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Foram encontradas 50 questões.

2911564 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.
(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)
1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
No trecho “Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária…” (2º parágrafo), o vocábulo E, em destaque, pode ser substituído, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por:
 

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2911563 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.
(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)
1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
O acréscimo de uma vírgula mantém a correção gramatical no trecho:
 

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2911562 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.
(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)
1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
Assinale a alternativa em que vocábulo destacado foi empregado, no contexto em que se encontra, em sentido figurado:
 

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2911561 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.
(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)
1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
O trecho “Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos” (1º parágrafo) pode ser explicado, segundo o que se afirma no texto, pela passagem:
 

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2911560 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.
(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)
1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
 

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2911559 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.
(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)
1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
Segundo a norma-padrão de concordância verbal, as lacunas do texto são completadas, correta e respectivamente, por:
 

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2911558 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o quadrinho para responder a questão.

Enunciado 2911558-1

(Rubens Bueno. Ivo viu a uva. www.ivoviuauva.com.br, 15.05.2021)

Uma resposta para a pergunta feita no quadrinho que está em conformidade com a norma-padrão é:
 

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2911557 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o quadrinho para responder a questão.

Enunciado 2911557-1

(Rubens Bueno. Ivo viu a uva. www.ivoviuauva.com.br, 15.05.2021)

Considerando que “flashback” significa “retorno rápido ao passado”, assinale a alternativa em que corretamente se explica o quadrinho.
 

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3583906 Ano: 2023
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Uma escola pública de São Paulo conta com uma pequena biblioteca para uso dos alunos e da comunidade, sob responsabilidade da bibliotecária Marina. As atividades da biblioteca são divididas entre: momentos de leitura e contação de histórias e empréstimo de livros para os alunos e professores em seus respectivos turnos escolares e atividades de pesquisa, abertas também para a comunidade escolar, em dias específicos para esse atendimento. A escola atende cerca de 900 alunos do 1º ao 9º ano, dentre os quais 4 encontram-se na categoria Pessoa com Deficiência (PcD). São eles: Ana e João, que têm baixa visão, Alberto e Aline que fazem uso de cadeiras de rodas. Durante os atendimentos, Marina observou que, apesar de Alberto e Aline conseguirem participar das atividades da biblioteca graças à adaptação física do espaço para cadeirantes, o mesmo não acontece com Aline e Alberto, já que a escola não conta com recursos de Tecnologia Assistiva para atender aos alunos com baixa visão. Para apoiar esses alunos, Marina precisaria contar com recursos de acordo com o grau de perda visual e idade do aluno, esses recursos estão corretamente listados na seguinte alternativa:

Questão Anulada

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3583905 Ano: 2023
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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O termo gamificação é utilizado para representar um conjunto de atividades organizado com base na mecânica dos jogos com intuito de engajar pessoas para resolverem problemas e melhorarem a aprendizagem. Essas atividades podem ou não envolver o uso de aparelhos eletrônicos, como tablets, computadores ou celulares, e podem, também, ser utilizadas em diferentes atividades nos diferentes ambientes de uma escola, fora da sala de aula, como nas quadras de esportes, na cantina ou na biblioteca escolar. A figura a seguir apresenta um resumo das etapas para elaboração de uma aprendizagem gamificada, porém, de maneira incompleta. Assinale a alternativa que contém os itens que preencheriam corretamente os espaços A e B desta figura:

Etapas para elaboração de uma aprendizagem gamificada

Enunciado 4217065-1

(CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuinie. A sala de aula digital: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo, on-line e híbrido. Porto Alegre: Penso, 2021)

Questão Anulada

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