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| contas | Saldo em 31/10/2004 |
| fornecedores | 18.570,00 |
| banco conta movimento | 50.000,00 |
| contas a receber | 35.874,00 |
| energia elétrica a pagar | 993,00 |
| estoque de mercadorias | 25.780,00 |
| material de consumo | 5.870,00 |
| títulos descontados | 12.590,00 |
| lucros ou prejuízos acumulados | 91.121,00 |
| capital social | 27.800,00 |
| provisão para desvalorização de estoques | 2.580,00 |
| depreciação acumulada | 98.785,00 |
| ágio na emissão de debêntures | 10.000,00 |
| receita de vendas | 187.000,00 |
| veículos | 65.879,00 |
| móveis e utensílios | 34.587,00 |
| máquinas e equipamentos | 17.987,00 |
| terrenos | 36.698,00 |
| prédios | 78.598,00 |
| ações de outras companhias | 13.587,00 |
| compras de mercadorias | 58.974,00 |
| despesas de energia elétrica | 993,00 |
| deságio na emissão de debêntures | 12.587,00 |
| empréstimos a pagar | 12.570,00 |
| despesas de aluguel | 2.870,00 |
| salários a pagar | 13.287,00 |
| despesas de manutenção | 4.879,00 |
| fretes sobre compras | 368,00 |
| deduções sobre vendas | 18.790,00 |
| aluguel a pagar | 1.587,00 |
| debêntures a pagar | 87.564,00 |
| despesas de material de consumo | 2.580,00 |
| deduções sobre compras | 1.274,00 |
| despesas de depreciação | 2.000,00 |
| despesa de juros | 158,00 |
| fretes sobre vendas | 1.547,00 |
| seguros sobre compras | 987,00 |
| despesas de salários | 48.700,00 |
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| contas | Saldo em 31/10/2004 |
| fornecedores | 18.570,00 |
| banco conta movimento | 50.000,00 |
| contas a receber | 35.874,00 |
| energia elétrica a pagar | 993,00 |
| estoque de mercadorias | 25.780,00 |
| material de consumo | 5.870,00 |
| títulos descontados | 12.590,00 |
| lucros ou prejuízos acumulados | 91.121,00 |
| capital social | 27.800,00 |
| provisão para desvalorização de estoques | 2.580,00 |
| depreciação acumulada | 98.785,00 |
| ágio na emissão de debêntures | 10.000,00 |
| receita de vendas | 187.000,00 |
| veículos | 65.879,00 |
| móveis e utensílios | 34.587,00 |
| máquinas e equipamentos | 17.987,00 |
| terrenos | 36.698,00 |
| prédios | 78.598,00 |
| ações de outras companhias | 13.587,00 |
| compras de mercadorias | 58.974,00 |
| despesas de energia elétrica | 993,00 |
| deságio na emissão de debêntures | 12.587,00 |
| empréstimos a pagar | 12.570,00 |
| despesas de aluguel | 2.870,00 |
| salários a pagar | 13.287,00 |
| despesas de manutenção | 4.879,00 |
| fretes sobre compras | 368,00 |
| deduções sobre vendas | 18.790,00 |
| aluguel a pagar | 1.587,00 |
| debêntures a pagar | 87.564,00 |
| despesas de material de consumo | 2.580,00 |
| deduções sobre compras | 1.274,00 |
| despesas de depreciação | 2.000,00 |
| despesa de juros | 158,00 |
| fretes sobre vendas | 1.547,00 |
| seguros sobre compras | 987,00 |
| despesas de salários | 48.700,00 |
Considerando que o saldo inicial da conta estoque de mercadorias da empresa XYZ — à qual se referem as contas, em reais, acima listadas — era de R$ 16.870,00, julgue o item a seguir sob a ótica da apresentação e composição das demonstrações contábeis.
O valor do lucro antes da apuração da demonstração do resultado do exercício é de R$ 17.933,00.
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| previsão de receita | receita realizada |
| receita corrente 10.000 | receita corrente 12.000 |
| receita de capital 1.800 | receita de capital 700 |
| despesa fixada | despesa realizada |
| despesa corrente 8.400 | despesa corrente 7.500 |
| despesa de capital 3.400 | despesa de capital 2.400 |
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| previsão de receita | receita realizada |
| receita corrente 10.000 | receita corrente 12.000 |
| receita de capital 1.800 | receita de capital 700 |
| despesa fixada | despesa realizada |
| despesa corrente 8.400 | despesa corrente 7.500 |
| despesa de capital 3.400 | despesa de capital 2.400 |
Considerando que uma entidade da administração pública apresentou, no encerramento do exercício, os dados referentes a despesa e receita (em milhares de reais) mostrados acima, julgue o item que se segue.
No referente ao cunho econômico, a entidade apresentou descapitalização no exercício.
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| previsão de receita | receita realizada |
| receita corrente 10.000 | receita corrente 12.000 |
| receita de capital 1.800 | receita de capital 700 |
| despesa fixada | despesa realizada |
| despesa corrente 8.400 | despesa corrente 7.500 |
| despesa de capital 3.400 | despesa de capital 2.400 |
Considerando que uma entidade da administração pública apresentou, no encerramento do exercício, os dados referentes a despesa e receita (em milhares de reais) mostrados acima, julgue o item que se segue.
A entidade obteve superavit orçamentário corrente de R$ 2.000.000,00.
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Acerca de estabilidade, julgue o item que se segue.
É vedada a extinção de cargo ocupado por servidor estável.
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Texto I.
A situação confusa e complexa dos habitantes do Brasil durante os dois primeiros séculos do período colonial propiciava aos que empunhavam a pena abordar, com firmeza e presunção, as questões relativas à identidade colonial da região, à hierarquia fidalga dos poderosos e à liderança político-econômica subalterna à metrópole. Identidade nacional, hierarquia social e liderança político-econômica iam sendo reconfiguradas e impostas pelos portugueses abrasileirados à medida que um projeto de nação, já no terceiro século colonial, começava a iluminar as cabeças mais revolucionárias, convencendo as elites (não tenhamos ilusões) e, indiretamente, a população das cidades de maior projeção econômica a dar o chute inicial no processo de expulsão do colonizador metropolitano, o português, ou qualquer outro povo invasor.
Nos casos levantados, a palavra escrita e os livros (tanto o descritivo, quanto o ensaístico e o ficcional) servirão como mecanismo de abordagem dos problemas, definição de categorias de análise e estabelecimento de valores sociais, políticos, econômicos e estéticos da nova terra e da sua gente.
Silviano Santiago. Introdução geral a intérpretes do Brasil. v. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, p. XVI (com adaptações).
Texto II.
O livro nos permite sempre escapar de nosso contexto espaço-temporal imediato. Em nossos dias, a leitura pressupõe uma transcendência sui generis, ou seja, a que se dirige ao conjunto do gênero humano, em sua infinita variedade. O homem, que hoje é possuidor de várias identidades, aprende a ser judeu com Proust, católico com Greene, irlandês com Joyce, colombiano com García Márquez e, em cada um desses livros, pode fazer a aprendizagem da alteridade, identificando-se, sucessiva ou simultaneamente, com cada personagem.
Sérgio Paulo Rouanet. Do fim da cultura ao fim do livro. In: Eduardo Portella (org.). Reflexões sobre os caminhos do livro. São Paulo: UNESCO-Moderna, 2003, p.76-7 (com adaptações).
Texto III.
A cultura pode sobreviver, transformando-se em cultura universal. E o livro tem futuro, se renunciar a seu papel de instância formadora de identidades coletivas, homogênias, afim de transformar-se em um instrumento para a constituição de identidades múltiplas, segundo a lógica do processo de universalização.
Idem, ibidem (com adaptações).
Com base nos textos I, II e III, julgue o item a seguir.
No texto II, ao afirmar que o homem de hoje tem várias identidades e, no texto III, que o livro deve renunciar ao seu papel de instância formadora de identidades coletivas, o autor propugna que a tarefa exercida pela palavra escrita e pelo livro no período de consolidação da identidade nacional está entrando em declínio na era da cultura universal, que é vivida neste momento.
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A cultura pode sobreviver, transformando-se em cultura universal. E o livro tem futuro, se renunciar a seu papel de instância formadora de identidades coletivas, homogênias, afim de transformar-se em um instrumento para a constituição de identidades múltiplas, segundo a lógica do processo de universalização.
Idem, ibidem (com adaptações).
Em relação ao texto, julgue o item abaixo.
No trecho, há três erros de grafia de palavras e um erro de pontuação.
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O livro nos permite sempre escapar de nosso contexto espaço-temporal imediato. Em nossos dias, a leitura pressupõe uma transcendência sui generis, ou seja, a que se dirige ao conjunto do gênero humano, em sua infinita variedade. O homem, que hoje é possuidor de várias identidades, aprende a ser judeu com Proust, católico com Greene, irlandês com Joyce, colombiano com García Márquez e, em cada um desses livros, pode fazer a aprendizagem da alteridade, identificando-se, sucessiva ou simultaneamente, com cada personagem.
Sérgio Paulo Rouanet. Do fim da cultura ao fim do livro. In: Eduardo Portella (org.). Reflexões sobre os caminhos do livro. São Paulo: UNESCO-Moderna, 2003, p.76-7 (com adaptações).
Julgue o item subseqüentes, relativo ao texto.
A expressão “a aprendizagem da alteridade” diz respeito à idéia de compreensão da condição e da natureza do outro, do que é diferente.
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O livro nos permite sempre escapar de nosso contexto espaço-temporal imediato. Em nossos dias, a leitura pressupõe uma transcendência sui generis, ou seja, a que se dirige ao conjunto do gênero humano, em sua infinita variedade. O homem, que hoje é possuidor de várias identidades, aprende a ser judeu com Proust, católico com Greene, irlandês com Joyce, colombiano com García Márquez e, em cada um desses livros, pode fazer a aprendizagem da alteridade, identificando-se, sucessiva ou simultaneamente, com cada personagem.
Sérgio Paulo Rouanet. Do fim da cultura ao fim do livro. In: Eduardo Portella (org.). Reflexões sobre os caminhos do livro. São Paulo: UNESCO-Moderna, 2003, p.76-7 (com adaptações).
Julgue o item subseqüentes, relativo ao texto.
Em “aprende a ser judeu”, a presença de preposição é exigida pela regência da forma verbal do infinitivo “ser”.
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