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Patrice Pavis, em seu livro A Análise dos Espetáculos (2008), ao tentar propor uma teoria que dê conta do trabalho do ator, investiga uma possível Teoria das Emoções. Esta teoria seria baseada na atuação histórica do ator moderno desde Diderot até Stanislavski e Strasberg. Ao fazer isso, o autor se posiciona, deixando claro que seu ponto de vista é que
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Em Universos da Arte (2004), a autora afirma que no contexto da sociedade de consumo ocorre um processo de dessensibilização das pessoas, alienando-as de sua espontaneidade criativa e seu potencial sensível. Na tentativa de reverter esse quadro, Fayga Ostrower valoriza em sua experiência pedagógica
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Ao trabalhar com a ampliação de repertório do grupo coral que rege, Vertamatti (2008) justificou a escolha de duas obras do compositor francês Jean-Yves Bousseur - O bicho alfabeto e Eu, ambas escritas para poemas de Paulo Leminski, dizendo que
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Vertamatti (2008) relata uma experiência em que o grupo coral com que trabalha foi levado a um espaço ao ar livre com muita vegetação de mata nativa, no qual as crianças se defrontaram com personagens fantásticas, que conduziam a ação e interagiam com o grupo, integrando procedimentos de teatro, música e poesia. Ao descrever e comentar o acontecido, a autora declara que a atividade permitiu aos participantes
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Considerando o pensamento de Cecília Almeida Salles sobre o processo de criação artística, leia atentamente as duas colunas e estabeleça a associação correta entre elas.
I. Procedimentos criativos.
II. Operação poética.
III. Matéria.
IV. Lógica na criação.
a. Operações lógicas responsáveis pelo desenvolvimento da obra que acontecem inevitavelmente ao longo do processo.
b. Tudo aquilo que o artista recorre para a concretização de sua obra: o que ele escolhe, manipula e transforma em nome de sua necessidade.
c. Os modos de expressão ou formas de ação que envolvem manipulação e, consequentemente, transformação da matéria.
d. Processo que envolve seleções, apropriações e combinações, gerando transformações, traduções e produções.
A associação correta entre elas é
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Pode-se afirmar que os documentos de processo dos artistas nos permitem entrar na intimidade da criação artística oferecendo vestígios sobre:
I. um percurso que tem sua origem em um insight arrebatador, que se concretiza ao longo do processo criativo.
II. o movimento da produção de obras como registros de experimentação.
III. um caminho do caos inicial para a ordem que a obra oferece.
IV. o funcionamento do pensamento criativo.
Está correto o que se afirma em
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Em Gesto Inacabado: processo de criação artística (2003), a autora Cecilia Almeida Salles afirma que, no processo de construção de uma obra, o diálogo do artista com a matéria leva-nos à estreita relação entre
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Patrice Pavis (2008) percebe o tempo da representação teatral de três formas diferentes. A primeira apresenta um tempo concebido como dado externo, mensurável e divisível: tempo matemático dos relógios, dos metrônomos, do calendário, é o tempo da duração do espetáculo no teatro. A segunda forma de perceber o tempo é entendendo-o como próprio de cada indivíduo, como cada espectador que vivencia intuitivamente a duração do espetáculo ou de uma atuação, sem poder, no entanto, medi-la objetivamente. Pavis denomina esses dois tempos, respectivamente, de
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No texto A compreensão do desenvolvimento estético, Rossi em A educação do olhar no ensino das artes (1999) nos diz que as habilidades de leitura crescem cumulativamente. Inicialmente toda a leitura é feita a partir de um ponto de vista egocêntrico e ingênuo, depois o leitor usa seu conhecimento mais geral e finalmente interage com o conhecimento estético propriamente dito. Como educadores de arte, é importante conhecer os estágios do desenvolvimento estético dos alunos para a adequação das propostas pedagógicas aos interesses e necessidades da turma. Segundo Abigail Hussein, os estágios de desenvolvimento estético são:
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Em Educação estética, arte e cultura do cotidiano, publicado em A educação do olhar no ensino das artes (1999), Marly Ribeiro Meira afirma que o sujeito enfrenta, hoje, no cotidiano, uma verdadeira epopeia do olho e da pulsão de ter que ler com o olhar. Na educação estética, ler não é simplesmente decifrar, mas compreender como uma imagem é construída, o que torna a leitura um fazer. Nesse sentido, a leitura de imagens propõe ao leitor
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