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47008 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Na longa sequência de reflexões sobre o sentido e

o conceito axiomático de nação, colhido da história, da

tradição e das suas raízes morais, culturais e espirituais, é

4 possível estabelecer a identidade e a vocação dos povos para

perpetuar elementos de cultura, de vida, de solidariedade, de

consenso e valor. Com o desenvolvimento da doutrina, o

7 conceito complexo de nação, antes de chegar à inteligência,

à razão e ao cérebro, já cursou com a intuição, o sentimento

e o coração. E aí fez, por muito tempo, sua morada, e não ali,

10 porque é no músculo nobre da vida, nas suas palpitações,

que a nação nasce com o patriotismo e fenece com as

circunstâncias e vicissitudes do tempo, pelo açoite das

13 discórdias e das dissidências, pela fereza dos ódios civis

inconciliáveis, pelo separatismo e secessão que acendem as

labaredas da guerra civil, pela traição das elites extremistas

16 e radicais que não raro atraem aos rincões do solo pátrio a

intervenção das armas estrangeiras.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Julgue os itens a seguir, a respeito da organização do texto acima.

O desenvolvimento do texto argumenta contra a doutrina que defende "o conceito axiomático de nação" (l.2) fundamentado apenas em critérios racionais.

 

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47007 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Na linha 13, a preposição no termo "em um dado" é exigida pelo uso reflexivo de "se constitui", por isso sua retirada — escrevendo-se um dado — provocaria erro gramatical.

 

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47006 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
Provas:

1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A argumentação do texto defende que "a nação se constitui mais em um dado do que em um problema" (l.13-14) porque "nação" é o conceito empírico que constitui a "matéria-prima do historiador" (.7).

 

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47004 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Preservam-se a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto ao se substituir "Apesar de" (l.10) por Embora.

 

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47003 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

O pronome em "despertá-lo" (l.9) refere-se a "passado" (l.7), na relação de coesão textual.

 

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47002 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A flexão de singular em "impede" (l.8) deve-se à concordância com "o passado" (l.7), termo que retoma, por coesão textual, "matéria-prima" (l.7).

 

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47001 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

As vírgulas logo depois de "físico" (l.6) e de "experiência" (l.7) são obrigatórias e estão empregadas pela mesma razão por que são empregadas as vírgulas imediatamente antes e depois de "o passado" (l.7): para demarcar a inserção de explicação.

 

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47000 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Na linha 2, o conectivo "Portanto" estabelece como motivo, ou razão, para a orientação da pesquisa do autor o fato de a nação ser uma construção simbólica.

 

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47005 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
Provas:

1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A presença da preposição em "a estar" (l.11) deve-se ao uso do verbo auxiliar voltar na expressão verbal que constitui o predicado da oração.

Questão Anulada

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1856261 Ano: 2009
Disciplina: Enfermagem
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
Provas:
De acordo com orientações do Ministério da Saúde, a estrutura física da central de material esterilizado deve ter projetada de forma a permitir o fluxo de materiais da área de recepção à de distribuição e a evitar o cruzamento de material limpo com o contaminado. Tais cuidados proporcionam condições adequadas de trabalho à equipe de saúde, diminuindo o risco de preparo inadequado do material. A esse respeito, julgue os itens a seguir.
No processo de esterilização em estufa, utilizam-se lâminas de alumínio, recipiente de vidro refratário e caixa metálica fechada.
Questão Desatualizada

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