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Foram encontradas 118 questões.

47006 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A argumentação do texto defende que "a nação se constitui mais em um dado do que em um problema" (l.13-14) porque "nação" é o conceito empírico que constitui a "matéria-prima do historiador" (.7).

 

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47004 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Preservam-se a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto ao se substituir "Apesar de" (l.10) por Embora.

 

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47003 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

O pronome em "despertá-lo" (l.9) refere-se a "passado" (l.7), na relação de coesão textual.

 

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47002 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A flexão de singular em "impede" (l.8) deve-se à concordância com "o passado" (l.7), termo que retoma, por coesão textual, "matéria-prima" (l.7).

 

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47001 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

As vírgulas logo depois de "físico" (l.6) e de "experiência" (l.7) são obrigatórias e estão empregadas pela mesma razão por que são empregadas as vírgulas imediatamente antes e depois de "o passado" (l.7): para demarcar a inserção de explicação.

 

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47000 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

Na linha 2, o conectivo "Portanto" estabelece como motivo, ou razão, para a orientação da pesquisa do autor o fato de a nação ser uma construção simbólica.

 

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46104 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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Nos últimos anos, o termo distúrbio de aprendizagem tem despertado grandes discussões relacionadas a definição, fatores causais e procedimentos terapêuticos. Esses debates levantam questões importantes, tais como a identificação do profissional habilitado para intervir, tanto preventiva como terapeuticamente. Considerando as diversas causas que podem interferir no processo ensino-aprendizagem, julgue os itens de 105 a 111.
O espelhamento de letras pode ocorrer na dislexia e na lateralidade cruzada.
 

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47005 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE
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1 Parto do ponto de vista de que a nação é uma

construção histórica carregada de significações. Portanto, ao

buscar sentido histórico no fenômeno nacional, o que desejo

4 compreender não é o mero reflexo de uma suposta realidade

empírica dada, mas o próprio processo de elaboração

simbólica. Diferentemente do físico, que pode repetir a

7 experiência, a matéria-prima do historiador, o passado, foi

embora para sempre, o que impede sua reconstrução em um

sentido físico e objetivo, como se fosse possível despertá-lo

10 em uma nova vida. Apesar de a questão nacional ter voltado,

pelo menos desde os anos 80, a estar presente no centro dos

debates nas ciências sociais, para a maioria dos historiadores

13 do nosso século, a nação se constitui mais em um dado do

que em um problema, quase como uma base natural da

história a ser estudada.

Afonso Carlos Marques dos Santos. Linguagem, memória e história: o

enunciado nacional. In: Lúcia M. A. Ferreira e Evelyn G. D. Orrico (Org.).

Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas

articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 14-5 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os seguintes itens.

A presença da preposição em "a estar" (l.11) deve-se ao uso do verbo auxiliar voltar na expressão verbal que constitui o predicado da oração.

Questão Anulada

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