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A obesidade na infância e na adolescência tem se tornado um fator de grande preocupação das autoridades na área da saúde. Sabe-se, por meio de estudos científicos, que a população feminina tem ganho contínuo nos porcentuais de gordura corporal desde a pré-adolescência até a adolescência e que o estilo de vida adotado por esta população é fator decisivo para alterações de sua composição corporal. Ciente disto, André, professor de Educação Física no bairro de Jaconé, adotou junto aos seus alunos do 4º ciclo do ensino fundamental um programa de atividades físicas vigorosas e regulares, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos jovens estudantes. Frente a isto, segundo Gallahue e Ozmun (2003), está correto dizer que a proposta de André, se combinada com a regulação da ingestão calórica, vai resultar em:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
Em “Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro”, o emprego de “ainda” explicita o seguinte pressuposto:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
A educação infantil, de acordo com a Lei nº 9.394/96, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até 5 anos de idade em seus aspectos:
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De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil se encontra na 3ª colocação da classificação de obesidade entre os seguintes países emergentes: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS). A obesidade pode ser definida como um estado de:
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O meio de cultura que pode ser utilizado seletivamente no diagnóstico de enterobactérias, a partir de fezes ou outras amostras biológicas, e apresenta em sua composição o cristal violeta como agente bacteriostático e a lactose como carboidrato fermentável, é o:
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Segundo Moyers (1991), o fator que desempenha um papel primário na etiologia das deformidades dentofaciais é:
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O ângulo lombossacral é formado por uma linha traçada ao longo da inclinação do:
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OS DIREITOS HUMANOS NAS ESCOLAS
Publicada pela Assembleia das Nações Unidas em 1948, na tentativa de cicatrizar as feridas abertas da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é, ao mesmo tempo, base sobre a qual se constroem as leis dos países e anseio distante para a realidade de boa parte do mundo. Nas escolas, ocorre algo similar: os direitos humanos fazem parte do currículo transversal obrigatório, mas são pouco lembrados no dia a dia.
“O perigo que se corre ao não praticar os direitos é que esses se transformem em letra morta”, afi rma Flávia Schilling, livre-docente da USP. Para ela, as iniciativas sobre o assunto nas escolas são recentes, porque o Brasil só começou a se aproximar dos objetivos há poucos anos. “O direito à educação universal, por exemplo, só passou a ser efetivamente buscado no fim dos anos 1990”, comenta.
Contrária ao enquadramento do tema como disciplina ou conteúdo formal, Flávia sugere que a questão seja trabalhada em projetos, aulas interdisciplinares e aplicada ao cotidiano. Situações não faltam no contexto escolar. Em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, a Prefeitura de São Paulo publicou no início do ano cinco livros que debatem temas como bullying, homofobia, autoritarismo e solidariedade.
Flávia, da USP, propõe também a consulta da Declaração Universal diante dos assuntos polêmicos. “Todas as lutas contemporâneas estão presentes aí”, diz. O artigo 16º, por exemplo, refere-se ao casamento: “Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes”. Para a especialista, o texto pode ser usado tanto para falar de feminismo, costumes e religiosidade em diferentes países, quanto de casais homossexuais. “Há uma necessária relação entre o discurso dos direitos e sua vivência”, afirma a pesquisadora. À escola, fica reservado o duplo papel de apresentar a teoria e buscá-la na prática.
Cinthia Rodrigues (Extraído de: cartafundamental )
No último parágrafo, a relação que se estabelece entre as opiniões citadas e o texto da jornalista demonstra o seguinte:
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Em crianças com crise convulsiva tratadas com fenitoína intravenosa, Hockenberry & Wilson (2011) recomendam que, para diminuir o risco de complicações, o enfermeiro deve infundir essa droga numa velocidade máxima de:
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NÁUFRAGOS DA MODERNIDADE LÍQUIDA
Qual o próximo centro financeiro? Nos séculos XIII e XIV, foi Bruges, com o advento do mercantilismo; nos séculos XIV a XVI, Veneza, com suas corporações marítimas e a conquista do Oriente; no século XVI, Antuérpia, graças à revolução gráfica de Gutenberg.
Em fins do século XVI e início do XVII, foi Gênova, verdadeiro paraíso fiscal; nos séculos XVIII e XIX, Londres, devido à máquina a vapor e à Revolução Industrial; na primeira metade do século XX, Nova York, com o uso da energia elétrica; na segunda, Los Angeles, com o Vale do Silício. Qual será o próximo?
Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China, a crise ecológica afeta sua qualidade de vida. Caminhamos para um mundo policêntrico, com múltiplos centros regionais de poder.
A agricultura se industrializa, a urbanização invade a zona rural, o tempo é mercantilizado. Há o risco de, no futuro, todos os serviços serem pagos: educação, saúde, segurança e lazer.
Torna-se difícil distinguir entre trabalho, consumo, transporte, lazer e estudo. A vida urbana comprime multidões e, paradoxalmente, induz a solidão. O salário se gasta predominantemente em compra de serviços: educação, saúde, transporte e segurança.
Antes de 2030, todos se conectarão a todas as redes de informação por infraestruturas de alta fluidez, móveis e fixas, do tipo Google. A nanotecnologia produzirá computadores cada vez menores e portáteis. Multiplicar-se-ão os robôs domésticos.
O mundo envelhece. As cidades crescem. Se, de um lado, escasseiam bens insubstituíveis, de outro, produzem-se tecnologias que facilitam a redução do consumo de energia, o tratamento do lixo, o replanejamento das cidades e dos transportes.
O tempo se torna a única verdadeira raridade. Gasta-se menos tempo para produzir e mais para consumir. Assim, o tempo que um computador requer para ser confeccionado não se compara com aquele que o usuário dedicará para usá-lo.
Os produtos postos no mercado são “cronófagos”, isto é, devoram o tempo das pessoas. Basta observar como se usa o telefone celular. Objeto de multiuso, cada vez mais ele se impõe como sujeito com o poder de absorver o nosso tempo, a nossa atenção, até mesmo a nossa devoção.
Ainda que cercados de pessoas, ao desligar o celular nos sentimos exilados em uma ilha virtual. Do outro lado da janelinha eletrônica, o capital investido nas operadoras agradece tão veloz retorno...
Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade: deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!
Frei Betto (http://domtotal.com/blog/)
“Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China”. O conectivo que melhor explicita a relação estabelecida entre as duas frases é:
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