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A Lei nº 10.216, de 06 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos dos doentes mentais, dita que o tratamento em regime de internação compulsória tem como finalidade permanente:
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Escorbuto, xeroftalmia e raquitismo são avitaminoses que ainda assolam regiões do globo terrestre com alta taxa de desnutrição. Tais enfermidades são causadas pela carência alimentar, respectivamente, das vitaminas:
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?
Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões(a) e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê(b) ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.
Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011. Na faixa etária de 2 a 4 anos(c), o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.
Dados como esses têm suscitado a seguinte questão:(d)o uso prematuro de tecnologia beneficia ou prejudica o desenvolvimento da criança? “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia(e). Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet”, explica.
Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos, mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.
Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória, mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.
Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”
Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.
Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.
Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.
Thais Paiva (cartafundamental.com.br)
Pode ocorrer o emprego de acento grave em:
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Uma agência de turismo usa a fórmula !$ C = { \Large { 65x \over 2}} + 245 !$ para determinar o custo C, em reais, de um passeio para grupos com x pessoas. Se um determinado grupo pagou um total de R$ 1.805,00 por um passeio, a soma dos algarismos do número que representa a quantidade de pessoas desse grupo é igual a:
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Uma construção de maior porte será erguida sobre um terreno que possui pouca capacidade de suporte. Neste caso, recomenda-se a utilização de fundações profundas, como por exemplo:
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Em uma escola com 1.600 alunos, a eleição do Grêmio Estudantil contou com três chapas candidatas à eleição. Observe a tabela com a votação realizada.
| CHAPA | A | B | C | VOTOS NULOS |
| % de votos | 28,5 | 35,75 | 22,5 | 13,25 |
A diferença de votos obtidos entre a chapa mais votada e a menos votada foi de:
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Dentre os sintomas clássicos de diabetes, o Ministério da Saúde (2006) destaca:
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- História do BrasilEra VargasO Estado Novo (1937-1945): a Guinada Autoritária e a Constituição de 1937
As políticas educacionais foram organizadas de cima para baixo e não envolveram uma grande mobilização na sociedade. Eram caracterizadas por um viés autoritário, mas não chegavam a poder ser descritas como uma educação totalitária, como quiseram crer alguns críticos, que buscasse abarcar todos os matizes do universo cultural. Predominava uma visão centralizadora da ação governamental sobre os processos e políticas educacionais. Tinha como objetivo a formação de uma elite abrangendo setores mais amplos da população e melhor preparada intelectualmente. Segundo Fausto (2002), a descrição acima corresponde à política educacional adotada no seguinte período governamental do Brasil:
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Cliente com 25 anos de idade, sexo feminino, estudante em tempo integral, procura nutricionista para avaliação e tratamento nutricional. Na avaliação antropométrica, apresentou massa corporal de 81,9 kg (acima do percentil 95), estatura de 1,57 m, perímetro da cintura de 110 cm. Os exames laboratoriais não apresentam nada digno de nota. A prescrição dietética para essa cliente, para o Valor Energético Total (VET) e percentual de macronutrientes energéticos em relação do VET deve ser:
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A via de administração de fármacos que possui biodisponibilidade completa e rápida e apresenta grande possibilidade de reações adversas ao medicamento é a:
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