jovens, adolescentes e adultos populares quando chegam à escola.
Arroyo afirma, no entanto, que “os currículos poderão ser um território de diálogo da diversidade
Bruno (in: Placco, 2005) ressalta que uma das grandes expectativas, declaradas atualmente por parte de educadores e de pessoas que atuam em secretarias municipais e estaduais de educação, diz respeito ao planejamento e à organização de um trabalho pedagógico coletivo nas escolas.
Segundo afirma a autora, “por trás dessa expectativa, encontra-se a ideia de que
Franco (2016) busca trabalhar significativamente com o cotidiano de trinta coordenadores pedagógicos, e empreende um processo de investigação formação.
Ao indagar sobre o cotidiano desse profissional, a autora afirma que praticamente todos os coordenadores pedagógicos entrevistados responderam que