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Foram encontradas 1.836 questões.

2239959 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A figura a seguir representa um terreno retangular cujos lados medem 24 metros e 18 metros, onde será esticada uma corda ligando o ponto B ao ponto D.

Enunciado 2676507-1

O comprimento mínimo da corda BD necessária, em metros, é de:

 

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2239958 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A Lei Federal de Crimes Ambientais estabeleceu prazos máximos para apuração de infrações ambientais por meio da via administrativa. Com base no dispositivo legal citado, o prazo limite para a autoridade competente julgar o auto de infração, contados da data da sua lavratura, apresentada ou não a defesa ou impugnação é de:

 

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2239957 Ano: 2015
Disciplina: Farmácia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Um dos tratamentos utilizados para a diabetes mellitus do tipo 2 se baseia nos hipoglicemiantes orais como a metformina e glimepirida. Estes dois fármacostêm diferentes mecanismos de ação e são categorizados, respectivamente, como:

 

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2239956 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

A prova do laço é um recurso importante para o diagnóstico da dengue. Essa prova terá seu resultado positivo quando for contabilizado um determinado número de petéquias (manchas avermelhadas). O número mínimo de petéquias que assegura positividade nesse teste em adultos e crianças é, respectivamente:

 

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2239955 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Pacheco defende a idéia de que “Uma consciência do que a inclusão significa em termos de educação escolar precisa ser reconhecida.”. Para que se tenha esse reconhecimento, é necessário:

 

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CIDADES SENSÍVEIS

As cidades são muitas vezes insensíveis a questões mais humanas, elas poderiam oferecer aos seus habitantes a oportunidade de gerir e transformar seu entorno, incentivar relações comunitárias necessárias para o fortalecimento das conexões entre as pessoas, famílias, amigos para que elas possam aproveitar as relações de confiança da sua vizinhança. Mas é preciso construir espaços para que as pessoas possam caminhar, evoluir, conhecer outras pessoas interessantes e continuar aprendendo.

Como as cidades podem aproveitar as informações que elas têm para promover processos de aprendizagem contínua? Como as cidades podem transformar habitantes em cidadãos, ou seja, protagonistas do seu bairro de modo que o meio ambiente urbano possa ser enriquecido pelas suas ações? Como fazer com que o entorno (espaço público) possa ser mais interessante e capaz de transformar seus habitantes?

As pessoas estão conectadas na rede eletrônica mas não estão conectadas com a sua cidade, elas não reconhecem as narrativas locais, não têm identidade com o espaço onde vivem, não são protagonistas no seu bairro ou cidade. Via de regra as pessoas estão conectadas com os espaços econômicos, ou seja, de consumo e trabalho ou vice-versa, mas poucas estão conectadas com seu espaço social e ambiental.

É preciso criar cidades mais sensíveis, que promovam a conexão do cidadão com as pessoas do seu entorno, com a rua, com a sua cidade através de espaços mais humanos, seguros e convidativos, uma cidade com mais oportunidades, que incentiva o aprendizado constante, a cidade que ensina. É preciso construir cidades que amem as pessoas, para que as pessoas amem o espaço onde vivem.

Lincoln Paiva (mobilidadesustentavel.blog.uol.com.br/)

Em “insensíveis”, o elemento in- expressa valor de:

 

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2239953 Ano: 2015
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Existem vários critérios para a fixação do valor da causa. Sendo o pedido atinente à obrigação alternativa, o Código de Processo Civil determina que o valor da causa será:

 

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APRENDER A PENSAR

Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.

O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importantes que sabemos?

As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar- se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.

Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, as conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.

Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...

Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho-neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.

Se me perguntassem: para o Brasil dar certo, que reformas precisariam ser feitas? Eu diria: uma objetiva, e outra subjetiva. A objetiva é a reforma agrária. Brasil e Argentina são os únicos países das três Américas que nunca passaram por uma reforma agrária. O detalhe é que somos o único país das Américas com área cultivável de 600 milhões de hectares, e com enorme potencial de produção extrativa, como é o caso da Amazônia. No Continente, nenhum outro país se iguala ao nosso em possibilidade produtiva.

A reforma subjetiva seria a da educação. Todo o potencial da nossa vida depende da educação recebida. A educação no Brasil nunca foi suficientemente valorizada. E sofreu um trauma durante a ditadura militar, ao adotar o método usamericano de não qualificação dos conteúdos, e sim de quantificação.

Sobretudo suprimiu do currículo disciplinas que nos ajudam a pensar, como filosofia e sociologia, agora reintroduzidas em algumas escolas de ensino médio. Durante décadas foram proibidas, tanto que em Belo Horizonte um professor, aos sábados, resolveu, por conta própria, dar aula de filosofia para alunos que se interessassem. O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo.

Frei Betto (domtotal.com/colunas/)

No primeiro parágrafo, a relação estabelecida da primeira com a segunda frase se estabelece:

 

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2239951 Ano: 2015
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Capacidade de completar palavras que tenham fonemas ou sílabas omitidos, de achar palavras contidas em outras palavras, de completar palavras a partir de fonemas dados pelo examinador, são propostas para avaliar:

 

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2239950 Ano: 2015
Disciplina: Turismo
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

A diversão e descontração tornam-se cada vez mais importantes no combate ao estresse. A preocupação diária traz muitos danos. A medicina psicossomática descreve problemas de úlceras gástricas, hipertensão e vários outros males pela preocupação crônica em relação a problemas de ordem moral e econômica. E o melhor remédio é a diversão e a descontração, na qual se encontra qualquer coisa que tome o lugar dos pensamentos preocupantes, e nada afasta tão eficazmente pensamentos desagradáveis quanto a concentração em pensamentos agradáveis. De acordo com a Constituição Federal de 1988, art. 6°, o lazer é:

 

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