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O espírito científico estava em voga na Europa do século XVIII, assim como o interesse pelos fenômenos naturais.
O progresso industrial associado ao interesse pelas artes levou ao estudo da deterioração de camadas pictóricas e, nessa época, os estudos sobre os processos químicos de oxidação de Antoine Lavoisier ajudaram a explicar algumas alterações cromáticas de pigmentos.
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Na produção da imaginária colonial luso-brasileira seiscentista, destacaram-se dois exímios entalhadores, religiosos da Ordem Beneditina: Frei Agostinho da Piedade e Frei Agostinho de Jesus.
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As descobertas arqueológicas de Herculano (1738) e de Pompeia (1748) revelaram diversas pinturas murais feitas com encáustica, despertando grande interesse por essa técnica, em virtude de sua beleza, resistência e durabilidade.
A encáustica, técnica de pintura realizada a frio, foi incorporada ao restauro das camadas pictóricas de obras de arte, com resultados bastante aceitáveis.
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Na Europa, a partir do século XVII, as demandas do mercado de trabalho estimularam a diferenciação entre o artista e o restaurador, favorecendo a experimentação de materiais e a discussão teórico-prática do restauro, incluindo questões acerca dos limites relativos ao restaurador.
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As restaurações renascentistas refletiam os avanços tecnológicos da época em que a concepção estética era predominante na intervenção restaurativa, mas não eram permitidas modificações de forma e de tamanho das obras.
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O desenvolvimento do espírito humanista, do racionalismo e das ciências físicas e experimentais contribuiu, durante o Renascimento, para a evolução do restauro e para a preservação dos bens culturais.
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O interesse pela conservação e pelo restauro de obras de arte já existia desde a Antiguidade Clássica. Na Grécia, a prevenção baseava-se na escolha dos materiais de melhor qualidade para a produção artística, o que demonstrava o cuidado em se retardar a deterioração dessas obras.
Na Roma imperial, o restauro estava associado ao poder político e econômico e à afirmação da hegemonia do Estado romano.
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IDEB – BRASIL (2005/2007/2009)
| Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Anos Finais do Ensino Fundamental | Ensino Médio | |||||||
| 2005 | 2007 | 2009 | 2005 | 2007 | 2009 | 2005 | 2007 | 2009 | |
| Total | 3,8 | 4,2 | 4,6 | 3,5 | 3,8 | 4,0 | 3,4 | 3,5 | 3,6 |
| Dependência Administrativa | |||||||||
| Pública | 3,6 | 4,0 | 4,4 | 3,2 | 3,5 | 3,7 | 3,1 | 3,2 | 3,4 |
| Estadual | 3,9 | 4,3 | 4,9 | 3,3 | 3,6 | 3,8 | 3,0 | 3,2 | 3,4 |
| Municipal | 3,4 | 4,0 | 4,4 | 3,1 | 3,4 | 3,6 | 2,9 | 3,2 | - |
| Privada | 5,9 | 6,0 | 6,4 | 5,8 | 5,8 | 5,9 | 5,6 | 5,6 | 5,6 |
Fonte: SAEB e Censo Escolar
Os dados sobre o IDEB e a análise da tabela permitem concluir:
Quanto mais avançada é a etapa da escolarização, melhor o desempenho dos alunos.
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IDEB – BRASIL (2005/2007/2009)
| Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Anos Finais do Ensino Fundamental | Ensino Médio | |||||||
| 2005 | 2007 | 2009 | 2005 | 2007 | 2009 | 2005 | 2007 | 2009 | |
| Total | 3,8 | 4,2 | 4,6 | 3,5 | 3,8 | 4,0 | 3,4 | 3,5 | 3,6 |
| Dependência Administrativa | |||||||||
| Pública | 3,6 | 4,0 | 4,4 | 3,2 | 3,5 | 3,7 | 3,1 | 3,2 | 3,4 |
| Estadual | 3,9 | 4,3 | 4,9 | 3,3 | 3,6 | 3,8 | 3,0 | 3,2 | 3,4 |
| Municipal | 3,4 | 4,0 | 4,4 | 3,1 | 3,4 | 3,6 | 2,9 | 3,2 | - |
| Privada | 5,9 | 6,0 | 6,4 | 5,8 | 5,8 | 5,9 | 5,6 | 5,6 | 5,6 |
Fonte: SAEB e Censo Escolar
Os dados sobre o IDEB e a análise da tabela permitem concluir:
Com exceção do ensino médio privado, verifica-se, entre 2005 e 2009, uma elevação dos índices.
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IDEB – BRASIL (2005/2007/2009)
| Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Anos Finais do Ensino Fundamental | Ensino Médio | |||||||
| 2005 | 2007 | 2009 | 2005 | 2007 | 2009 | 2005 | 2007 | 2009 | |
| Total | 3,8 | 4,2 | 4,6 | 3,5 | 3,8 | 4,0 | 3,4 | 3,5 | 3,6 |
| Dependência Administrativa | |||||||||
| Pública | 3,6 | 4,0 | 4,4 | 3,2 | 3,5 | 3,7 | 3,1 | 3,2 | 3,4 |
| Estadual | 3,9 | 4,3 | 4,9 | 3,3 | 3,6 | 3,8 | 3,0 | 3,2 | 3,4 |
| Municipal | 3,4 | 4,0 | 4,4 | 3,1 | 3,4 | 3,6 | 2,9 | 3,2 | - |
| Privada | 5,9 | 6,0 | 6,4 | 5,8 | 5,8 | 5,9 | 5,6 | 5,6 | 5,6 |
Fonte: SAEB e Censo Escolar
Os dados sobre o IDEB e a análise da tabela permitem concluir:
Tanto nas esferas do poder público como no âmbito privado, o ensino fundamental e médio não atingiram, na média nacional, a meta numérica de desempenho estabelecida pelo MEC.
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