Foram encontradas 124 questões.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.
No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.
Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.
Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.
A atuação adequada do fisioterapeuta em pacientes diagnosticados com impacto femoroacetabular consiste em
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.
No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.
Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.
Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.
O processo de envelhecimento natural desencadeia condições fisiológicas nos idosos, o que
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.
No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.
Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.
Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.
O impacto femoroacetabular intensificou a fisiopatologia do processo degenerativo da articulação coxofemoral; portanto
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.
No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.
Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.
Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.
Durante avaliação física o fisioterapeuta realizou testes ortopédicos com intuito de relacionar os sintomas com os dados dos exames de imagem. Foi utilizado o teste de
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.
No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.
Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.
Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.
Você, docente do curso de fisioterapia na disciplina de Estágio em Fisioterapia Cardiorrespiratória, está fazendo uma ronda com seus alunos pelo hospital e 3 pacientes são escolhidos para uma avaliação de propedêutica pulmonar, sendo eles:
Caso 1) F.G.R, 42 anos, masculino, apresenta expansibilidade torácica diminuída no hemitórax auscultado, com presença de timpanismo à percussão.
Caso 2) J.I.P, 32 anos, feminino, apresenta, à ausculta pulmonar, respiração brônquica com presença de macicez à percussão no lobo central direito.
Caso 3) L.B.F, 67 anos, masculino, apresenta, ao exame físico, expansão torácica assimétrica e macicez à percussão, com ausência de frêmito tóraco vocal durante ausculta pulmonar.
Os casos 1, 2 e 3 correspondem respectivamente a:
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.
No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.
Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.
Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.
A escala de Apgar foi criada pela médica Vírginia Apgar em meados do século passado e tem sido usada até os dias atuais como forma rápida de analisar clinicamente o recém-nascido. Essa escala
Provas
A pandemia da COVID-19, doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, tem se revelado um dos maiores desafios para a ciência pós-moderna. A descoberta da forma como o vírus alcança as células humanas representou uma das maiores esperanças para o tratamento da doença, e o papel do sistema renina-angiotensina-aldosterona se mostrou primordial nesse processo, como pode ser visto na figura a seguir.

Fonte: adaptado de Editorial The Lancet, vol. 8, May 2020.
Legenda: (A) Mecanismo em indivíduo saudável. (B) Mecanismo em indivíduo com COVID-19. AT1= angiotensina 1. AT2=angiotensina 2. ACE1= enzima conversora de angiotensina 1. ACE2= enzima conversora de angiotensina 2. AT1R= receptor tipo 1 de angiotensina 2. AT1- 7= heptapeptideo de angiotensina 1-7. ACEI= inibidor da enzima conversora de angiotensina. ARB= bloqueador de receptor de angiotensina.
Fármacos que atuam nesse sistema têm sido alvos de intensas pesquisas, pois a proteína spike do SARS-CoV-2 entra na célula via enzima conversora de angiotensina 2. Assim, Puskarich e colaboradores (2021), realizaram um estudo clínico randomizado controlado por placebo, em Minnesota – EUA, para avaliar a eficácia da losartana em pacientes sintomáticos há 7 dias com diagnóstico de COVID-19 e sem uso prévio de medicamentos inibidores da enzima conversora de angiotensina e bloqueadores do receptor tipo 1 de angiotensina 2. Foram avaliados 58 pacientes que receberam 25 mg de losartana 3x ao dia por via oral e 59 pacientes que receberam placebo, ambos por 10 dias. Os 117 pacientes foram avaliados em diversos parâmetros por 28 dias. Alguns dos dados apresentados pelos autores estão a seguir e representam desfechos primário e secundário nos pacientes avaliados com 95% de estratificação do intervalo de confiança. Todos os valores apresentados na tabela a seguir demonstraram-se com valores de p >0,05.
Placebo (n= 59) | Losartana (n=58) | Diferença | |
Desfecho primário | |||
Total de hospitalizações em 15 dias, % | 1,7 | 5,2 | -3,5 |
Desfechos secundários | |||
Hospitalização adicional (entre 15-28 dias), % | 0,0 | 0,0 | 0,0 |
Admissão em emergência (ao logo de 28 dias), % | 6,8 | 8,6 | -1,8 |
Admissão em UTI (%) | 1,7 | 1,7 | 0,0 |
Morte (%) | 0,0 | 0,0 | 0,0 |
Fonte: adapatado de Puskarich e colaboradores, EClinicalMedicine 37 (2021) 100957.
De acordo com os estudos apresentados, conclui-se que
Provas
Leia as informações a seguir para responder às questões 38 e 39.
A miristoilação é uma estratégia química que permite a modificação da estrutura do dolutegravir para sintetizar um pró-fármaco insolúvel em água, o miristoil-dolutegravir, conforme demonstrado na equação a seguir. A atividade antirretroviral do dolutegravir, fármaco base, não foi alterada após a modificação, de acordo com estudo publicado por Sillman e colaboradores (2018).

Fonte: Adaptado de Sillman e colaboradores, Nature Communications, v. 9, n. 443, 2018
Legenda: DTG: dolutegravir, MDTG: miristoil-dolutegravir, DIEA: N, N - diisopropiletilamina, DMF: dimetilformamida
O miristoil-dolutegravir, que é 8,7 vezes menos solúvel em água do que o fármaco base, é rapidamente bioconvertido ao dolutegravir na presença de estearases contidas nos fluidos biológicos.
No referido estudo, o fármaco e o pró-fármaco foram encapsulados em nanossistemas preparados com poloxamer (P407), originando nanocristais contendo dolutegravir assim como nanocristais contendo miristoildolutegravir. As nanoformulações foram administradas pela via intramuscular em roedores para avaliar parâmetros farmacocinéticos durante oito semanas. Observou-se que o sistema é rapidamente internalizado em macrófagos por endocitose após a administração in vivo, residindo por longos períodos nessas células, que funcionam como reservatório para replicação do HIV-1. O fármaco é liberado lentamente a partir dos nanossistemas. O pró-fármaco foi detectado no sangue durante os três primeiros dias de estudo. Além disso, 28 dias após a administração, o nível de dolutegravir em linfonodos, fígado, pulmões, rins e baço foi significativamente maior nos animais tratados com nanocristais contendo miristoil-dolutegravir em comparação com aqueles que receberam nanocristais contendo dolutegravir.
A respeito das formulações de nanocristais contendo dolutegravir ou miristoil-dolutegravir, em termos de farmacocinética e farmacodinâmica após a administração em roedores, espera-se o seguinte:
Provas
Dada a necessidade de testagem imediata, segura, confiável e em larga escala da população brasileira em razão da pandemia da COVID-19, o Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde divulgou em maio de 2020 o documento “Acurácia dos testes diagnósticos registrados na ANVISA para a COVID-19”, que detalha as características dos 64 testes para COVID-19 registrados no Brasil. O documento detalha que estão aprovados no Brasil 15 testes RT-PCR, 38 testes imunocromatográficos, seis testes por ELISA (do inglês Enzyme Linked Immunosorbent Assay), dois são imunoensaios por quimioluminescência (CLIA) e três atuam por imunofluorescência para a detecção e diferenciação de anticorpos IgA, IgG ou IgM contra o coronavírus (SARS-CoV-2).
Sobre esses testes, verifica-se o seguinte:
Provas
P.M.O., masculino, 69 anos, comerciante, casado, sedentário, apresenta diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica há 19 anos, dislipidemia há 12 e diabetes mellitus há 7 anos. O paciente busca atendimento em laboratório de análises clínicas com as seguintes solicitações médicas: hemograma, glicemia de jejum, lipidograma, hemoglobina glicada, microalbuminúria, clearance de creatinina, EAS (Elementos Anormais do Sedimento), AST (aspartato aminotransferase) e a ALT (alanina aminotransferase).
A respeito da conduta do laboratório para atender à solicitação, verifica-se que
Provas
Caderno Container