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Foram encontradas 45 questões.

3432355 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESI-SP

Text 10A2

From a distance, Brazil may look like a linguistically homogeneous country. You can easily challenge this false impression if you travel around its huge territory. You will find Spanish in the borders, with most of its neighbors, as well as nearly 200 indigenous languages from the remaining original inhabitants. Over a quarter of a million deaf people use sign language and a small amount of speakers use learned additional languages, English being the most prevalent one.

The monolinguistic ideology that prevailed in social contexts, such as the school, the media, and trading, has been gradually transformed by globalization. New generations commonly listen to music, watch TV, and browse the internet using languages other than Portuguese. English has become more familiar and is easily seen in urban linguistic landscapes. Children and teenagers have access to video games, music videos, and other contemporary forms of entertainment in which English is the main language available. English has become a means to access information that is widely spread online.

Internet: < www.cambridge.org> (adapted).

The word “information” (last sentence of the second paragraph of text 10A2) is an uncountable noun. Choose the option that correctly presents another uncountable noun.

 

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3432354 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESI-SP

Text 10A2

From a distance, Brazil may look like a linguistically homogeneous country. You can easily challenge this false impression if you travel around its huge territory. You will find Spanish in the borders, with most of its neighbors, as well as nearly 200 indigenous languages from the remaining original inhabitants. Over a quarter of a million deaf people use sign language and a small amount of speakers use learned additional languages, English being the most prevalent one.

The monolinguistic ideology that prevailed in social contexts, such as the school, the media, and trading, has been gradually transformed by globalization. New generations commonly listen to music, watch TV, and browse the internet using languages other than Portuguese. English has become more familiar and is easily seen in urban linguistic landscapes. Children and teenagers have access to video games, music videos, and other contemporary forms of entertainment in which English is the main language available. English has become a means to access information that is widely spread online.

Internet: < www.cambridge.org> (adapted).

Some differences between American English and British English are about spelling. One example of an American spelling word in the text is “neighbors” (first paragraph of text 10A2), that in British English is spelled “neighbours”. Another pair of words that present different spellings in both English patterns is

 

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3432353 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SESI-SP

Text 10A1-II

Enunciado 3951255-1

Sometimes a work of art is so dazzlingly famous that it can blind people to its original context and meaning. That surely is the case with Vincent van Gogh’s Sunflowers.

Take the version in London’s National Gallery that the Dutch artist painted in Arles in the South of France in August 1888. Fifteen sunflowers erupt out of a simple earthenware pot against a blazing yellow background. Some of the flowers are fresh and perky, ringed with halos of flickering, flame-like petals. Others are going to seed and have begun to droop.

In part a meditation on the vagaries of time, the picture gives a dynamic, ferociously colourful twist to the long tradition of Dutch flower painting stretching back to the 17th Century. Since it entered the National Gallery’s collection in 1924, it has also proved phenomenally popular. In 2013, more postcards of this painting were sold in the gallery’s shop — the exact figure was 26,110 — than of any other picture in the entire collection.

Internet: <www.bbc.com> (adapted)

Based on the linguistic aspects of text 10A1-II, choose the option that correctly presents the verb tense of “have begun” (last sentence of the second paragraph).

 

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O movimento do passinho é uma expressão artístico-cultural que

 

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Foi assim com o ferreiro da esquina, em cujo portão de tenda uma tabuleta — “Ferra-se cavalos” — escoicinhava a santa gramática.

— Amigo — disse-lhe pachorrentamente Aldrovando —, natural a mim me parece que erres, alarve que és. Se erram paredros, nesta época de ouro da corrupção...

O ferreiro pôs de lado o malho e entreabriu a boca.

— Mas da boa sombra do teu focinho espero — continuou o apóstolo — que ouvidos me darás. Naquela tábua um dislate existe que seriamente à língua lusa ofende. Venho pedir-te, em nome do asseio gramatical, que o expunjas.

— ???

— Que reformes a tabuleta, digo.

— Reformar a tabuleta? Uma tabuleta nova, com a licença paga? Estará acaso rachada?

— Fisicamente, não. A racha é na sintaxe. Fogem ali os dizeres à sã gramaticalidade.

O honesto ferreiro não entendia nada de nada.

Monteiro Lobato. O colocador de pronomes. In: Contos completos: Monteiro Lobato. São Paulo: Biblioteca Azul, 2014, p. 379.

No fragmento desse conto de Monteiro Lobato, a cena da dificuldade de comunicação entre os personagens Aldrovando e o ferreiro

 

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As tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) ampliaram as possibilidades de expressão, dizeres, enunciação e narrativas, desencadeando alterações nos comportamentos e nas concepções dos sujeitos, visto que elas legitimam outras formas de sentir, experienciar e compartilhar o mundo. [...] As estruturas narrativas na contemporaneidade utilizadas no ensino são sustentadas por linguagens articuladas que misturam substâncias orais, verbais, musicais, simbólicas, fixas ou móveis. Daí terem efeito multiplicador e plural sobre as produções. Trata-se de uma pluralidade semiótica viabilizada pelas novas tecnologias digitais de informação e comunicação, ao mesmo tempo em que enriquece uma ideia apresentada em diferentes semioses1 , cria mais complexidade para ser tratada pelo sujeito, por incorporar modos enunciativos que incluem palavras, imagens e sons. As construções que fazemos, portanto, são produzidas nesse movimento hiper e multimodal advindo da evolução dos meios tecnológicos, dos usos e significados que fazemos deles para nossas produções.

Antonio Carlos Xavier. Desafio do hipertexto e estratégias de sobrevivência do sujeito contemporâneo. In: A era do hipertexto: linguagem e tecnologia. Recife: Pipa Comunicação, 2013. Internet: <periodicos2.uesb.br> (com adaptações).

Vocabulário

1 processo de significação e de produção de significados. [Linguística] Processo capaz de produzir e gerar signos, com uma relação recíproca entre significado e significante.

Assinale a opção correta em relação ao texto e ao estudo dos gêneros digitais.

 

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Texto 3A4-II

Agora torna a minha pergunta: E que faria neste caso, ou que devia fazer o semeador evangélico, vendo tão mal logrados seus primeiros trabalhos? Deixaria a lavoura? Desistiria da sementeira? Ficar-se-ia ocioso no campo, só porque tinha lá ido? Parece que não. [...]

Dá-me grande exemplo o semeador, porque, depois de perder a primeira, a segunda e a terceira parte do trigo, aproveitou a quarta e última, e colheu dela muito fruto. Já que se perderam as três partes da vida, já que uma parte da idade a levaram os espinhos, já que outra parte a levaram as pedras, já que outra parte a levaram os caminhos, e tantos caminhos, esta quarta e última parte, este último quartel da vida, por que se perderá também? Por que não dará fruto? Por que não terão também os anos o que tem o ano? O ano tem tempo para as flores e tempo para os frutos. Por que não terá também o seu Outono a vida? As flores, umas caem, outras secam, outras murcham, outras leva o vento; aquelas poucas que se pegam ao tronco e se convertem em fruto, só essas são as venturosas, só essas são as que aproveitam, só essas são as que sustentam o Mundo.

Padre Antonio Vieira. Sermão da sexagésima. In: Sermões escolhidos. v.2, São Paulo: Edameris, 1965. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

No Sermão da sexagésima, o padre Vieira discorre a respeito da pouca eficácia das pregações religiosas sobre os fiéis em sua época. Considerando o texto 3A4-II e os aspectos da obra do padre Vieira, assinale a opção correta.

 

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Texto 3A4-I

Rios sem discurso

Quando um rio corta, corta-se de vez

o discurso-rio de água que ele fazia;

cortado, a água se quebra em pedaços,

em poços de água, em água paralítica.

Em situação de poço, a água equivale

a uma palavra em situação dicionária:

isolada, estanque no poço dela mesma,

e porque assim estanque, estancada;

e mais: porque assim estancada, muda,

e muda porque com nenhuma comunica,

porque cortou-se a sintaxe desse rio,

o fio de água por que ele discorria.

O curso de um rio, seu discurso-rio,

chega raramente a se reatar de vez;

um rio precisa de muito fio de água

para refazer o fio antigo que o fez.

Salvo a grandiloquência de uma cheia

lhe impondo interina outra linguagem,

um rio precisa de muita água em fios

para que todos os poços se enfrasem:

se reatando, de um para outro poço,

em frases curtas, então frase e frase,

até a sentença-rio do discurso único

em que se tem voz a seca ele combate.

João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.

In: Obra completa: volume único. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 350-1.

No texto 3A4-I, o poeta João Cabral explora a plurissignificação das palavras para construir um poema metalinguístico. Considerando esse recurso, assinale a opção correta.

 

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Texto CB2A1-I

Observa-se grande resistência na implantação da determinação legal do artigo 26-A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nas escolas, que enfocam, muitas vezes, apenas datas comemorativas, folclorizantes e exotizadas, da cultura negra no Brasil, quando o fazem.

Tal fato se deve ao próprio racismo e a suas ramificações na cultura brasileira, que acabam por não deixar promover o acesso a conteúdos africanos e afro-brasileiros tanto nas escolas da educação básica quanto nos cursos de formação docente, seja para o ensino fundamental, seja para o médio.

Assim, a gestão do currículo não entende que a filosofia deva participar da implantação das disposições do artigo 26-A da LDB, utilizando-se de uma bizarra interpretação do segundo parágrafo dele, que afirma que “Os conteúdos referentes a história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras”.

Tem-se ignorado a expressão “todo o currículo escolar”, ao se entender que apenas a educação artística, a literatura e a história devem abordar esses conteúdos, interpretando a expressão “em especial” como condicionante de exclusividade, como se somente essas três disciplinas fossem responsáveis por todo esse trabalho. Isso se tem refletido, também, nos livros didáticos, pois são raros os que se têm dedicado a apresentar conteúdos vinculados às filosofias africanas.

Wanderson Flor do Nascimento. Entre apostas e heranças: contornos africanos e afro-brasileiros na

educação e no ensino de filosofia no Brasil. Rio de Janeiro: NEFI, 2020, p. 105-106 (com adaptações).

Seriam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto CB2A1-I caso fosse inserida uma vírgula logo depois de

 

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Texto CB2A1-I

Observa-se grande resistência na implantação da determinação legal do artigo 26-A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nas escolas, que enfocam, muitas vezes, apenas datas comemorativas, folclorizantes e exotizadas, da cultura negra no Brasil, quando o fazem.

Tal fato se deve ao próprio racismo e a suas ramificações na cultura brasileira, que acabam por não deixar promover o acesso a conteúdos africanos e afro-brasileiros tanto nas escolas da educação básica quanto nos cursos de formação docente, seja para o ensino fundamental, seja para o médio.

Assim, a gestão do currículo não entende que a filosofia deva participar da implantação das disposições do artigo 26-A da LDB, utilizando-se de uma bizarra interpretação do segundo parágrafo dele, que afirma que “Os conteúdos referentes a história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras”.

Tem-se ignorado a expressão “todo o currículo escolar”, ao se entender que apenas a educação artística, a literatura e a história devem abordar esses conteúdos, interpretando a expressão “em especial” como condicionante de exclusividade, como se somente essas três disciplinas fossem responsáveis por todo esse trabalho. Isso se tem refletido, também, nos livros didáticos, pois são raros os que se têm dedicado a apresentar conteúdos vinculados às filosofias africanas.

Wanderson Flor do Nascimento. Entre apostas e heranças: contornos africanos e afro-brasileiros na

educação e no ensino de filosofia no Brasil. Rio de Janeiro: NEFI, 2020, p. 105-106 (com adaptações).

No terceiro parágrafo do texto CB2A1-I, a palavra “bizarra” está empregada com o sentido de

 

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