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Foram encontradas 170 questões.

1359781 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
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São fundamentos da República Federativa do Brasil, dentre outros, a

 

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1359775 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
Quanto ao perfil da população, o Brasil começará a enfrentar daqui 10 anos um problema presente em países europeus que é a diminuição da população
 

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1358982 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
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Considere:

I. Não poderão ser objeto de delegação os atos de competência exclusiva do Congresso Nacional.

II. Poderão ser objeto de delegação os atos de competência privativa da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal.

III. Poderá ser objeto de delegação a legislação sobre planos plurianuais.

Está correto o que consta em

 

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1358351 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os cientistas familiarizados com a obra do historiador inglês marxista Eric Hobsbawm, falecido no ano passado, bem que poderiam tomar emprestado o título de seu livro dedicado às transformações político-econômicas do século XX e empregá-lo para descrever o cenário climático previsto para o Brasil das próximas décadas. Se o assunto são as mudanças climáticas, a era dos extremos (nome do livro de Hobsbawm) apenas se iniciou e, segundo os pesquisadores, veio para ficar por um bom tempo. Em razão do aumento progressivo da concentração de gases de efeito estufa e de alterações na ocupação do uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta.

As projeções constantes do primeiro relatório de avaliação do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), apresentado no início de setembro, indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3º a 6ºC mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro de emissões de gases de efeito estufa. As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada de chuvas poderá ser 40% menor. Há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal. Os efeitos da citada diminuição se farão sentir na vazão total das grandes bacias hidrográficas. A do rio São Francisco e a do rio Parnaíba, por exemplo, poderão ter seu caudal reduzido significativamente.

José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais − INPE, que trabalha com projeções futuras a partir de modelos regionais do clima, diz: “A sensação é de que as estações estão meio ‘loucas’, com manifestações mais frequentes de extremos climáticos”. A expressão significa que os brasileiros vão conviver mais tanto com períodos de seca prolongada, como com períodos de chuva forte, às vezes um após o outro.

Um dos setores mais vulneráveis a essas transformações, se de fato ocorrerem, é a agropecuária. Culturas como soja, café e feijão veriam sua produtividade regredir. No pior cenário, poderia haver perdas de até R$ 7 bilhões ao ano.

Tais predições não são infalíveis, mas, à medida que o conhecimento avança, as incertezas se reduzem − e não há sinais de que o consenso científico se afaste da convicção de que o aquecimento em curso é provocado pelo homem.

Por outro lado, encontra-se quase estagnada a negociação internacional para redução das emissões de gases de efeito estufa. O Brasil diminuiu bastante as suas, com a queda drástica do desmatamento, mas o efeito disso sobre o clima mundial é ínfimo.

Parece ocioso, nesse contexto, perpetuar a discussão sobre o quinhão de responsabilidade humana na mudança do clima. Se ela é real, cabe dar prioridade para a adaptação da economia aos efeitos sobre os quais houver grau razoável de segurança.

(Adaptado de: PIVETTA, Marcos. Pesquisa FAPESP, Agosto de 2013; e de "Choque térmico". Editorial da Folha de S. Paulo, 13/09/2013, p. 2 A)

Afirma-se com correção:

 

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1357006 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
Dadá, Cazuza, Timbó, Birito e Piloto são cinco meninos espertos que gostam de jogar futebol no gramado da casa de seu Nonô, um simpático senhor. Certo dia, um chute dado por um dos meninos fez com que a bola quebrasse o vidro de uma das janelas da casa, o que levou seu Nonô a chamar a atenção dos garotos, perguntando a eles quem foi o responsável pelo estrago. Os meninos disseram o seguinte:
− Dadá: o responsável não é o Timbó.
− Cazuza: o responsável está mentindo.
− Timbó: o responsável não é o Dadá.
− Birito: o responsável é o Cazuza ou é o Dadá.
− Piloto: o responsável é o Birito ou o Timbó.
Também se sabe que o responsável sempre mente e os demais sempre falam a verdade.
Neste sentido, é possível afirmar que quem chutou a bola e quebrou a vidraça foi
 

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1356731 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
Atenção: Considere os dados abaixo para responder à questão.
A Cia. Nordeste S.A. é uma empresa comercial e possuía, em 30/11/2012, a seguinte situação patrimonial:
Disponível: R$ 100.000,00
Capital Social: R$ 100.000,00
Durante o mês de dezembro de 2012, a Cia. realizou as seguintes operações:
Data Operação
01/12/12 Compra de Estoques no valor de R$ 50.000,00 para ser pago em 20 dias, sem juros.
03/12/12 Venda de Estoque por R$ 80.000,00, recebendo 50% à vista e o restante para ser recebido em 5/01/2013, sem juros. O custo das mercadorias entregues foi de R$ 25.000,00.
05/12/12 Pagamento antecipado no valor de R$ 20.000,00 ao Fornecedor Norte, para que este lhe entregue mercadorias em 20/12/2012.
07/12/12 Recebimento antecipado de R$ 30.000,00 do Cliente B, para que a Cia. lhe entregue mercadorias em 27/12/2012 e em 10/01/2013.
12/12/12 Aumento do Capital Social no valor de R$ 40.000,00, com terrenos.
20/12/12 Entrega, pelo Fornecedor Norte, das mercadorias pagas no dia 05/12/12.
21/12/12 Pagamento de fornecedores referentes às compras efetuadas no dia 01/12/12.
27/12/12 Entrega de 50% das mercadorias ao Cliente B, referentes ao recebimento antecipado do dia 07/12/12. O custo das mercadorias entregues foi de R$ 8.000,00.
31/12/12 Pagamento dos salários dos funcionários referentes ao mês de dezembro, no valor de R$ 18.000,00.
31/12/12 Contratação e pagamento de um seguro contra incêndio no valor de R$ 24.000,00, com vigência de 01/01/13 a 31/12/13.
31/12/12 A Cia. Nordeste foi informada a respeito de um processo trabalhista, cujo desembolso de caixa no valor de R$ 12.000,00 é considerado provável, de acordo com o entendimento do departamento jurídico da Cia. Nordeste S.A.
Após o registro das operações acima, o resultado apurado pela Cia. Nordeste S.A., em dezembro de 2012, foi, em R$,
 

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1349116 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
Se Heráclito está convicto de que o mundo está em permanente mudança, então ele é triste. Portanto, se
 

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1347786 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
Provas:

Um cidadão de Teresina, portador de diabetes mellitus, necessita de doses diárias de insulina e de frequente medição de glicemia com o auxílio de tiras-testes. Solicitou formalmente à Secretaria Estadual de Saúde o fornecimento gratuito desse medicamento e das tiras durante seu tratamento. Diante do pedido acima formulado

 

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1337170 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI
Amigos desde os tempos de Faculdade de Direito, Tiago, Marcelo e Caio têm profissões distintas e um deles é juiz, outro é promotor e outro é advogado. Também se sabe que ou Caio é o juiz ou Marcelo é o juiz. Sabe-se, ademais, que ou Marcelo é o promotor ou Tiago é o advogado. É de conhecimento inclusive que ou Caio é o advogado, ou Tiago é o advogado. Por fim, também se tem ciência de que ou Caio é o promotor ou Tiago é o promotor. Portanto, as carreiras jurídicas de Tiago, Marcelo e Caio são, respectivamente,
 

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1324958 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os cientistas familiarizados com a obra do historiador inglês marxista Eric Hobsbawm, falecido no ano passado, bem que poderiam tomar emprestado o título de seu livro dedicado às transformações político-econômicas do século XX e empregá-lo para descrever o cenário climático previsto para o Brasil das próximas décadas. Se o assunto são as mudanças climáticas, a era dos extremos (nome do livro de Hobsbawm) apenas se iniciou e, segundo os pesquisadores, veio para ficar por um bom tempo. Em razão do aumento progressivo da concentração de gases de efeito estufa e de alterações na ocupação do uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta.

As projeções constantes do primeiro relatório de avaliação do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), apresentado no início de setembro, indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3º a 6 ºC mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro de emissões de gases de efeito estufa. As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada de chuvas poderá ser 40% menor. Há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal. Os efeitos da citada diminuição se farão sentir na vazão total das grandes bacias hidrográficas. A do rio São Francisco e a do rio Parnaíba, por exemplo, poderão ter seu caudal reduzido significativamente.

José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais − INPE, que trabalha com projeções futuras a partir de modelos regionais do clima, diz: “A sensação é de que as estações estão meio ‘loucas’, com manifestações mais frequentes de extremos climáticos”. A expressão significa que os brasileiros vão conviver mais tanto com períodos de seca prolongada, como com períodos de chuva forte, às vezes um após o outro.

Um dos setores mais vulneráveis a essas transformações, se de fato ocorrerem, é a agropecuária. Culturas como soja, café e feijão veriam sua produtividade regredir. No pior cenário, poderia haver perdas de até R$ 7 bilhões ao ano.

Tais predições não são infalíveis, mas, à medida que o conhecimento avança, as incertezas se reduzem − e não há sinais de que o consenso científico se afaste da convicção de que o aquecimento em curso é provocado pelo homem.

Por outro lado, encontra-se quase estagnada a negociação internacional para redução das emissões de gases de efeito estufa. O Brasil diminuiu bastante as suas, com a queda drástica do desmatamento, mas o efeito disso sobre o clima mundial é ínfimo.

Parece ocioso, nesse contexto, perpetuar a discussão sobre o quinhão de responsabilidade humana na mudança do clima. Se ela é real, cabe dar prioridade para a adaptação da economia aos efeitos sobre os quais houver grau razoável de segurança.

(Adaptado de: PIVETTA, Marcos. Pesquisa FAPESP, Agosto de 2013; e de "Choque térmico". Editorial da Folha de S. Paulo, 13/09/2013, p. 2 A)

No texto,

 

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