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OBSOLETO
Irônico, as redes sociais foram criadas para aproximar as pessoas. Percebo que as afastam e ainda as afastam de experiências. Os usuários só têm grandes conversas por ali mesmo, felicitam aniversariantes porque a rede o lembrou e expressam suas emoções através de carinhas gráficas. Elas afastam as pessoas mesmo quando se encontram no mesmo ambiente. Afinal, quem nunca se deparou com um grupo de amigos ou um casal à mesa com os olhos vidrados em aparelhos conectados? Afastam as pessoas da sociedade, pois é comum expressarem opiniões políticas ou religiosas quando sequer sabem onde fica a prefeitura de sua cidade ou frequentaram um culto, missa e afins. E seu voto é baseado em estatísticas de quem está ganhando.
As pessoas ficam menos humanas. Dizem que sentem amor pelos animais e ao próximo quando nunca adotaram um animal ou deram água a um bichinho abandonado. Publicam frases prontas de amor, mas não matam a fome de quem necessita e não fazem ideia de como fazer um voluntariado. Ainda: as redes sociais as fazem menos cultas. As pessoas curtem e seguem páginas de artistas, poetas e autores para parecerem intelectuais e conhecem minúsculos fragmentos postados de seus trabalhos.
O problema é a falsa sensação de que aquele pequeno contato com a experiência já ter sido suficiente. Não pode algo que aliena e diminui o contato humano e social ser considerado moderno. Moderno é abraçar um aniversariante, afagar seu cônjuge num restaurante, visitar um recém-nascido e sentir aquele cheirinho delicioso. Moderno é tomar um chimarrão ou um chá com a vizinha, receber visitas de surpresa, escrever uma carta para que o destinatário a guarde. Ver o olhar de gratidão de um animal adotado ou receber um sorriso de quem tinha fome, isso é moderno. Ler um livro, conhecer a cidade, ter contato com a natureza e apreciar as estrelas não há nada que substitua. Moderno é ser feliz!
(Texto adaptado.)
Juh Cortez www.opovo.com.br/app/jornaldoleitor/.../cronicas/./obsoleto.shtml21 de out de 2014
(Texto adaptado.)
A palavra “aliena”, no texto, é o mesmo que
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TEXTO
Os Negócios que Vêm do Lixo
A urbanista Raquel Rolnik publicou um artigo mostrando o que acontece com a coleta seletiva e a reciclagem na cidade de São Paulo, a mais populosa do País e a que mais gera resíduos, de todas as classes, recicláveis ou não. Ela aponta que a cidade tem 46% de domicílios servidos por coleta seletiva, no entanto apenas 2% dos resíduos são de fato reciclados.
Essa é uma realidade que em maior ou menor grau se espraia por todas as cidades brasileiras, apesar de coleta seletiva e reciclagem estarem previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos, de dezembro de 2010 (depois de 20 anos dormitando no Congresso), e que tem 2014 como prazo para a eliminação completa dos lixões e implantação de aterros sanitários em todo o País.
Minha opinião é que(a) nada disso vai dar certo se não houver também um esforço consistente para a geração de novos produtos e negócios com base em matérias-primas obtidas a partir da separação dos resíduos coletados, seja(d) em residências ou em empresas. Negócios capazes de gerar inovação, empregos e renda a partir do uso de materiais que podem ser obtidos a partir da mineração dos resíduos gerados pela atividade humana.
O primeiro desafio que se impõe é a necessidade de que esses negócios sejam espalhados por todo o País, uma vez que transportar resíduos por longas distâncias pode tornar o custo da operação incompatível com qualquer negócio. Então, será preciso envolver não apenas cooperativas de recicladores (capazes de coletar, separar e dar destinação adequada a cada classe de resíduo), mas também fomentar o empreendedorismo para a formação de milhares de pequenas empresas que utilizem esses materiais para a produção de uma miríade de produtos que satisfaçam as mais diversas necessidades da sociedade.
Isso não acontecerá de forma espontânea, será preciso um planejamento e um esforço coordenado de empresas, governos, universidades, institutos de pesquisa e organismos financeiros(c) capazes de produzir inovações, design e modelos de negócios viáveis e espalhá-los(c) por todo o Brasil. Desta forma não apenas as principais questões relativas aos resíduos podem ser encaminhadas, como também haverá muito mais oportunidades de negócios e empregos à disposição da sociedade.
Já existem(b) iniciativas na direção de transformar lixo em matéria-prima para produtos de bom valor econômico e alto benefício social(b). Um exemplo interessante é o desenvolvimento de produtos a partir da reciclagem de embalagens longa-vida. Hoje já existem no mercado telhas e uma série de tipos de painéis feitos a partir da reciclagem desses materiais, com grande vantagem frente a materiais tradicionais no mercado.
Para se chegar a esse formato de produto e negócio, a Tetra Pak, maior empresa global de embalagens longa-vida apostou no desenvolvimento de tecnologias e apoio às cooperativas de catadores e produtores de telhas e placas. “O resultado foi a criação de um mercado novo, algo que não existia antes e que a demanda é ainda bem maior do que a capacidade de oferta”, explica Fernando von Zuben, diretor de meio ambiente da empresa.
A inovação neste caso foi planejada e não veio apenas porque a empresa é boazinha, mas também porque ela deve ser responsável pelos resíduos que coloca no mercado. Centenas de pequenas empresas estão sendo criadas em todo o Brasil para o aproveitamento dessa matéria-prima com bons resultados nos negócios. Outros materiais têm mais valor e, por isso, são mais demandados, é o caso das latas de alumínio, onde o Brasil detém recordes de reciclagem. Vidros e PETs estão entrando nessa linha de materiais com valor comercial, mas ainda em escala insuficiente para cumprir as metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A chave para a solução dos resíduos está basicamente em dois vetores, a redução na produção e a inovação na geração de novos produtos e negócios a partir dos resíduos coletados. Sem isso a coleta seletiva simplesmente vai fazer com que as prefeituras tenham de manter imensos depósitos de materiais recicláveis que não serão reciclados por falta de uma cadeia de negócios que os utilize.
www.cartacapital.com.br/colunistas/ Dal-Marcondes
Assinale a proposição correta de acordo com o texto.
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Os Negócios que Vêm do Lixo
A urbanista Raquel Rolnik publicou um artigo mostrando o que acontece com a coleta seletiva e a reciclagem na cidade de São Paulo, a mais populosa do País e a que mais gera resíduos, de todas as classes, recicláveis ou não. Ela aponta que a cidade tem 46% de domicílios servidos por coleta seletiva, no entanto apenas 2% dos resíduos são de fato reciclados.
Essa é uma realidade que em maior ou menor grau se espraia por todas as cidades brasileiras, apesar de coleta seletiva e reciclagem estarem previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos, de dezembro de 2010 (depois de 20 anos dormitando no Congresso), e que tem 2014 como prazo para a eliminação completa dos lixões e implantação de aterros sanitários em todo o País.
Minha opinião é que nada disso vai dar certo se não houver também um esforço consistente para a geração de novos produtos e negócios com base em matérias-primas obtidas a partir da separação dos resíduos coletados, seja em residências ou em empresas. Negócios capazes de gerar inovação, empregos e renda a partir do uso de materiais que podem ser obtidos a partir da mineração dos resíduos gerados pela atividade humana.
O primeiro desafio que se impõe é a necessidade de que esses negócios sejam espalhados por todo o País, uma vez que transportar resíduos por longas distâncias pode tornar o custo da operação incompatível com qualquer negócio. Então, será preciso envolver não apenas cooperativas de recicladores (capazes de coletar, separar e dar destinação adequada a cada classe de resíduo), mas também fomentar o empreendedorismo para a formação de milhares de pequenas empresas que utilizem esses materiais para a produção de uma miríade de produtos que satisfaçam as mais diversas necessidades da sociedade.
Isso não acontecerá de forma espontânea, será preciso um planejamento e um esforço coordenado de empresas, governos, universidades, institutos de pesquisa e organismos financeiros capazes de produzir inovações, design e modelos de negócios viáveis e espalhá-los por todo o Brasil. Desta forma não apenas as principais questões relativas aos resíduos podem ser encaminhadas, como também haverá muito mais oportunidades de negócios e empregos à disposição da sociedade.
Já existem iniciativas na direção de transformar lixo em matéria-prima para produtos de bom valor econômico e alto benefício social. Um exemplo interessante é o desenvolvimento de produtos a partir da reciclagem de embalagens longa-vida. Hoje já existem no mercado telhas e uma série de tipos de painéis feitos a partir da reciclagem desses materiais, com grande vantagem frente a materiais tradicionais no mercado.
Para se chegar a esse formato de produto e negócio, a Tetra Pak, maior empresa global de embalagens longa-vida apostou no desenvolvimento de tecnologias e apoio às cooperativas de catadores e produtores de telhas e placas. “O resultado foi a criação de um mercado novo, algo que não existia antes e que a demanda é ainda bem maior do que a capacidade de oferta”, explica Fernando von Zuben, diretor de meio ambiente da empresa.
A inovação neste caso foi planejada e não veio apenas porque a empresa é boazinha, mas também porque ela deve ser responsável pelos resíduos que coloca no mercado. Centenas de pequenas empresas estão sendo criadas em todo o Brasil para o aproveitamento dessa matéria-prima com bons resultados nos negócios. Outros materiais têm mais valor e, por isso, são mais demandados, é o caso das latas de alumínio, onde o Brasil detém recordes de reciclagem. Vidros e PETs estão entrando nessa linha de materiais com valor comercial, mas ainda em escala insuficiente para cumprir as metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A chave para a solução dos resíduos está basicamente em dois vetores, a redução na produção e a inovação na geração de novos produtos e negócios a partir dos resíduos coletados. Sem isso a coleta seletiva simplesmente vai fazer com que as prefeituras tenham de manter imensos depósitos de materiais recicláveis que não serão reciclados por falta de uma cadeia de negócios que os utilize.
www.cartacapital.com.br/colunistas/ Dal-Marcondes
No texto, as expressões “apesar de”, “uma vez que” e “mas também” indicam respectivamente a ideia de
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Desinfecção
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Se um terreno mede 8 m de largura por 25 m de comprimento, sua área em km2 e em ha é
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Numa cadeia alimentar, os vegetais clorofilados são
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Um terreno localizado na zona rural do município tem um formato circular com diâmetro de 100 m. Depois de calculada a sua área, tem-se o valor de
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A relação RELAC (atrib1, atrib2, atrib3, atrib4) tem quatro atributos onde atrib3 depende funcionalmente de atrib2, atrib4 depende funcionalmente de atrib3 e atrib1 depende funcionalmente de atrib3. RELAC está na Forma Normal
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O trabalho sobre Meio Ambiente trazido nos PCN deve ser desenvolvido no sentido de ajudar os alunos a construírem uma consciência global das questões relativas ao meio, para que possam assumir posições afinadas com os valores referentes a sua proteção e melhoria. Para realização desse trabalho, os conteúdos de ensino foram organizados em blocos. Relacione esses blocos com os respectivos conteúdos, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. Ciclos da natureza
2. Sociedade e meio ambiente
3. Manejo e conservação ambiental
Coluna II
( ) Processos simples de reciclagem e reaproveitamento de materiais.
( ) Práticas que evitam desperdícios no uso cotidiano de recursos como água, energia e alimentos.
( ) As teias e cadeias alimentares e sua importância.
( ) A interdependência ambiental entre as áreas urbana e rural.
( ) O estabelecimento de relações e correlações entre elementos de um mesmo sistema.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Ebola é uma doença que causa febre grave do tipo hemorrágico; em 2014, o surto atingiu principalmente 3 (três) principais países da África. Esses países são:
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