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Foram encontradas 1.077 questões.

1280597 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
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Assinale a opção que mostra todos os vocábulos clíticos ou átonos da frase "Um cachorro não deita para pensar, pois, se o faz, pode ser mordido por outro".
 

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1280596 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
“Ainda assim, a parte da esquerda viúva da ruína socialista vive a defender o ‘aprofundamento da democracia’”.

A expressão “esquerda viúva da ruína socialista” se refere
 

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1280595 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
“Em termos de escala, assiduidade e participação da população na escolha dos governantes, o Brasil de 1985 a 2014 parece outro país, moderno e dinâmico, no cotejo com a restrita experiência eleitoral anterior.”

Se o país de hoje é visto no texto como “moderno e dinâmico”, anteriormente ele seria, respectivamente,
 

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Perfume de mulher hoje, no SBT

Um estudante, atendendo a um anúncio, vai trabalhar como acompanhante de um coronel. De um coronel cego. De um coronel cego e inflexível. De um coronel cego, inflexível e aventureiro. De um coronel cego, inflexível, aventureiro e, no momento, em crise. De um coronel cego, inflexível, aventureiro, no momento em crise – mas que dança tango maravilhosamente bem. Faça como Chris O'Donnell, o estudante do filme. Atenda a esse anúncio. Assista a Tela de Sucessos hoje, às nove e meia da noite, no SBT. E descubra um coronel cego, inflexível, aventureiro, no momento em crise, que dança tango maravilhosamente bem e que ainda por cima tem a cara do Al Pacino.


(JB, 19 de setembro de 1997)
De um coronel cego. De um coronel cego e inflexível. De um coronel cego, inflexível e aventureiro. De um coronel cego, inflexível, aventureiro e, no momento, em crise. De um coronel cego, inflexível, aventureiro, no momento em crise – mas que dança tango maravilhosamente bem."
A última frase do texto é introduzida pela conjunção “mas" porque
 

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1280591 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
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Todas as frases a seguir estão gramaticalmente corretas, com as formas verbais na terceira pessoa do singular, já que se trata de passiva pronominal com sujeito oracional.

Assinale a opção em que a forma verbal também poderia estar no plural, já que o verbo pode ser unipessoal ou auxiliar.
 

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1280590 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
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Rico ou pobre?

Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos arrecadam R$ 13,00.
Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse debate, embora escorregue com frequência na aritmética e exagere no alcance da medida.
Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e Colômbia-, necessários para as despesas públicas.
Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.
O país tem canalizado parte vultosa desses gastos distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos.
Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário precisa recuar.
(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Nos trechos a seguir, analise as três ocorrências do vocábulo se:
I. Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelo governos à população.
II. tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
III.Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população.
Nessa ocorrências, mostram a mesma classe e função:
 

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1280589 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
“políticas públicas social-democratas”

Sobre a concordância entre os termos presentes nesse segmento do texto, assinale a afirmativa correta.
 

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1280588 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
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Palavras ou expressões podem servir para caracterizar o substantivo, equivalendo semântica e sintaticamente a um adjetivo. Assim, a junção de uma preposição + um substantivo pode servir de substituto de um adjetivo, como no seguinte exemplo:
 

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1280587 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
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Observe a seguinte construção silogística:

Todo supermercado vende refrigerante
Meu posto de gasolina vende refrigerante
Meu posto de gasolina é um supermercado

Sobre essa construção, assinale a afirmativa correta.
 

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1280584 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-AM
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Rico ou pobre?

Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos arrecadam R$ 13,00.
Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse debate, embora escorregue com frequência na aritmética e exagere no alcance da medida.
Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e Colômbia-, necessários para as despesas públicas.
Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.
O país tem canalizado parte vultosa desses gastos distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos.
Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário precisa recuar.
(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Segundo o texto, para melhorar a cobrança de impostos, a providência que tem mais
alcance social é
 

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