Foram encontradas 120 questões.
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O diminutivo cruel "gentinha" estigmatizou meio mundo
1 Também achei divertido o recente lançamento de
2 Tati Bernardi, "A Boba da Corte", mas é desonesto
3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
A respeito da estrutura e das ideias do texto, analise as assertivas que seguem e julgue-as verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O uso de exemplos como “andar de ônibus”, “ter um nome americanizado” ou “morar em bairro periférico” revela preconceitos sociais baseados em estereótipos.
( ) A principal intenção do texto é divulgar o livro de Tati Bernardi como uma comédia leve e superficial.
( ) O texto constrói uma defesa velada do comportamento da elite brasileira, reconhecendo sua importância histórica e cultural na sociedade.
( ) A menção a Millôr Fernandes reforça a ideia de que até personalidades reconhecidas podem contribuir para a propagação de estigmas.
( ) A estrutura do texto intercala comentários sobre o livro de Tati Bernardi com memórias pessoais e reflexões sociais da autora.
( ) A estrutura do texto é predominantemente narrativa, com foco na descrição linear dos eventos da infância da autora.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O diminutivo cruel "gentinha" estigmatizou meio mundo
1 Também achei divertido o recente lançamento de
2 Tati Bernardi, "A Boba da Corte", mas é desonesto
3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
Acerca das relações entre fonemas e grafias, assinale a alternativa cuja análise está INCORRETA.
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemHipérbole
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetonímia
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O diminutivo cruel "gentinha" estigmatizou meio mundo
1 Também achei divertido o recente lançamento de
2 Tati Bernardi, "A Boba da Corte", mas é desonesto
3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
Acerca das figuras de linguagem presentes no texto, analise as assertivas que seguem:
I. A expressão os leitores que têm um músculo batendo dentro do tórax (/.4-5) é uma forma indireta de se referir a pessoas sensíveis, que têm sentimentos, ou seja, têm coração. Isso constitui uma metonímia.
Il. Na frase Como se fossem aristocratas de novela, ninguém se inibia de classificar como “gentinha” (l. 2-13) há uma comparação explícita, marcada pelo uso da conjunção “Como”, entre os sujeitos mencionados (pessoas comuns que julgam os outros) e personagens caricatos da elite em novelas. Isso constitui uma metáfora.
III. Na frase E esses indícios podiam ser abundantes (l.16) há uma linguagem expressiva que enfatiza através do exagero a frequência com que sinais de origem humilde eram percebidos e julgados. Isso constitui uma hipérbole.
Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O diminutivo cruel "gentinha" estigmatizou meio mundo
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2 Tati Bernardi, "A Boba da Corte", mas é desonesto
3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
A frase e assim a palavra foi expandindo seus significados e estigmatizando meio mundo (/.39- 40) refere-se ao termo “gentinha”, que, ao longo do tempo, passou a ser utilizado em diversos contextos sociais.
Sobre isso, analise as partes que seguem:
(1a parte): A autora afirma que o termo “gentinha” passou a ser usado para criticar não apenas a origem social das pessoas, mas também seus comportamentos cotidianos.
(2a parte): A autora celebra o fato de a palavra “gentinha” ter se tornado um termo mais abrangente, pois isso democratiza seu uso entre diferentes classes sociais.
(3a parte): A autora considera que o novo uso da palavra “gentinha” é irrelevante, já que ela perdeu seu valor ofensivo e se tornou apenas uma gíria popular.
(4a parte): O uso ampliado da palavra “gentinha” é apresentado como um problema, pois serve para reforçar estigmas e preconceitos em relação a comportamentos e estilos de vida diversos.
Das partes, pode-se afirmar que:
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1 Também achei divertido o recente lançamento de
2 Tati Bernardi, "A Boba da Corte", mas é desonesto
3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
Relativamente a aspectos morfológicos de palavras do texto, analise as assertivas que seguem:
I. O sublinhado em desonesto (/.2) é um prefixo e indica negação ou oposição ao sentido da palavra “honesto”.
Il. As palavras interminável (/.43) e indiscutível (1.23) são formadas por derivação parassintética, considerando a presença simultânea de um prefixo e um sufixo.
Ill. Nas palavras leitores (/.4) e conhecimento (/.36) o sublinhado é o radical; na palavra escrever (l.34), o sublinhado é a vogal temática.
IV. Na palavra arrepiava (l.29), o sublinhado constitui a desinência verbal indicativa do pretérito perfeito do indicativo.
Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
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2 Tati Bernardi, "A Boba da Corte", mas é desonesto
3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
Observe o seguinte trecho do texto: O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do “nós” e não do “eles” (l. 24-25). Com base nas ideias do texto, analise as assertivas que seguem:
I. A oposição entre “nós” e “eles” indica a existência de uma divisão social marcada por exclusão e preconceito.
Il. A expressão “bem-nascida” está relacionada à herança social e à ideia de pertencimento a uma elite.
IIl. A autora defende que apenas os “bem-nascidos” deveriam ocupar lugares de prestígio na sociedade.
IV. “Ser bem-nascida” é apresentado no texto como um conceito neutro, sem juízo de valor.
Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
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3 resumi-lo apenas a isso. O livro é um retrato tocante
4 da distinção de classe e abala os leitores que têm um
5 músculo batendo dentro do tórax. A gente se
6 reconhece o tempo todo, seja se colocando no lugar
7 da Tati, seja assumindo os outros lugares da mesa em
8 que ela instala a elite intelectual e social brasileira.
9 Enquanto eu avançava na leitura, lembrei de uma
10 palavra que, quando criança, escutava com frequência
11 em rodas de adultos. Era um diminutivo cruel usado
12 sem parcimônia. Como se fossem aristocratas de
13 novela, ninguém se inibia de classificar como "gentinha"
14 a pessoa — preferencialmente um jovem — que
15 revelasse indícios de habitar a parte inferior da maldita
16 pirâmide. E esses indícios podiam ser abundantes:
17 o bairro periférico onde a colega de aula morava;
18 a profissão do pai do namorado: se não é doutor, faz
19 o quê?; o forte sotaque de quem chegava do interior;
20 o tom da pele, claro; andar de ônibus, saltar na
21 parada; ser sócio de um clube fuleiro; ter um nome
22 americanizado, de estrela de cinema: a bandeira
23 indiscutível de que a pessoa não era bem-nascida.
24 O que era ser bem-nascida? Era fazer parte do
25 "nós" e não do "eles". Ser João e não Michael. Mas um
26 João com pedigree. Ser filho de um conhecido da
27 família, ser neto de alguém cujo nome estaria numa
28 placa de bronze em alguma parede de empresa.
29 Eu me arrepiava a cada vez que ouvia a sentença:
30 "Fulana é gentinha". E a análise crítica vinha com a
31 benevolência de quem não tinha o intuito de ofender.
32 "Coitada da Fulana, não era culpa dela."
33 Até o gênio Millôr Fernandes caiu na tentação de
34 escrever que quem gostava de viajar era gentinha, e
35 entendi que ele estava fazendo uma piada (ruim) sobre
36 o turista que não busca conhecimento e imersão, e sim
37 que percorre 10 países em uma semana, como se
38 todos tivessem oportunidade de voltar à Europa várias
39 vezes numa vida; e assim a palavra foi expandindo
40 seus significados e estigmatizando meio mundo: quem
41 dança com os braços para cima, quem coloca gelo na
42 taça de vinho, quem fala "gratidão" e mais uma lista
43 interminável de pecadilhos.
44 É só dar um rolê pelas redes sociais e você vai
45 descobrir aquilo que também torna você gentinha
46 — mesmo que, entre "nós", estigmas não colem, entra
47 tudo para a caixa das excentricidades.
48 O ótimo livro da Tati não usa esta palavra
49 medonha nem uma única vez. Ninguém mais usa,
50 espero. A Odete Roitman versão 2025 talvez a
51 desenterre, e pagará mico, pois está vindo de um
52 passado em que adorávamos odiar os esnobes —
53 hoje, os desprezamos, o que é muito mais letal.
54 Que os humilhantes diminutivos desapareçam, e
55 viva a Tati, que escreveu um livraço.
Autora: Martha Medeiros.
A partir da interpretação do texto, analise as afirmativas que seguem:
I. A autora faz uma critica à nostalgia de certos comportamentos esnobes, dizendo que atualmente esses comportamentos são motivo de desprezo.
II. A crônica conclui que as redes sociais ajudaram a eliminar os estigmas sociais relacionados à classe.
III. A autora elogia Millôr Fernandes por sua crítica contundente aos turistas que viajam de forma superficial.
IV. Martha Medeiros relata que, mesmo quando usada com “benevolência”, a palavra “gentinha” carrega uma carga de humilhação.
V. O texto critica o uso da palavra “gentinha” como uma forma de preconceito social velado, herdado de uma cultura elitista.
Considerando que cada afirmativa correta vale dois pontos e cada afirmativa incorreta vale um ponto, qual é a soma total da pontuação atribuída às cinco afirmativas?
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- OrtografiaEmprego de Letras e Fonemas
- MorfologiaAdvérbiosTipos dos Advérbios
- MorfologiaVerbosFormas NominaisGerúndio
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas
- O sistema rodoviário é responsável pela
- movimentação da maior parte da carga transportada
- no Rio Grande do Sul e pela quase totalidade do
- transporte de passageiros. De acordo com o
- Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem
- (DAER), o Estado conta com aproximadamente 17,5
- mil quilômetros de rodovias federais, estaduais e
- municipais. A malha federal estrutura a rede de
- transporte com rodovias longitudinais, diagonais,
- transversais e de ligação. A rede estadual articula-se
- _____federal, sendo mais densa e capilarizada nas
- regiões norte e nordeste do Estado em função do
- maior número de municípios e de núcleos urbanos. Já
- a rede municipal corresponde _____ poucos quilômetros,
- abrangendo alguns acessos e travessias urbanas.
- Segundo o DAER, mais de 14 mil quilômetros da
- rede rodoviária no Estado correspondem a estradas
- pavimentadas. Deste total, cerca de 640 quilômetros
- são rodovias duplicadas.
- As rodovias federais, administradas pelo
- Departamento Nacional de Infraestrutura de
- Transportes (DNIT) ou por empresas concessionárias,
- correspondem a 5,8 mil quilômetros da malha
- rodoviária do Estado. Já as rodovias estaduais, com
- extensão de 11,4 mil quilômetros, são administradas
- pelo DAER, pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR)
- ou por empresas concessionárias.
- As rodovias federais BR-116, BR-101, BR-386 e
- BR-290 recebem grandes fluxos de escoamento da
- produção, especialmente da safra agrícola,
- apresentando os volumes de tráfego mais elevados.
- Essas rodovias estabelecem as ligações entre os portos
- de Rio Grande e Porto Alegre, além de vincularem o Rio
- Grande do Sul aos demais estados brasileiros e
- também aos países do Mercosul, através da fronteira
- com a Argentina no município de Uruguaiana.
- Em relação à frota de veículos automotores, _____
- um continuo aumento do número de registros de
- veículos em circulação no Estado na medida em que se
- aprofunda a hegemonia do modal rodoviário sobre os
- demais modais. Este movimento exige investimentos
- crescentes em recuperação, manutenção e
- melhoramento das estradas existentes, assim como
- estudos de planejamento rodoviário e de mobilidade
- urbana. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito
- (DetranRS), o RS conta com uma frota de 7,62 milhões
- de veículos automotores, sendo 59,1% de automóveis.
Fonte: https://atlassocioeconomico.rs.gov.br/rodovias (adaptado).
Analise as assertivas abaixo, julgando-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas,
( ) O verbo apresentando (/.31) está no gerúndio.
( ) Na expressão sendo mais densa (/.11), o vocábulo mais consiste em um advérbio de intensidade.
( ) O vocábulo fluxos (/.29) possui o mesmo número de letras e fonemas.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parênteses, na ordem em que aparecem?
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas
- O sistema rodoviário é responsável pela
- movimentação da maior parte da carga transportada
- no Rio Grande do Sul e pela quase totalidade do
- transporte de passageiros. De acordo com o
- Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem
- (DAER), o Estado conta com aproximadamente 17,5
- mil quilômetros de rodovias federais, estaduais e
- municipais. A malha federal estrutura a rede de
- transporte com rodovias longitudinais, diagonais,
- transversais e de ligação. A rede estadual articula-se
- _____federal, sendo mais densa e capilarizada nas
- regiões norte e nordeste do Estado em função do
- maior número de municípios e de núcleos urbanos. Já
- a rede municipal corresponde _____ poucos quilômetros,
- abrangendo alguns acessos e travessias urbanas.
- Segundo o DAER, mais de 14 mil quilômetros da
- rede rodoviária no Estado correspondem a estradas
- pavimentadas. Deste total, cerca de 640 quilômetros
- são rodovias duplicadas.
- As rodovias federais, administradas pelo
- Departamento Nacional de Infraestrutura de
- Transportes (DNIT) ou por empresas concessionárias,
- correspondem a 5,8 mil quilômetros da malha
- rodoviária do Estado. Já as rodovias estaduais, com
- extensão de 11,4 mil quilômetros, são administradas
- pelo DAER, pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR)
- ou por empresas concessionárias.
- As rodovias federais BR-116, BR-101, BR-386 e
- BR-290 recebem grandes fluxos de escoamento da
- produção, especialmente da safra agrícola,
- apresentando os volumes de tráfego mais elevados.
- Essas rodovias estabelecem as ligações entre os portos
- de Rio Grande e Porto Alegre, além de vincularem o Rio
- Grande do Sul aos demais estados brasileiros e
- também aos países do Mercosul, através da fronteira
- com a Argentina no município de Uruguaiana.
- Em relação à frota de veículos automotores, _____
- um continuo aumento do número de registros de
- veículos em circulação no Estado na medida em que se
- aprofunda a hegemonia do modal rodoviário sobre os
- demais modais. Este movimento exige investimentos
- crescentes em recuperação, manutenção e
- melhoramento das estradas existentes, assim como
- estudos de planejamento rodoviário e de mobilidade
- urbana. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito
- (DetranRS), o RS conta com uma frota de 7,62 milhões
- de veículos automotores, sendo 59,1% de automóveis.
Fonte: https://atlassocioeconomico.rs.gov.br/rodovias (adaptado).
No texto, alguns vocábulos contêm dígrafos, ou seja, combinações de duas letras que formam um único som. Sabendo disso, assinale a alternativa que indica a palavra que NÃO apresenta dígrafo.
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- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- FonologiaTonicidadeProparoxítonas
- MorfologiaNumeraisClassificação dos Numerais
- MorfologiaVerbos
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas
- O sistema rodoviário é responsável pela
- movimentação da maior parte da carga transportada
- no Rio Grande do Sul e pela quase totalidade do
- transporte de passageiros. De acordo com o
- Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem
- (DAER), o Estado conta com aproximadamente 17,5
- mil quilômetros de rodovias federais, estaduais e
- municipais. A malha federal estrutura a rede de
- transporte com rodovias longitudinais, diagonais,
- transversais e de ligação. A rede estadual articula-se
- _____federal, sendo mais densa e capilarizada nas
- regiões norte e nordeste do Estado em função do
- maior número de municípios e de núcleos urbanos. Já
- a rede municipal corresponde _____ poucos quilômetros,
- abrangendo alguns acessos e travessias urbanas.
- Segundo o DAER, mais de 14 mil quilômetros da
- rede rodoviária no Estado correspondem a estradas
- pavimentadas. Deste total, cerca de 640 quilômetros
- são rodovias duplicadas.
- As rodovias federais, administradas pelo
- Departamento Nacional de Infraestrutura de
- Transportes (DNIT) ou por empresas concessionárias,
- correspondem a 5,8 mil quilômetros da malha
- rodoviária do Estado. Já as rodovias estaduais, com
- extensão de 11,4 mil quilômetros, são administradas
- pelo DAER, pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR)
- ou por empresas concessionárias.
- As rodovias federais BR-116, BR-101, BR-386 e
- BR-290 recebem grandes fluxos de escoamento da
- produção, especialmente da safra agrícola,
- apresentando os volumes de tráfego mais elevados.
- Essas rodovias estabelecem as ligações entre os portos
- de Rio Grande e Porto Alegre, além de vincularem o Rio
- Grande do Sul aos demais estados brasileiros e
- também aos países do Mercosul, através da fronteira
- com a Argentina no município de Uruguaiana.
- Em relação à frota de veículos automotores, _____
- um continuo aumento do número de registros de
- veículos em circulação no Estado na medida em que se
- aprofunda a hegemonia do modal rodoviário sobre os
- demais modais. Este movimento exige investimentos
- crescentes em recuperação, manutenção e
- melhoramento das estradas existentes, assim como
- estudos de planejamento rodoviário e de mobilidade
- urbana. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito
- (DetranRS), o RS conta com uma frota de 7,62 milhões
- de veículos automotores, sendo 59,1% de automóveis.
Fonte: https://atlassocioeconomico.rs.gov.br/rodovias (adaptado).
Analise a seguinte frase do texto: o Estado conta com aproximadamente 17,5 mil quilômetros de rodovias federais, estaduais e municipais (l.6-8). Qual das alternativas abaixo apresenta uma informação INCORRETA sobre os elementos da frase?
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