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Foram encontradas 215 questões.

1717935 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UNIVALI
Orgão: SEMASA Itajaí

Acerca dos Princípios Fundamentais, assinale a alternativa correta.

 

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1717934 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UNIVALI
Orgão: SEMASA Itajaí

Acerca dos Direitos e Garantias Fundamentais, assinale a alternativa correta.

 

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2122177 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UNIVALI
Orgão: SEMASA Itajaí

Observe a tirinha de Quino a seguir:

Enunciado 2122177-1

Disponível em: https://catracalivre.com.br/entretenimento/10-tirinhas-da-mafalda-que-se-levadas-a-serio-mudariam-o-mundo/. Acessado em 17/11/21

Pode-se afirmar que o texto propõe reflexão sobre:

Questão Anulada

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2067757 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UNIVALI
Orgão: SEMASA Itajaí
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É direito do consumidor, assegurado pelo parágrafo único do artigo 86 do Decreto nº 11.304, de 28 de maio 2018, o Regulamento do Serviço Municipal de Água, Saneamento Básico e Infraestrutura - SEMASA quanto aos Serviços de Abastecimento de Água, quanto ao pagamento em duplicidade da mesma fatura:

Questão Anulada

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1717912 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UNIVALI
Orgão: SEMASA Itajaí

Leia os dois textos a seguir:

TEXTO I

Enunciado 3500098-1

Disponível em: http://www.ufrgs.br/revistabemlegal/edicao-2018-1/significando-consumo-e-consumismo-nas-aulas-de-portugues-leitura-e-reflexaolinguistica-a-partir-de-tirinhas. Acessado em 15/11/21

TEXTO II:

Febre de liquidação

Passo em frente da vitrine. Observo um paletó quadriculado, uma calça preta e duas camisas polo, devidamente acompanhados de um cartaz discreto anunciando a “remarcação”. Fujo apressadamente pelos labirintos do shopping.

Tarde demais, fui fisgado. Mal atinjo as escadas rolantes, inicio o caminho de volta. O coração badala como um sino. A respiração ofegante. São os primeiros sintomas da febre por liquidação, que me ataca cada vez que vejo uma vitrine com promessas sedutoras.

Atravesso as portas da loja, farejo em torno, com o mesmo entusiasmo de um leão vendo criancinhas em um safári. No primeiro momento, tenho a impressão de que entrei numa estação de metrô. A febre já atingiu a multidão. Os vendedores, cercados, parecem astros da Globo envoltos pelos fãs. Dou duas cotoveladas em um dos rapazes com ar de executivos e peço o tal paletó. O funcionário explica que só tem determinado número. Minto:

— Acho que é o meu.

Ele me observa, incrédulo. É dois algarismos menor, mas quem sabe? Acho que emagreci 100 gramas na última semana. Experimento. Não fecha. Respiro fundo e abotoo. Assim devem ter se sentido as mulheres com espartilho. Gemo, quase sem voz:

— Está um pouquinho apertado.

— É o maior que temos — diz, cruel.

Decido. Vou levar, apesar da barriga encolhida. O vendedor arregala os olhos. Explico:

— Estou fazendo regime. No ano que vem vai caber direitinho.

De qualquer maneira, só poderia usá-lo no próximo inverno. É de lã pesada, e está fazendo o maior calor. Só de experimentar fiquei suando. Aproveito e levo duas calças, também de lã. O vendedor me oferece o pretexto:

- Esta lã é fininha, esquenta no inverno e refresca no verão.

Sei que nem traje de astronauta é assim, mas deixo alegremente que ele me engane. Pego numa blusa de lã preta que está sobre o balcão. Uma senhora vira-se raivosa e a puxa pelas mangas:

- É minha, já reservei.

Até minhas mãos estão gotejando, mas insisto:

- Tem certeza?

Ela apanha a blusa e guarda-a embaixo do braço. Deixo a loja exultante, com um belíssimo guarda-roupa de inverno nas sacolas, e vou tomar um sorvete.

Tenho amigas que só se vestem em liquidação. Especializam-se em comprar roupa de inverno no verão e vice-versa. O duro é que algumas gostam da vanguarda, e, como se sabe, a ponta da moda de hoje é a cafonice de amanhã. Uma conhecida minha, por exemplo, bota roupa verde-alface quando a moda ordena cor-de-rosa. No ano seguinte, ressurge pink quando todo mundo está de preto. Outras, mais espertas, só compram mesmo roupa negra. O.K., os papas da costura vivem aconselhando o preto como cor eterna das elegantes etc, etc. Mas bem que ajuda quem só compra em liquidação.

Mais grave é quando a febre nos atinge numa oferta de sapatos. Certo vez, vi um adolescente se sacrificar pelo preço, ajudado pela mãe. Sem número nas prateleiras, o vendedor gorjeou:

- Experimente um menor, a fôrma é grande.

A mãe concordou. O rapaz saiu da loja com os sapatos nos pés, pulando como um saci. O pior é que sinto remorso cada vez que a febre me ataca. Acabo gastando mais do que se tivesse levado apenas uma peça que pudesse usar imediatamente. Concordo que fui precipitado em comprar uma roupa para quando estiver magro, só para aproveitar o preço. Meu regime dura oito anos, sem resultados visíveis.

Desabafo com uma amiga naturalista, que vive apregoando um modo de vida mais simples, sem muitas posses. Ela me aconselha:

- Não compre mais nada. Resista. Aprendi muito quando passei a viver apenas com o necessário.

Revela, com ar culpado:

— Sabe, na minha fase consumista, juntei roupa para 150 anos.

Sorrio, solidário. Ela pergunta, por mera curiosidade, os preços da loja. Também pede o endereço. Mais tarde a descubro no shopping, mergulhada na arara das blusas de lã. Febre de liquidação é pior que gripe, dá até recaída. Com um detalhe: a gente gasta, gasta, e ainda acha que levou vantagem.

CARRASCO, W. O golpe do aniversariante e outras crônicas. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 2005. v.20, p. 60-63

Observando os dois textos, pode-se afirmar que:

I Ambos os textos refletem sobre como as pessoas são influenciadas pelo que leem e ouvem.

II O texto II traz como tema o consumo exagerado, apresentando situações incomuns em que as pessoas compram aquilo de que não precisam no momento.

III No texto II, as falas dos vendedores são persuasivas.

IV No texto I, o fato de a mídia não saber quem somos facilita o consumo exagerado.

V As situações descritas no texto II afirmam que comprar em liquidação é vantagem.

Estão corretas as alternativas:

Questão Anulada

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