Foram encontradas 90 questões.
3009363
Ano: 2012
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
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Os magistrados que cometerem faltas estão sujeitos às sanções disciplinares de advertência, censura e demissão. Das penas impostas
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Jonas, 29 anos de idade, pretende prestar concurso para o ingresso na magistratura de carreira. Considerando que Jonas: exerceu três anos de estágio no escritório/modelo da faculdade onde estudou; após a conclusão do curso de Direito, militou seis meses efetivamente como advogado; exerceu seis meses o cargo de analista judiciário do Tribunal de Justiça; e está há um ano exercendo o cargo público de Delegado de Polícia. Jonas
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3009357
Ano: 2012
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
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Petição sujeita à distribuição ou anotação no distribuidor, cujo pedido de distribuição por dependência tenha sido deferido, será considerada petição de juntada
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3009356
Ano: 2012
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
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O processo X não está sendo localizado pela W Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital do Rio de Janeiro. Considerando que o processo: não tem apenso; está sem movimentação processual no sistema informatizado há quatro anos; não possui remessa em aberto; não possui designação de audiência; e não está arquivado no sistema informatizado. Neste caso, esgotadas as buscas, no andamento processual do processo X deverá ser lançado
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- Lei 9.099/1995: Juizados Especiais Cíveis e CriminaisDa Execução, das Despesas Processuais e Disposições Finais (arts. 84 a 92)
A suspensão, nos termos da Lei nº 9.099/95,
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Atenção: a questão a seguir, refere-se a tirinha abaixo.

De acordo com o contexto, a expressão culpa em potencial, utilizada pelo pai de Calvin, tem o sentido de uma culpa que
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Atenção: a questão a seguir, refere-se ao texto abaixo.
Jamais nos atemos ao tempo presente. Antecipamos o futuro, algo demasiado lento por vir, como para acelerar seu curso; ou nos lembramos do passado, a fim de detê-lo, tão rápido nos parece. De tão imprudentes, vagamos nos tempos que não são nossos e deixamos de pensar no único que nos pertence. E de tão vãos, pensamos nos tempos que nada são e escapamos, sem refletir, do único que subsiste. É que o presente, de costume, nos fere. Ocultamo-lo da visão porque nos aflige; e se nos é agradável, lamentamos vê-lo escapar. Esforçamo-nos para sustentá-lo através do futuro, e projetamos coisas que não estão em nosso poder num tempo que não sabemos se irá chegar. Se cada um examinar seus pensamentos, irá encontrá-los todos ocupados no passado ou no futuro. O presente jamais é nosso fim. Assim, nunca vivemos, mas sim esperamos viver. E nos dispondo sempre a ser felizes, acabamos por nunca sê-lo.
(Pascal. In: Pierre Levy. O fogo liberador. São Paulo: Iluminuras, 2001. p.65)
Você é ...... favor da alegria?
Nenhum bem é superior ...... alegria de viver aqui e agora.
Não há bem preferível ...... felicidade da pessoa que está diante de nós, aqui e agora.
Reflexões de Pierre Levy. O fogo liberador. São Paulo: Iluminuras, 2001)
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
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Atenção: a questão a seguir, refere-se ao texto abaixo.
Jamais nos atemos ao tempo presente. Antecipamos o futuro, algo demasiado lento por vir, como para acelerar seu curso; ou nos lembramos do passado, a fim de detê-lo, tão rápido nos parece. De tão imprudentes, vagamos nos tempos que não são nossos e deixamos de pensar no único que nos pertence. E de tão vãos, pensamos nos tempos que nada são e escapamos, sem refletir, do único que subsiste. É que o presente, de costume, nos fere. Ocultamo-lo da visão porque nos aflige; e se nos é agradável, lamentamos vê-lo escapar. Esforçamo-nos para sustentá-lo através do futuro, e projetamos coisas que não estão em nosso poder num tempo que não sabemos se irá chegar. Se cada um examinar seus pensamentos, irá encontrá-los todos ocupados no passado ou no futuro. O presente jamais é nosso fim. Assim, nunca vivemos, mas sim esperamos viver. E nos dispondo sempre a ser felizes, acabamos por nunca sê-lo.
(Pascal. In: Pierre Levy. O fogo liberador. São Paulo: Iluminuras, 2001. p.65)
Atente para as afirmações a respeito da frase transcrita abaixo.
Ocultamo-lo da visão porque nos aflige; e se nos é agradável, lamentamos vê-lo escapar.
I. Os elementos grifados referem-se a um mesmo antecedente, ou seja, o presente.
II. Os verbos ocultar, afligir e lamentar estão flexionados nos mesmos tempo e modo.
III. Mantendo-se a correção e a lógica, o segmento porque nos aflige pode ser substituído por porquanto que aflige a nós.
Está correto o que se afirma em
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Atenção: a questão a seguir, refere-se ao texto abaixo.
Jamais nos atemos ao tempo presente. Antecipamos o futuro, algo demasiado lento por vir, como para acelerar seu curso; ou nos lembramos do passado, a fim de detê-lo, tão rápido nos parece. De tão imprudentes, vagamos nos tempos que não são nossos e deixamos de pensar no único que nos pertence. E de tão vãos, pensamos nos tempos que nada são e escapamos, sem refletir, do único que subsiste. É que o presente, de costume, nos fere. Ocultamo-lo da visão porque nos aflige; e se nos é agradável, lamentamos vê-lo escapar. Esforçamo-nos para sustentá-lo através do futuro, e projetamos coisas que não estão em nosso poder num tempo que não sabemos se irá chegar. Se cada um examinar seus pensamentos, irá encontrá-los todos ocupados no passado ou no futuro. O presente jamais é nosso fim. Assim, nunca vivemos, mas sim esperamos viver. E nos dispondo sempre a ser felizes, acabamos por nunca sê-lo.
(Pascal. In: Pierre Levy. O fogo liberador. São Paulo: Iluminuras, 2001. p.65)
Conclui-se corretamente do texto que
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Atenção: a questão a seguir, refere-se ao texto abaixo.
Godofredo Rangel − Um escritor delicado
Godofredo Rangel parecia pedir desculpas por ser escritor, num tempo em que tantos simulam essa condição. Ninguém menos do que ele ostentava o dom natural. O isolamento em pequenas comarcas do interior, como juiz, dava-lhe igualmente motivos para desistir e força para continuar, pois a vocação literária se nutre de contrários. Tantos anos levou nessa luta contra o meio, não digo hostil, pior do que isso: indiferente, e contra a própria timidez, que, ao atingir uma cidade onde os contatos culturais já não eram abstratos, e sim um aspecto habitual da vida, o criador deixara nele de funcionar. Rangel mergulhara no Túnel da Tradução, de onde os escritores saem fatigados e sem rosto.
Não direi mal dos tradutores, e Godofredo Rangel era dos bons. Lastimo apenas que cada vez mais seja impossível nos entregarmos àqueles trabalhos de penetração do texto literário e de transposição de sua essência misteriosa, de um para outro invólucro, tão só pelo prazer do exercício arriscado. Quem ler A barca de Gleyre* perceberá facilmente como e por que um autor é arrastado ao ofício de tradutor, como se profissionaliza e, mesmo dando à sua tarefa o desempenho mais escrupuloso, não consegue alçá-la à categoria de obra de arte. De resto, distingue o trabalho de tradutor um fundo de humildade que haveria de comprazer ao romancista Rangel, humilde de natureza.
Meu cortês, meu douto, meu caro e bom Godofredo Rangel: agora que morreste, posso bem dizer que não te conheci menos porque pouco te frequentei. E se me lastimo porque a vida não me permitiu privar de tua companhia, deixa estar que nós mineiros, e entre os mineiros os de certo tipo de sensibilidade, em rigor não carecemos de presença física para a funda convivência.
(Adaptado de Carlos Drummond de Andrade. Passeios na ilha)
* A barca de Gleyre − Edição em livro da correspondência
entre Godofredo Rangel e Monteiro Lobato.
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
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