Foram encontradas 370 questões.
_____As borboletas representam cerca de 16% dos insetos. A borboleta-do-manacá (Methona themisto) pertence à família dos ninfalídeos, encontrada na mata Atlântica brasileira. Esses insetos têm asas com detalhes de coloração amarela, branca e negra e costumam adaptar-se ao ambiente urbano em que há manacás, planta que serve de alimento para suas lagartas.
Assinale a opção que apresenta a ordem decrescente do nível taxonômico da borboleta-do-manacá
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Nas plantas, os pigmentos fotossintetizantes podem ser localizados nos(nas)
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Um casal consanguíneo teve um filho afetado por fibrose cística, doença genética de herança autossômica recessiva. A mulher está grávida de 12 semanas e quer saber o risco de o bebê ser afetado pela mesma doença. Assinale a opção que apresenta o percentual que indica esse risco.
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Por tempos, nós, indígenas, carregamos rótulos de atrasados, preguiçosos, fedorentos, desafinados, canibais, entre outros difíceis de relembrar e escrever. No senso comum, quando se pensa em culturas indígenas, logo vem a ideia de que somos aculturados porque não somos mais como nossos ancestrais no período da invasão e conquista.
Márcia. W. Kambeba. Saberes da Floresta. São Paulo: Janaíra, 2020 (com adaptações).
Na atualidade, os indígenas e as culturas indígenas
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Raízes Fortes é um grupo que trata da educação antirracista na primeira infância. Os integrantes são mães e pais, cuidadoras, cuidadores, educadoras e educadores sensíveis ao tema. O grupo compartilha conhecimentos e experiências para a construção de uma educação infantil que respeite a diversidade, os corpos e os afetos.
Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).
A partir das informações do texto precedente, é correto afirmar que as atividades do grupo Raízes Fortes são voltadas para
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A desvalorização do brincar e das expressões corporais ocorre no início do ensino fundamental para adaptar os movimentos a quatro paredes, tornando as crianças atentas e estáticas.
Internet: <https://novaescola.org.br> (com adaptações).
Para reverter a situação retratada no fragmento de texto anterior, é recomendável a
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Texto 3A4-II
Agora torna a minha pergunta: E que faria neste caso, ou que devia fazer o semeador evangélico, vendo tão mal logrados seus primeiros trabalhos? Deixaria a lavoura? Desistiria da sementeira? Ficar-se-ia ocioso no campo, só porque tinha lá ido? Parece que não. [...]
Dá-me grande exemplo o semeador, porque, depois de perder a primeira, a segunda e a terceira parte do trigo, aproveitou a quarta e última, e colheu dela muito fruto. Já que se perderam as três partes da vida, já que uma parte da idade a levaram os espinhos, já que outra parte a levaram as pedras, já que outra parte a levaram os caminhos, e tantos caminhos, esta quarta e última parte, este último quartel da vida, por que se perderá também? Por que não dará fruto? Por que não terão também os anos o que tem o ano? O ano tem tempo para as flores e tempo para os frutos. Por que não terá também o seu Outono a vida? As flores, umas caem, outras secam, outras murcham, outras leva o vento; aquelas poucas que se pegam ao tronco e se convertem em fruto, só essas são as venturosas, só essas são as que aproveitam, só essas são as que sustentam o Mundo.
Padre Antonio Vieira. Sermão da sexagésima. In: Sermões escolhidos. v.2, São Paulo: Edameris, 1965. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).
Considerando-se que o sermão do padre Vieira é um texto argumentativo e, como tal, está voltado para o interlocutor da mensagem, o emprego das repetidas perguntas no texto 3A4-II tem a função de
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESI-SP
Texto 3A4-I
Rios sem discurso
Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais: porque assim estancada, muda,
e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
para refazer o fio antigo que o fez.
Salvo a grandiloquência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.
In: Obra completa: volume único. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 350-1.
O texto 3A4-I ilustra a poesia da terceira fase do Modernismo brasileiro ou a chamada “geração de 45”. Considerando a leitura do poema e aspectos da obra do autor, assinale a opção correta.
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A constituição étnica do estado do Amapá é plural e diversa. Dentro dessa diversidade, encontra-se, inclusive, a presença da cultura africana. Um marco claro de resistência da cultura africana nesse território é o marabaixo, ritual festivo inserido na Festa do Divino Espírito Santo e da Santíssima Trindade, um culto católico. Essa sincronização com os festejos católicos foi a alternativa encontrada pelos escravizados vindos da África para expressar sua religiosidade sem que fossem perseguidos. O marabaixo está integrado ao que se chama, a partir da modernidade, de cultura popular e floresce como um conjunto de dança, música, breves encenações e figurinos. No que concerne às características do marabaixo e à cultura popular, à dança e à música no Brasil, assinale a opção correta.
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Heloísa: — Dizem tanta coisa de você Abelardo...
Abelardo: — Já sei... Os degraus do crime... que desci corajosamente. Sob o silêncio comprado dos jornais e a cegueira da justiça da minha classe! Os espectros do passado... Os homens que traí e assassinei. As mulheres que deixei. Os suicidados... O contrabando e a pilhagem... Todo o arsenal do teatro moralista dos nossos avós. Nada disso me impressiona, nem impressiona mais o público... A chave milagrosa da fortuna, uma chave Yale... jogo com ela!
Heloísa: — O pânico...
O trecho apresentado é parte da obra dramatúrgica O Rei da Vela, escrita por Oswald de Andrade em 1933 e publicada em 1937. Considerando o texto anterior e acerca de cultura, dramaturgia e teatro brasileiros, assinale a opção correta.
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