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Marcelo comprou um cofrinho para juntar moedas.
No primeiro dia, Marcelo colocou no cofrinho todas as moedas que possuía na ocasião.
A partir do segundo dia, ele colocou diariamente três moedas no cofrinho.
Ao final do décimo dia, o cofrinho de Marcelo tinha ao todo 40 moedas.
O número de moedas que Marcelo colocou no cofrinho no primeiro dia foi
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O conjunto C é formado por todos os números naturais que divididos por 5 são maiores que 3 e menores que 13.
O número de elementos de C é
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Se !$ \dfrac{3}{5} !$ de uma dúzia de bananas vale tanto quanto quatro maçãs, então !$ \dfrac{1}{3} !$ de cinco maçãs vale tanto quanto
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Um estudante, atendendo a um anúncio, vai trabalhar como acompanhante de um coronel. De um coronel cego. De um coronel cego e inflexível. De um coronel cego, inflexível e aventureiro. De um coronel cego, inflexível, aventureiro e, no momento, em crise. De um coronel cego, inflexível, aventureiro, no momento em crise – mas que dança tango maravilhosamente bem. Faça como Chris O'Donnell, o estudante do filme. Atenda a esse anúncio. Assista a Tela de Sucessos hoje, às nove e meia da noite, no SBT. E descubra um coronel cego, inflexível, aventureiro, no momento em crise, que dança tango maravilhosamente bem e que ainda por cima tem a cara do Al Pacino.
(JB, 19 de setembro de 1997)
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Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
Essa frase, retirada do último parágrafo do texto, indica
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(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
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Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino Unido nesse quesito.
impostos é
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"Vivemos numa época de tamanha pobreza verbal na expressão das ideias que, de vez em quando, entra em circulação uma palavra com a mais ampla gama de acepções: serve para tudo. Certa época andou na moda o verbo colocar, que virou pau para toda obra. Nunca tantos colocaram tanto por tão pouco. Havia sempre alguém colocando alguma coisa, sem esclarecer que coisa era essa, nem onde estava sendo colocada. Na verdade, o que se fazia era expor, propor, explicar, explanar, argumentar - verbos esquecidos, nessa onde indigente de colocações".
(Fernando Sabino, Jornal da família, 11 de setembro de 1988)
Segundo Fernando Sabino, a razão de surgirem casos como o do vocábulo colocar se deve
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(Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
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